Bula Rapsode

acessos
Fenoxaprop-P-Ethyl
4503
FMC - Campinas

Composição

Fenoxaprop-P-ethyl 110 g/L Ácido ariloxifenoxipropiônico

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Seletivo, Pós-emergência

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Início do perfilhamento da cultura e plantas infestantes com 4 folhas e 1 perfilho
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Perfilhamento (antes do emborrachamento) e plantas infestantes de 2 a 3 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Perfilhamento (antes do emborrachamento) e plantas infestantes entre 2 e 3 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Início do perfilhamento da cultura e plantas infestantes com 4 folhas e 1 perfilho
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Início do perfilhamento da cultura e plantas infestantes de 1 a 2 perfilhos
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Perfilhamento (antes do emborrachamento) e plantas infestante de 2 a 3 perfilhos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Início do perfilhamento da cultura e plantas infestantes com 4 folhas e 1 perfilho
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Plantas daninhas até o início do perfilhamento
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Plantas daninhas até o início do perfilhamento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 80 dias. Plantas daninhas até o início do perfilhamento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 60 dias. Plantas daninhas até o início do perfilhamento
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 60 dias. Plantas daninhas até o início do perfilhamento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 60 dias. Plantas daninhas até o início do perfilhamento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 60 dias. Plantas daninhas no estágio de 2 a 4 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 60 dias. Plantas daninhas no estágio de 2 a 4 perfilhos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 60 dias. Planta daninhas no estágio de 2 a 4 perfilhos

Bag in box- fibra de papel com bolsa plástica interna: 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200; 500; 650 e 1000 L
Balde- Aço: 20 L
Bombona e Frasco- COEX: 1; 5 e 20 L
Bombona- COEX/PEAD/PET/plástico: 5; 10; 20; 25 e 50 L
Bulk- COEX/PEAD/PET/ferro revestido com resina epóxi/plástico com estrutura metálica: 500; 1.000; 2.000; 3.000; 4.000; 5000 e 10.000 L
Bulk- COEX/PEAD/PET/metálico/plastico/ferro revestido com resina epóxi/plástico com estrutura metálica: 945 e 1.000 L
Container, Contentor intermediário (IBC) e Farm-Pack - COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1.000 L
Frasco- COEX/PEAD/PET/polietileno com barreira de poliamida/ plástico: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0 e 5,0 L
Isocontainer e Isotanque- COEX/PEAD/PET/metálico/aço/plástico: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1.000; 5.000; 10.000; 20.000; 25.000 e 30.000 L
Mini Bulk- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400 e 500 L
Tambor- aço: 200 L
Tambor- COEX/PEAD/PET/metálico/polietileno com barreira de poliamida/polietileno/plástico: 0,1; 0,2; 0,25; 5,0; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300 e 400 L

INSTRUÇÕES DE USO:
Rapsode é um herbicida seletivo pós-emergente, indicado para o controle de gramíneas invasoras anuais ocorrentes na cultura de arroz, batata, feijão e soja.

CULTURAS/DOSES/PLANTAS DANINHAS:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO DE APLICAÇÕES:
Rapsode deve ser utilizado somente uma vez durante o ciclo das culturas indicadas, observando-se a época de aplicação recomendada para cada cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Utiliza-se equipamento costal manual ou motorizado, bem como tração motorizada.
O volume de calda ideal é de 200 a 400 L/ha, utilizando-se de bicos Teejet 80.02, 110.02, 110.03, APG 110 R, APG 110 G (preferencialmente utilizar bicos com angulação 1100) com uma pressão de 40 a 60 Lb/pol². Tamanho de gotas de 200 a 400 micra, com uma densidade de no mínimo 40 gotas/cm². A velocidade de trabalho do trator deve ser em torno de 6 km/h. A altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo dever ser de 40 cm para bicos 1100 e de 50 cm para bicos 800. Observar as mesmas condições climáticas da aplicação aérea. Evitar a aplicações sob condições de extrema seca.

Aplicação aérea:
Utiliza-se barra, atendendo as seguintes especificações:
- Volume de aplicação: 30 a 40 litros de calda/ha
- Altura do vôo: 2 a 4 m
- Largura da faixa de deposição efetiva: 13 a 15 m
- Tamanho da gota: 250 a 350 micra
- Densidade de gotas: 40 gotas/cm2
- Pressão de trabalho da barra: 30 a 50 lb/pol²
Barra dotada de bicos preferencialmente da série D (D6 a D10) ou bico leque. Não variar o tipo de bico na mesma barra.
- Condições climáticas: aplicar com ventos na velocidade de até 10 km/h e nas horas mais frescas do dia, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação.

Observações gerais:
Rapsode é resistente às chuvas que ocorrem a partir de 1 hora após a sua aplicação, sem afetar o resultado. Evitar aplicações em período de seca prolongada, de baixa umidade relativa do ar e em plantas daninhas que estejam sofrendo estresse, seja por seca prolongada ou por chuvas excessivas onde se formam poças d’água que cobrem as invasoras e a cultura.
Aplicar Rapsode quando houver boas condições de umidade para a cultura, sem que as plantas daninhas estejam estressadas por déficit hídrico ou outros fatores como sobra de invasoras de manejo, excesso de umidade.
Utilizando-se de outros tipos de equipamentos de aplicação, não mencionados aqui, procurar sempre obter uma cobertura uniforme da parte aérea tratada, seguindo estas instruções. Rapsode dispensa a adição de surfactantes ou óleos, pois já os contêm em sua própria formulação.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo
Arroz 80 dias
Batata 80 dias
Feijão 60 dias
Soja 60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas da cultura tratada. Aguardar pelo menos 24 horas. Evitar sempre que possível que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Rapsode deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando-se atentamente as instruções de uso do produto. Na cultura do arroz, podem surgir leves manchas cloróticas nas folhas e uma pequena retenção na velocidade de crescimento da planta, após 3 dias da aplicação do produto, sintomas estes que desaparecem naturalmente com o desenvolvimento da cultura, sem afetar a produção. Solo excessivamente úmido pode intensificar estes sintomas. Não aplicar Rapsode durante período de diferenciação do primórdio floral, inclusive respeitando-se um intervalo de 7 dias. Nas demais culturas não se observam sintomas de fitotocxicidade.
Rapsode não pode ser misturado com herbicidas hormonais ou com propanil, devendo-se aguardar pelo menos 5 dias antes ou após a aplicação isolada desses produtos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

EMBALAGENS SEGUNDARIAS (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.

Compatibilidade

Incompatível com herbicidas hormonais e propanil