Bula Regent Duo

acessos
Fipronil
12411
Basf

Composição

Alfa-Cipermetrina 120 g/L Piretróide
Fipronil 180 g/L Fenilpirazol

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,6 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. No plantio: jato dirigido no sulco de plantio da cultura antes da cobertura dos tubérculos semente. | Na amontoa: fazer uma complementação no momento da amontoa (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo imediatamente com terra após a aplicação. | Dose no plantio: 0,6 a 0,8 L p.c./ha ; Dose na amontoa: 0,8 a 1,0 L p.c./ha
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo da cana de açúcar
(Sphenophorus levis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. No plantio: preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. | Na soqueira: abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
2 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. No plantio: preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. | Na soqueira: abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Cupim
(Heterotermes tenuis)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. No plantio: preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. | Na soqueira: abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Cupim
(Neocapritermes opacus)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. No plantio: preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. | Na soqueira: abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. No plantio: preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. | Na soqueira: abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo na região de maior ocorrência de raízes da cultura

INSTRUÇÕES DE USO:

REGENT® DUO é uma mistura pronta de inseticidas contendo Fipronil do grupo químico pirazol e Alfacipermetrina do grupo químico dos piretróides, seletivo para as culturas da batata e cana-de-açúcar.

Culturas, pragas, doses e modo de aplicação: Vide seção: "Indicações de uso/doses".

p.c.: produto comercial/i.a.: ingrediente ativo
Obs.: 1 litro de REGENT®DUO equivale a 180 gramas de ingrediente ativo Fipronil + 120 gramas de ingrediente ativo alfacipermetrina.

Diluir as doses recomendadas por hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme, considerando o equipamento disponível na propriedade.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Aplicar com equipamento de pulverização terrestre tratorizado, com volume de calda de 200 litros por hectare, procurando atingir uma distribuição uniforme, e evitando deriva.
Utilizar pontas de jato plano (leque) do tipo XR TeeJet que produzam gotas de categorias médias ou outras que proporcionem as mesmas condições.
Pontas, disponíveis no mercado, similares as acima recomendadas podem ser utilizadas desde que se garanta uma cobertura uniforme.
As categorias de tamanho de gotas sugeridas seguem o padrão ASAE S-572.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 55%.
• Evitar aplicações com ventos acima de 10 km/h.
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do agrônomo responsável, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
Obs. Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser monitorada no período em que se estiver realizando as pulverizações.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Batata......................... Não determinado devido a modalidade de aplicação
Cana-de-açúcar........... Não determinado devido a modalidade de aplicação

