Bula Sulflow SC

acessos
Enxofre
2892
Arysta Lifescience

Composição

Enxofre 750 g/L Inorgânico

Classificação

Acaricida
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Fumigante

Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
250 a 300 mL p.c. / 100 L de calda - - - Sem restrições. Iniciar as aplicações assim que atingir o dano de nível econômio. Repetir se necessário
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
250 a 300 mL p.c. / 100 L de calda - - - Sem restrições. Iniciar as aplicações assim que atingir o dano de nível econômio. Repetir se necessário

Embalagens: 1, 5, 10, 20, 25 e 50 L.

INSTRUÇÕES DE USO

SULFLOW® SC é um acaricida que contém ENXOFRE (750 g/L) na forma de suspensão concentrada tendo uma ação inicial rápida.

Indicações de uso e Doses: Vide seção Indiações de Uso/Doses.

Nota: 250 – 300 mL do produto comercial equivalem a 187,5 – 225g do ingrediente ativo Enxofre.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar a aplicação assim que for atingido o nível de dano econômico. Repetir quando necessário.


MODO DE APLICAÇÃO:
SULFLOW® SC é dispersível em água, devendo ser uniformemente distribuído no tanque pulverizador antes de iniciar-se sua aplicação, que deverá ser através de pulverizador de pistola ou através de turboatomizador.
O acaricida deve ser mantido em suspensão constante por agitação contínua de calda.
Empregar volume de calda adequado no perfeito molhamento de toda a parte externa e interna da planta, até o ponto de escorrimento, procurando obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.


LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada: Algumas variedades podem ser mais sensíveis ao enxofre. Não aplique durante a florada ou sob temperaturas superiores a 30 graus centígrados.
A pulverização com o produto pode favorecer o aparecimento de cochonilhas. Observar intervalo mínimo de 20 dias antes e após a aplicação para pulverização de óleo mineral emulsionável ou formulações oleosas de outros pesticidas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar formação de poeira e respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada. Não fume, não coma e não beba durante o manuseio com o produto.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento, nem na presença de ventos. A pulverização do produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas impermeáveis e botas. Não fume, não coma e não beba durante a aplicação do produto.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Não de nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Ingestão: Não provoque vômito e procure logo um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Olhos: Lave com água em abundância e se houver sinal de irritação procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância. Inalação: Procure lugar arejado e se houver sinal de intoxicação, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.

ANTÍDOTO: Não específico. Tratamento sintomático

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Em caso de ingestão não provoque vômito. Se a diarréia for severa, administração oral ou intravenosa de glucose e/ou soluções eletrolíticas são apropriadas. Evite bebida alcoólica. Sintomas de alarme: Em caso de ingestão de grande quantidade do produto, sintomas semelhantes a catarse poderão ocorrer: Desidratação e depleção eletrolítica, particularmente em crianças.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Enxofre em estado coloidal quando ingerido é eficientemente absorvido pelo intestino e é prontamente excretado através da urina como sulfato inorgânico.

EFEITOS AGUDOS E COLATERAIS: DL 50 oral (ratos): maior que 5.000 mg/kg. DL 50 dérmica (coelhos): maior que 2.000 mg/kg. Irritação ocular (coelhos): irritação branda. Irritação dérmica (coelhos): irritação branda. Sensibilização dérmica (porquinho-da-índia): não sensibilizante. O enxofre elementar é moderadamente irritante à pele e sua poeira é irritante aos olhos e ao trato respiratório. Em condições de sol quente poderá haver alguma oxidação do enxofre depositado nas folhas liberando gases de óxido de enxofre muito irritantes aos olhos e ao trato respiratório.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é POUCO PERIGOSO ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções: Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais. Siga as instruções:

Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até que atingir solo não contaminado e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contatar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS:Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser enxaguadas 3 vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água.

O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 m de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3m, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade.

Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso do fosso, e após cada 15cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido e enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o órgão estadual de meio ambiente.

- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

- Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.