Bula Rabcide 200

acessos
Ftalida
2602
Arysta Lifescience

Composição

Ftalida 200 g/L Ftalida

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Duas aplicaçãoes. A primeira do fim do perfilahmento ao início do emborrachamento e a segunda no fim do emborrachamento

Garrafas ou bombonas de polietileno de 1, 5 e 20 L. Frasco plástico ou metálico de 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1,5; 2,5; 2 e 3 L. Bombona, Balde plástico ou metálico de 4, 8, 10, 15, 25 e 50 L. Tambores plásticos ou metálicos de 100, 200, 250, 500 e 1000 L.

MODO DE APLICAÇÃOE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: RABCIDE 200 deve ser aplicado em pulverização na cultura do arroz.

VIA TERRESTRE: Usar pulverizador tratorizado de barra com bicos cônicos, como XH-4 ou D2-13 com tamanho das partículas em torno de 90-100 micras e densidade de 60 gotas/cm2, gastando-se 200-300 L de calda por hectare.

Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas.

VIA AÉREA: Uso de barra ou atomizador rotativo "micronair": Volume de aplicação: 30-40 l/ha. Altura do vôo: com barra: 2-3 m; micronair: 3-4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m. Tamanho/densidade de gotas: 60-80 micras e densidade de gotas de 80 gotas/cm2.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume aplicação (L/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora. Temperatura e umidade relativa, visando reduzir o mínimo de perda por deriva e evaporação. No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12, disco (core), inferior a 45°. Usando-se micronair, o número de atomizadores deve ser de 4 (quatro), onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo de pá, seguir o ajuste do regulador de pressão (VRU), pressão e ângulo de pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante.

O sistema de agitação do produto no tanque deve ser mantido em funcionamento
durante toda a aplicação.

OBS: Seguir essas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

LIMITAÇÕES DE USO: FITOTOXICIDADE: ausente para a cultura na dosagem indicada.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

PRECAUCÕES DE MANUSEIO: Se houver contato com os olhos, lave-os imediatamente com bastante água corrente e veja os primeiros socorros. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão em abundância e veja os primeiros socorros. Use luva de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICACÃO: Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de abas largas, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de suspeita de intoxicação procure logo o médico levando a embalagem, o rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico. Olhos: Lave-os com água em abundância e procure logo o médico. Pele: Lave-a com água e sabão em abundância. Inalação: Procure local arejado.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático.

TELEFONE PARA CASOS DE EMERGÊNCIA: C.C.I. -Centro de Controle de Intoxicações: (011) 275-5311. Hokko do Brasil: (011) 578-8022.

MECANISMO E AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Estudos realizados em animais de laboratórios I o produto foi rapidamente eliminado pelas vias de excreção urinária e as fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: AGUDOS: Não foram observados efeitos agudos adversos e efeitos colaterais DL50 oral agudo em ratos: 17.600 mg/kg. DL50 dérmica agudo em ratos: > 20.000 mg/kg.

CRÔNICOS: Nos estudos realizados em animais de laboratórios a longo prazo, não se observou nenhum efeito adverso significativo.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe III). Este produto é AL T AMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa HOKKO DO BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA E AGROPECUÁRIA LTDA, telefone de emergência: (Oxx11) 3054-5000. Utilize equipamentos de proteção individual -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI"s -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em forno destinado para este tipo de operação, equipado com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovado por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponível e apropriado.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC -BR (Comitê de Açã
Resistência a Fungicidas -Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC -BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas :
. Qualquer produto para controle de doenças, da mesma classe ou de mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
. Utillizar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
. Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.