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

• REGENT DUO é altamente seletivo se utilizado nas doses recomendadas e aplicado sobre a cultura da batata e cana-de-açúcar, em nenhum momento durante o desenvolvimento do produto foi observado qualquer sintoma de fitotoxicidade às plantas dessas culturas.
• Não há limitações de uso para as culturas registradas, desde que seja observado o intervalo de segurança.
• Não aplicar em presença de ventos fortes.
• Não misturar com produtos de reação altamente alcalinos, bem como, com qualquer outro agrotóxico.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL DEVIDO AO POTENCIAL DE SENSIBILIZAÇÃO DÉRMICA.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: Macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível de contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificaçãoes do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI. macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado Não dê nada para beber ou comer
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa.contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR FIPRONIL ALFA-CIPERMETRINA -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: Fipronil: Pirazol; Alfa-Cipermetrina: Piretróide tipo II
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
TOXICOCINÉTICA: Fipronil: em animais de laboratório, não houve diferença significativa entre os ratos machos e fêmeas quanto à absorção, distribuição, metabolismo ou exoração do Fipronil, após administração oral. Uma vez absorvido, o Fipronil foi rapidamente metabolizado, e os resíduos foram amplamente distribuídos nos tecidos. Quantidades significativas permaneceram particularmente em tecidos adiposos, uma semana após o tratamento. A meia vida do Fipronil no sangue (150 — 245 h) pode refletir a liberação lenta dos resíduos a partir do tecido adiposo com potencial de bioacumulação dos produtos metabólicos do Fipronil. Em ratos, as principais vias de exoração. foram as fezes (45-75)%, seguida pela urina (5-25)%.
Alfa-Cipermetrina: os piretroides são rapidamente absorvidos, metabolizados e excretados. A absorção oral é maior que a inalatória e a dérmica. A absorção lenta através da pele (<1%) geralmente previne a toxicidade sistêmica. Contudo, um depósito significante de piretroide pode permanecer ligado à epiderme. Os piretroides são altamente lipofflicos, passando através das membranas celulares; porém, devido ao rápido metabolismo, a magnitude da toxicidade é bastante diminuída. Em mamíferos, são metabolizados no fígado através de hidrólise da ligação éster (ao seu ácido inativo e derivados alcoólicos, provavelmente pela carboxilesterase microssomal), oxidação e conjugação, com produção de uma grande quantidade de metabólitos. Os metabólitos são distribuídos amplamente nas primeiras 24 horas, principalmente no tecido adiposo, fígado e rim. Cerca de 90% da dose oral é eliminada em 4 dias, 78% durante o primeiro dia. Os resíduos nos tecidos são baixos a exceção do tecido adiposo, de onde são eliminados de forma bifásica (fase inicial = 2,5 dias; 2° fase = 17-26 dias).
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Fipronil: é um bloqueador seletivo reversível do canal de cloro ligado ao ácido toxicidade gama aminobutírico (GABA), um dos neurotransmissores responsáveis pelos efeitos inibitórios no sistema nervoso central (SNC) em mamíferos. Esta seletividade faz o produto mais tóxico para insetos do que para mamíferos. Alfa-Cipermetrina: a toxicidade depende da apre ntação do produto, estrutura química e estereoisomeria (isômeros cis mais tóxicos); duração e frequência da exposição e saúde do indivíduo.
• Os piretróides podem ser classificados em dois tipos:
Tipo I: atuam nos canais de sódio da membrana celular neural.
Tipo II: (com grupo alfa-ciano) são mais potentes e tóxicos.
Os piretróides em geral retardam o fechamento dos canais de sódio da membrana neural, resultando em uma corrente caracterizada por um lento influxo de sódio durante o final da despolarização ("corrente residual de sódio"). Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas podendo progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso. Em concentrações elevadas esse processo pode despolarizar completamente a membrana nervosa, gerando a abertura de mais canais de sódio e eventualmente causando bloqueio de condução. Pode ocorrer dano permanente ou por longo tempo em nervos periféricos.
• Os piretróides do tipo II produzem correntes residuais de sódio mais prolongadas que os outros, causando mais parestesias.
Em concentrações altas, os piretróides do tipo II agem sobre o complexo receptor inotrópico do ácido y-aminobutirico (GABA: o principal neurotransmissor inibitório do SNC) bloqueando os canais de cloro e sua ativação, o que leva a uma hiperexcitabilidade do SNC.
Agem ainda na inibição da calcineurin, uma proteína fosfatase 2B, dependente de cálcio-calmodulin, que ativa os linfócitos T.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Fipronil: Existem poucos relatos de intoxicações em humanos.
Toxicidade aguda: em estudos com animais, o SNC foi o órgão alvo da toxicidade (convulsões). Após ingestão acidental de Fipronil, uma mulher teve leve alteração da consciência. O produto técnico foi altamente tóxico aos mamíferos, pela via gastrointestinal. Pode ocorrer irritação ocular e dérmica. Os estudos sugerem pouco potencial de toxicidade pela via respiratória. Não é sensibilizante dérmico.
Toxicidade crônica: na exposição crônica em ratos foram observadas convulsões (algumas vezes resultando em morte), decréscimo do peso corpóreo, alterações hematológicas, incremento no peso do fígado e da tireóide e alterações nos parâmetros bioquímicos (exemplo: colesterol, cálcio, proteínas, hormônios da tireóide). Fipronil é classificado pela EPA como possível carcinogênico em humanos (grupo C). É suspeito de possuir efeitos endócrinos e reprodutivos.
Alfa-Cipermetrina:
• Populações em especial risco: indivíduos portadores de doenças respiratórias crônicas (ex: asma), doenças de pele, alergias e crianças (pela incapacidade de hidrolisar os ésteres de "pirethrum" eficientemente).
• A toxicidade aguda em humanos está mais associada a reações de hipersensibilidade do que às propriedades intrínsecas da substância. Os solventes também têm um papel importante na toxicidade do produto.
Intoxicação Aguda: exposições dérmicas e por inalação são as mais comuns, geralmente assintomáticas ou associadas a leves efeitos. Outros efeitos são mostrados no quadro a seguir:
Imunológicas (Piretróides causam reações alérgicas mais leves que as piretrinas): Reações anafiláticas severas (raras): hipotensão e taquicardia, broncoespasmo, edema de glote, choque em indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de mais hipersensibilidade com pneumonite e edema pulmonar. Dermatite alérgica e sensibilização.
Neurotoxicidade periférica: Hiperatividade reversível das fibras sensoriais nervosas (parestesias) ocorre mais freqüentemente na face e os sintomas são exacerbados por estimulação sensorial: calor, exposição ao sol, fricção, sudorese. Sugere-se que as parestesias faciais referidas por pessoas que manipulam o produto podem ser consideradas um sinal precoce de que a exposição ocorreu. Indivíduos que trabalham no campo têm relatado irritação dérmica, sensação de queimação ou exantema que se apresentaram (45 minutos - 48 h) após a exposição com duração de 5h - dias).
Trato-respiratório: É a maior via de exposição e causa irritação (congestão nasal, inflamação faringea). Também pode causar reações de hipersensibilidade (espirros, taquipnêia, broncoespasmo).
Trato gastrointestinal: A ingestão causa náuseas, vômitos e dor abdominal.
Ocular: Varia de leve a grave lesão corneal.
Dérmica(raro): Dermatite eritematosa leve com vesiculas, pápulas e prurido; dermatite bolhosa e dermatite alérgica com ou sem sintomas sistêmicos.
Toxicidade Sistêmica (extensa exposição):
• Sintomas neurológicos graves (vertigem, dor de cabeça, fadiga, salivação elevada e visão turva; fasciculações musculares, coma e convulsões) e outros efeitos sistêmicos, embora raros, podem se desenvolver geralmente de (1 - 48 h) após extensa exposição. Irritação gastrintestinal com vômitos e anorexia, palpitação e arritmias, leucocitose.
• Sintomas pulmonares (rigidez torácica, edema pulmonar não cardiogênico, associados a complicações neurológicas severas). O óbito pode decorrer de insuficiência respiratória ou cardíaca.
Efeitos crônicos: é considerado possível desregulador endócrino. Não tem potencial carcinogênico para humanos.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quandro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral: em casos de ingestão de grandes quantidades proceder:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nivel diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de produtos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em..adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
2. Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Convulsões: indicado benzodiazepinicos IV: Diazepam (adultos =. 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em >5 anos.
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
• Reação alérgica
1. Leve / moderada: anti-histaminicos com ou sem B*2-agonistas via inalatória; corticosteróides ou epinefrina via parenteral.
2. Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 ml de solução 1:1000 via SC; Criança: 0,01 ml/kg, 0,5 ml no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, anti-histamínicos, monitoramento do ECG e fluidos intravenosos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória, parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se necessário; REEP pode ser requerido. Manter temperatura corporal. Tratar pneumonite e coma. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, uréia, creatinina, ECG, radiografia de tórax, etc.
• Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória- Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado.
Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações, bronquite ou pneumonia.
Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com B*2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina ao 0,9°4 à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérrnica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas lave e a área exposta com água e sabão. Os sintomas geralmente cessam dentro de 24 h,
sem tratamento especifico. A vitamina E tópica (acetato de tocoferol) tem mostrado reduzir a irritação da pele se aplicada logo após a exposição. O paciente deve ser encaminhado para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e
inalatório com o produto.
CONTRA-INDICAÇÕES: É contra-indicado provocar vômito em razão do risco potencial de aspiração e de pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Estudos em animais mostraram que a hidrólise de piretróides é inibida por agentes dialquilfosforiladores tais como inseticidas organofosforados.
Experimentos com galinhas mostraram que a toxicidade de piretróides (permetrina) também foi ampliada pelo brometo de piridostigmina e pelo repelente de insetos N,N dietil-m-toluamida. Os autores levantaram a hipótese de que a competição dos compostos pelas esterases hepáticas e plasmáticas leva ao decréscimo da quebra de piretroides e aumento no transporte dos piretroides para os tecidos neurais.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 08000-112273 ou Oxx12-31281357

