Prothioconazole 250 EC Yonon
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Protioconazol
Registro MAPA:
20725
Empresa Registrante:
Yonon |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Protioconazol | 250 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) | veja aqui | |||
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) | veja aqui | |||
| Microsphaera diffusa (Oídio) | veja aqui | |||
| Septoria glycines (Mancha parda) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1000 L |
INSTRUÇÕES DE USO
O PROTHIOCONAZOLE 250 EC YONON é um fungicida sistêmico utilizado no controle de doenças nas culturas de algodão, feijão e soja.
MODO DE APLICAÇÃO
A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização terrestre com pulverizadores tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bicos de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra, e densidade acima de 200 gotas / cm². Em algodão, feijão e soja recomenda-se o volume de calda de 200 - 300 L/ha. Para pulverização com aeronaves agrícolas nas culturas do algodão, feijão e soja, utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com a combinação adequada de difusor (core), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas / cm². Recomenda-se o volume de 30 – 40 L/ha de calda, altura de voo de 2-3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 m.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes de 7 dias. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas de algodão, feijão e soja nas doses e condições recomendadas.
Outras restrições a serem observadas: Não há.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
GRUPO G1 FUNGICIDA
Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados - consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de fungicidas.