Bula Supimpa - UPL

Bula Supimpa

CI
Tiodicarbe
2915
UPL

Composição

Tiodicarbe 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
2 - Produto Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

BALDE METÁLICO/PLÁSTICO - 5; 7; 8; 10; 15; 20; 25; 40; 50; 80 Kg.

BOMBONA METÁLICA/PLÁSTICA - ; 25; 40; 50; 80; 100; 200; 300; 400; 500; 600; 1.000 Kg.

CONTÊINER METÁLICO/PLÁSTICO - 1.000; 1.500; 5.000; 10.000 E 20.000 Kg.

FRASCO METÁLICO E PLÁSTICO - 0,07; 0,1; 0,14; 0,15; 0,2; 0,25; 0,28; 0,3; 0,4; 0,45; 0,5; 0,6; 0,7; 0,75; 1; 1,4; 1,5; 2; 2,3; 4; 5; 7; 8; 10; 20; 25; 40; 50; 80 Kg.

GALÃO METÁLICO E PLÁSTICO - 5; 7; 8; 10; 15; 20; 25; 40; 50; 80 Kg.

SACO HIDROSSOLÚVEL - 0,07; 0,1; 0,14; 0,15; 0,2; 0,25; 0,28; 0,3; 0,4; 0,45; 0,5; 0,6; 0,7; 0,75; 1; 1,4; 1,5; 2; 2,3 Kg.

SACO METÁLICO/PLÁSTICO - 0,07; 0,1; 0,14; 0,15; 0,2; 0,25; 0,28; 0,3; 0,4; 0,45; 0,5; 0,6; 0,7; 0,75; 1; 1,4; 1,5; 2; 2,3; 4; 5; 7; 8; 10; 20; 25; 40; 50; 80 Kg.

TAMBOR METÁLICO/PLÁSTICO - 100; 200; 300; 400; 500; 600; 1.000 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

SUPIMPA é um inseticida a base de Tiodicarbe, empregado na forma de pulverizações foliares, para o controle das pragas das culturas indicadas na bula.

MODO DE APLICAÇÃO

Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas a médias, para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

PREPARO DE CALDA

Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SUPIMPA. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 7 dias;
Milho: 30 dias;
Soja: 28 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. Não deixar a calda de um dia para o outro.
- Mantenha a calda em agitação, no tanque de pulverização.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo de irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

GRUPO 1A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida SUPIMPA pertence ao Grupo 1A (Inibidores da Acetilcolinesterase) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SUPIMPA como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismos de ação distinto do Grupo 1A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar SUPIMPA ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas de SUPIMPA podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do SUPIMPA, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico do metilcarbamato de oxima não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SUPIMPA ou outros produtos do Grupo 1A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e de modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

PT: Thiodicarb Técnico DVA reg. nº 013812