Bula Sanmite EW - Iharabras

Bula Sanmite EW

acessos
piridabem
12017
Iharabras

Composição

Piridabem 150 g/L Piridazinona

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1000 a 1250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar no início das infestações
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
500 a 750 mL p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 7 dias. Realizar inspeções periódicas e realizar aplicação logo no início da infestação do ácaro
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
500 mL p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 7 dias. Aplicar no início do ataque do ácaro
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
50 a 100 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar inspeções periódicas com o auxílio de lupas de aumento. Inspecionar ramos e frutos principalmente. Realizar a aplicação imediatamente após a constatação de no máximo 5% das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm²
Ácaro vermelho
(Tetranychus mexicanus)
50 a 100 mL p.c./100L 2000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar inspeções periódicas com o auxílio de lupas de aumento. Inspecionar 1% das plantas do talhão em zig-zag, avaliando 3 folhas maduras por planta. Considerar infestada a folha que apresentar 5 ou mais ácaros presentes. A aplicação deve ser feita quando atingir no máximo, 30% de folhas infestadas
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da necrose do coqueiro
(Eriophyes guerreronis)
75 mL p.c./100L 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação da praga
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 mL p.c./100L - - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Aplicar no início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
750 a 1250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar no início da infestação
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
100 mL p.c./100L 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 500 a 800 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intevalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 a 100 mL p.c./100L 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Aplicar no início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
750 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar no início da infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
75 a 100 mL p.c./100L 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 mL p.c./100L 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,25; 0,5; 1,0; 5,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O produto SANMITE EW é um inseticida e acaricida com ação de contato, atuando particularmente contra todas as fases móveis de ácaros fitófagos. O ingrediente ativo Piridabem age inibindo a respiração, por atuação sobre o "complexo I" mitocondrial.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 1.000 a 1.250 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, caso haja necessidade.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) nas culturas da Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo recomenda-se a utilização da dose de 75 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 800 a 1.000 L/ha. Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias caso haja nova infestação.
CAFÉ:
Para o controle do Ácaro-vermelho(Oligonychus ilicis) recomenda-se a utilização da dose de 500 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 600 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar inspeções periódicas e realizar aplicação logo no início do ataque do ácaro, com no máximo 5% de folhas infestadas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Para o controle do Ácaro-da-mancha-anular(Brevipalpus phoenicis) recomenda-se a utilização da dose de 500 a 750 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 600 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar inspeções periódicas e realizar aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Recomenda-se realizar no máximo 2 aplicações de SANMITE EW por ciclo da cultura do café, considerando 1 aplicação para cada alvo.
CITROS:
Para o controle do Ácaro-da-leprose(Brevipalpus phoenicis) recomenda-se a utilização da dose de 50 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar inspeções periódicas com o auxílio de lupas de aumento. Inspecionar ramos e frutos principalmente. Realizar a aplicação imediatamente após a constatação de no máximo 5% das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm². Utilizar pulverizadores com pistola ou turboatomizadores. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. É importante garantir boa distribuição e recobrimento dos galhos e de frutos internos e externo da copa das plantas.
Para o controle do Ácaro-vermelho(Tetranychus mexicanus) recomenda-se a utilização da dose de 50 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar inspeções periódicas com o auxílio de lupas de aumento. Inspecionar 1% das plantas do talhão em zig-zag, avaliando 3 folhas maduras por planta. Considerar infestada as folhas que apresentarem 5 ou mais ácaros presentes. A aplicação deve ser feita quando atingir no máximo 30% de folhas infestadas. Aplicar através de pulverizadores com pistola ou turboatomizadores. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Para o controle do Ácaro-da-necrose-do-coqueiro(Eriophyes guerreronis) na cultura do Coco, recomenda-se a utilização da dose de 75 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar uma aplicação logo no início da infestação. Garantir um bom recobrimento da calda, principalmente sobre os frutos. Realizar 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias, caso haja necessidade.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura do Crisântemo, recomenda-se a utilização da dose de 75 mL do produto comercial/100 L de água. Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, caso haja necessidade.
Para o controle do Ácaro-branco(Polyphagotarsonemus latus) na cultura do Feijão recomenda-se a utilização da dose de 750 a 1.250 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Caso haja nova infestação, realizar reaplicação. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Ácaro-vermelho-europeu(Panonychus ulmi) na cultura da Maçã, recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Aplicar no início das infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura do Mamão recomenda-se a utilização da dose de 75 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 500 a 800 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. O monitoramento deve ser feito com o auxílio de lentes de aumento constantemente nas áreas de cultivo. Proceder a amostragem de 3 plantas por hectare em pontos distintos, coletando-se a primeira folha de coloração verde a partir da base da planta. Realizar a aplicação no início das infestações, ou no máximo quando for encontrado de 6 a 10 ácaros por planta. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) nas culturas do Melão e da Melancia, recomenda-se a utilização da dose de 75 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar a aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura do Morango recomenda-se a utilização da dose de 75 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar a aplicação logo no início da infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura da Rosa, recomenda-se a utilização da dose de 75 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha. Realizar a aplicação logo no início da infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 750 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar a aplicação logo no início da infestação, quando forem observados ácaros vivos na face inferior das folhas. Realizar constante monitoramento com o auxílio de lupa de bolso. Se necessário, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci) na cultura do Tomate recomenda-se a utilização da dose de 75 a 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar monitoramento constante e realizar aplicação logo no início da infestação. Realizar 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura da Uva, recomenda-se a utilização da dose de 75 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar a aplicação logo no início da infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.

