Romesar
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Trichoderma harzianum, Isolado IBLF006
Registro MAPA:
8619
Empresa Registrante:
FMC |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trichoderma harzianum Isolado IBLF006 | 300 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Contato, Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Macrophomina phaseolina (Podridão cinzenta do caule) | veja aqui | |||
| Pratylenchus zeae (Nematoide-das-lesões) | veja aqui | |||
| Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) | veja aqui | |||
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 50 / 200 / 500 G |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 1 / 5 / 10 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,05/0,2/0,5/1/5/10 KG |
INSTRUÇÕES DE USO
Romesar™ é um fungicida microbiológico indicado para o controle do Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) via aplicação foliar, Podridão-aquosa (Rhizoctonia solani) e Podridão-cinzenta-do-caule (Macrophomina phaseolina) via tratamento de sementes, Podridão-aquosa (Rhizoctonia solani) e Nematóide-das-lesões (Pratylenchus zeae) via sulco de plantio, conforme recomendações abaixo podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência desses alvos biológicos.
MODO DE APLICAÇÃO
As aplicações do biofungicida Romesar™ devem ser efetuadas de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas, sem causar escorrimento. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70%. A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do engenheiro agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto por evaporação.
Aplicação foliar:
Para aplicação foliar deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra calibrado a pressão constante utilizando um volume de calda que possibilite boa cobertura da parte aérea das plantas.
Tratamento de sementes:
Diluir a dose recomendada do produto na proporção de 600 mL de água/100 kg de sementes. A mistura deve ser agitada até completa homogeneização.
Aplicação no sulco de plantio:
O produto deve ser aplicado uma única vez com a pulverização da calda no sulco de plantio, na ocasião da semeadura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não se espera fitotoxicidade para as culturas tratadas.
- Utilizar somente as doses recomendadas.
- Recomendações de armazenamento e manuseio: Armazenar o produto em local fresco e seco e livre da incidência direta de raios solares.
- Não aplicar sob vento forte.
- Aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados.
Nessas condições, a exposição dos esporos do fungo à radiação UV do sol (o que inviabiliza o fungo) é menor.
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo. Aplicar logo após a irrigação ou com solo úmido. Não aplicar em período de chuvas intensas.
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo.
- Conservar o produto em geladeira ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol.
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
GRUPO BM02 BIOFUNGICIDA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo BM2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).