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

Vide item Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:
REGENT"DUO foi testado em animais de laboratório, a DL50 aguda oral estabelecida para ratos foi maior que 50 mg/kg e menor que 200 mg/kg p.c. e os principais sintomas de intoxicação apresentados pelos animais foram: dispnéia, posição lateral, animais cambaleantes, tremor, contração muscular, espasmos aumentados, convulsões, arrepio e salivação. A DL50 aguda dérmica em ratos foi maior que 5.000 mg/kg p.c. e não foram apresentados sinais de toxicidade referente a substância. No estudo de irritação dérmica, o produto apresentou irritação dérmica leve, mas persistente aos coelhos. No estudo de irritação ocular, foram observados os seguintes efeitos em coelhos: vermelhidão e quemose na conjuntiva, e vasos injetados na esclera. As reações oculares foram reversíveis em todos os animais dentro de 7 dias após a aplicação. No estudo de toxicidade inalatória, o valor de CL50 para ratos machos e fêmeas foi estimada como 2,4 mg/L. Em cobaias o produto apresentou sensibilização dérmica.

Efeitos crônicos:
Fipronil: em ratos, os efeitos crônicos observados nas doses mais altas foram alterações no fígado, tireóide e rins. Episódios convulsivos foram observados com o aumento da dose e ceto na dose baixa. Fipronil foi carcinogenico em ratos machos e fêmeas, produzindo tumores benignos e lignos na tireóide na dose mais alta do estudo. Não foi carcinogênico em camundongos. Não foram observados efeitos genotóxicos ou mutagênicos. Estudos em ratos mostraram efeitos reprodutivos do Fipronil (diminuição da ninhada, do peso corporal, do acasalamento, da sobrevida pós-implantação e da sobrevida pós-natal dos filhotes, e retardo no desenvolvimento físico), mas n��o foram observados efeitos teratogênicos.
Alfa-Cipermetrina: a administração crônica em animais de laboratório provocou redução no consumo de alimento em elevadas doses (100 ppm = 11 mg/kg/dia), causou neurotoxicidade (convulsões, tremores, hipersensibilidade ao toque e ao som). Os cães são a espécie mais sensível ocorrendo os mesmos sintomas na dose de 120 ppm (3 mg/kg/dia). Não foram observados efeitos genotóxicos, mutagênicos, reprodutivos ou teratogenicos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

- Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente - Classe II
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. -- Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estdual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A., telefone de Emergência 08000 11- 2273 ou (0xx12) 528-1357.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI¬NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuártõ deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE INTEGRADO DE PRAGAS

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
- Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.