Observação: Nas aplicações para as culturas do Algodão, Berinjela, Café, Citros, Coco, Crisântemo, Feijão, Jiló, Maçã, Mamão, Melão, Melancia, Morango, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rosa, Soja, Tomate e Uva, recomenda-se a adição de 0,5% de óleo mineral.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto SANMITE EW nas doses recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação:

Aplicação terrestre:
Aplicado utilizando-se equipamentos motorizados, costal manual, turbo atomizadores tratorizados ou pulverizadores munidos de pistola.
Toda a aplicação deve garantir uma cobertura uniforme sobre o alvo e toda a parte aérea da planta para garantir o bom funcionamento do produto por ele ter ação de contato.
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

Aplicação aérea:
Esta modalidade é indicada para as culturas de Algodão, Café, Citros, Coco, Feijão, Mamão, Melancia, Melão e Soja.
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000.
Volume de aplicação: com barra: 20 - 30 L/ha de calda; com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto.
Altura do voo: com barra ou Micronair: 4 - 5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA, aviões de maior porte, consultar técnico devidamente habilitado da região mais próxima.
Tamanho/densidade de gotas: 110- 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm².
No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45°. Manter a angulação das barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do vôo do avião.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
OBS.: Seguir sempre as recomendações de ajuste do avião sob orientação de um Engenheiro Agrônomo Coordenador em Aviação Agrícola, credenciado através de cursos especializados registrados pelo Ministério da Agricultura.
Condições Climáticas:
O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar durante toda a aplicação, de modo que se obtenha a densidade e deposição das gotas, obedecendo a ventos de até 2 a 10 km/h, temperatura inferior a 32°C e umidade relativa acima de 55%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.
Observação: Seguir as recomendações de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, Feijão e Soja: 14 dias.
Berinjela, Café, Citros, Jiló, Pimenta, Pimentão, Quiabo e Tomate: 7 dias.
Côco, Maçã, Mamão, Melancia, Melão, Morango e Uva: 3 dias.
Crisântemo e Rosa: U.N.A. (Uso Não Alimentar)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não efetuar o tratamento quando se prever chuvas para as próximas horas.
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente, botas de borracha, avental, máscara com filtro, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
- Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
- Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que água de lavagem entre no outro olho.
- Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
- Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR PIRIDABEM -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Grupo químico: PIRIDABEM: Piridazinona
Classe toxicológica: CLASSE III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral.
Toxicocinética: PIRIDABEM: Estudos conduzidos em animais de experimentação
demonstraram que após administração oral, o piridabem foi rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal. O piridabem é excretado principalmente pela via fecal, seguida da urinária. Baixas concentrações de piridabem foram detectadas na urina e fezes após 168 horas.
Mecanismos de toxicidade: PIRIDABEM: o mecanismo de ação em humanos não é conhecido. Em animais de experimentação foi observada inibição da enzima NADH ubiquinona oxirredutase (da cadeia respiratória).
Sintomas e sinais clínicos: Piridabem: não são conhecidos sintomas e sinais clínicos específicos desse ingrediente ativo.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Após administração do piridabem a animais de laboratórios, foi observada leve irritação ocular. Com a administração subcrônica ou crônica, observou-se alterações nas atividades de algumas enzimas hepáticas.
Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.
1) Exposição oral
Pode ocorrer irritação do trato gastro-intestinal. Considerar a realização da lavagem gástrica após ingestão de uma quantidade que ameace a vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (dentro de 1 hora, geralmente). Se estiverem presentes sinais de irritação do esôfago, considerar endoscopia para avaliar o grau do dano.
2) Exposição inalatória
Mover o paciente a um local com ar fresco. Monitorar para casos de dificuldade respiratória. Se houver dificuldade respiratória, avaliar quanto a irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonite. Em casos de broncoespasmo, tratar com agonista beta 2-adrenérgico. Observar o paciente cuidadosamente em caso de aparecimento de sinais sistêmicos e administrar o tratamento sintomático necessário.
3) Exposição ocular
Remover lentes de contato e lavar os olhos com solução salina 0,9% ou água, por pelo menos 15 minutos.
4) Exposição dérmica
Remover as roupas contaminadas, lavar áreas expostas com água e sabão por 10 a 145 minutos.

CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável. Deve-se evitar contato cutâneo, inalatório e ocular com o produto.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado e nesse caso, deite a pessoa de lado.
Efeitos sinérgicos: Não é conhecido
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O mecanismo de ação do piridabem, em animais de laboratório, é baseado na inibição da enzima NADH ubiquinona oxirredutase. Inibidores dessa enzima, incluindo o piridabem, bloqueiam vias metabólicas moduladas por espécies reativas de oxigênio. Em estudos realizados em animais de laboratório foram utilizadas duas radiomarcações para avaliar a absorção, distribuição e excreção do piridabem, a primeira radiomarcação foi feita no anel piridazinona (14C-Pz) e a segunda no anel benzílico (14C-Bz). Ambas as radiomarcações foram absorvidas rapidamente pelo trato gastrintestinal. A eliminação também foi rápida e praticamente completa. Observou-se a presença de material radiomarcado lipofílico, indicado pela concentração de radioatividade na gordura e pela sua lenta eliminação da mesma. Baixas concentrações de piridabem foram detectadas na urina, fezes, tecidos e carcaça após 168 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
- EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO:
DL50 oral em ratos: valor estimado de DL50 igual a 500 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,5884 mg/L
DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg p.c.
Irritação ocular: irritante leve
Irritação dérmica: não irritante
Sensibilização dérmica: não sensibilizante

- EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS E COMPONENTES:
Ratos tratados por 90 dias com piridabem, apresentaram aumento da atividade da enzima fosfatase alcalina (fêmeas), aumento da concentração de ureia e aumento da atividade da enzima gama glutamil transpeptidase (machos e fêmeas). Observou-se aumento do peso corpóreo em ambos os sexos, tratados com a maior dose. Cães tratados por 1 ano com piridabem apresentaram aumento do peso corpóreo e leve hipertrofia hepatocelular. Em estudo de toxicidade crônica e carcinogenicidade conduzido em ratos, os principais efeitos observados, nas duas maiores doses, foram queda no desempenho do crescimento, diminuição da ingesta diária de ração e redução na eficiência de conversão alimentar. O piridabem não apresentou potencial carcinogênico quando testado em ratos e camundongos. Não demonstrou potencial genotóxico nos testes de Ames e no teste de micronúcleo, não houve evidência do piridabem induzir dano no cromossomo ou outro dano no aparelho mitótico em camundongos. Quando administrado em fêmeas durante o período gestacional, o piridabem não causou malformações embriofetais. No estudo de reprodução de duas gerações, não foram observados efeitos adversos significativos no crescimento somático, nem no desenvolvimento dos filhotes, tampouco alterações sobre os parâmetros reprodutivos.

COMPONENTES DA FORMULAÇÃO:
Conforme a composição quali-quantitativa do produto formulado SANMITE EW, o limite máximo que pode haver de um componente é 24,2% (m/v). Considerando o uso adequado dos equipamentos de proteção, conforme recomendado nesta bula, não é esperado que os componentes da formulação causem efeitos adversos toxicologicamente relevantes em humanos.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS Não existem efeitos adversos conhecidos

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS - Telefone de Emergência: 0800 774 4272
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
· Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

· LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 'Á do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

· Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de eauiamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

· ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

· DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

· TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

· ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

· ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

· DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

· TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

S. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retarda ou reverter à evolução da resistência:
· Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos ao SANMITE EW", quando apropriado;
· Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado;
· Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
· Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www,irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov. br)