Bula Tairel M - FMC

Bula Tairel M

acessos
Benalaxil + Mancozebe
2405
FMC

Composição

Benalaxil 80 g/kg Acilalaninato
Mancozebe 650 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2,5 a 3 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 a 300 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Início do florescimento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
200 a 250 g p.c./100 L de água 200 mL de calda/planta - 15 dias. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas

- Sacos plásticos ou papel com 0,5 Kg; 1,0 Kg; 2,0 Kg; 5,0 Kg; 10 Kg; 20 Kg; 25 Kg e 50 Kg.
- Sacos de papel plástico, polietileno ou metalizado de 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 1,5; 2,5; 3; 4; 8 e 15 Kg. Caixa ou frasco metálico de 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 1,5; 2,5; 3; 4; 8 e 15 Kg.
- Caixa ou frasco plástico de 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 1,5; 2,5; 3; 4; 8 e 15 Kg.
- Cartucho de papelão de 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 1,5; 2,5; 3; 4; 8 e 15 Kg.
- Tambor metálico (com revestimento anticorrosivo) de 50; 100; 200; 250; 500 e 1000 Kg.
- Tambor plástico de 50; 100; 200; 250; 500 e 1000 Kg.
- Conteiner metálico de 100; 200; 500; 1000; 1.100; 1.200; 1.300; 1.500 e 20.000 Kg.
- Conteiner em estrutura de madeirite naval com bolha de polietileno de 100; 200; 500; 1000; 1.100; 1.200; 1.300; 1.500 e 20.000 Kg.
- Big bag em tecido com proteção impermeável de 100; 200; 250; 500; 1000; 1500; 2000; 5000; 10.000; 20.000; 25.000 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO / CULTURAS / PRAGAS / DOENÇAS / PLANTAS INFESTANTES / DOSE:

BATATA: Requeima (Phytophthora infestans): 2,5-3,0 kg/ha
TOMATE: Requeima (Phytophthora infestans): 200-300 g/ 100 L água
UVA: Míldio (Plasmopora viticola): 200-250 g / 100 L água

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Batata: iniciar o tratamento no aparecimento dos primeiros sintomas. Se necessário, repetir com intervalos semanais, respeitando o máximo de 4 aplicações.
- Tomate: o controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas. Se necessário, repetir com intervalos semanais, respeitando o máximo de 4 aplicações.
- Uva: iniciar o tratamento após o aparecimento dos primeiros sintomas, e se necessário repetir a cada 15 dias, respeitando o máximo de 4 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
TAIREL M é um fungicida usado em pulverizações com equipamentos costal, manual ou tratorizado, ou pelo sistema convencional com barra. Os equipamentos devem ser adaptados com bicos de jatos cônicos da série “D” ou similar, com pressão variando de 80 a 100 PSI.
A quantidade de calda varia de 0,2 l/planta para uva e de 800 a 1000 l/ha para batata e tomate.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata,Tomate e Uva ...... 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Aguardar 24 horas após a aplicação. Caso seja necessária a reentrada antes deste período recomenda-se usar macacão de manga comprida, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há casos conhecidos de incompatibilidade com outros produtos.
TAIREL M não é fitotóxico às culturas indicadas.

RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADOS
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
- Produto extremamente irritante aos olhos.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇOES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a formação de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), óculos, máscara descartável cobrindo nariz e boca, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite, o máximo possível, o contato com a área aplicada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), touca árabe, óculos de proteção, máscara descartável cobrindo nariz e boca, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: não provoque vômito. NUNCA dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente.

Olhos: lave com água em abundância durante 15 minutos.
Pele: lave com água e sabão em abundância.
Inalação: procure local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.
ANTÍDOTO: não há antídoto específico.

Apesar desta formulação ser uma associação de dois ingredientes ativos, o quadro de intoxicação está relacionado principalmente ao componente Mancozebe da formulação.
INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE
Informações Médicas

- Grupo químico: Alquilenobis (ditiocarbamato)
- Classe toxicológica: III - EXTREMAMENTE TÓXICO
- Mecanismos de toxicidade: As formulações contendo mancozebe têm ação irritante para pele, trato respiratório e olhos.
- Vias de absorção: É absorvido por via respiratória, oral e dérmica.
- Sintomas e sinais clínicos: Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), síndrome parkinsoniana (manganismo), fadiga, cefaleia, visão borrada e náuseas.
Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastrointestinal, dores abdominais diarreia, náuseas, vômitos e diarreia, além de anorexia, cefaleia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraqueza muscular, miose, sudorese, lacrimejamento excessivo, bradicardia, convulsões e coma.
- Metabolismo e Toxicocinética: Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).
- Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação,
trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à
confirmação laboratorial.
Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem
de eletrólitos, exame de urina tipo 1 e função renal, doseamento do manganês no
sangue e na urina (níveis normais 20 a 80 ug/l no sangue e 1 a 8 ug/l na urina).
- Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para
adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórias e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e lg/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do
manganês.
- Contraindicações: o vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicações: 0800 580 1000
Centro de Informações Toxicológicas (PR): 0800-41 01 48
Hokko do Brasil Indústria Química e Agro Pecuária Ltda. (11) 3054-5000

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratórios:
Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o MANCOZEBE é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é a etilenotiouréia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação do plasma é bifásica e está essencialmente completa em 24 horas. A excreção se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile em menor quantidade.
Estudos de metabolismo em ratos mostraram que o BENALAXIL foi absorvido pelo trato gastrointestinal, metabolizado e excretado através das fezes e urina, tendo quase sua totalidade eliminada em 48 horas. Não houve acúmulo nos tecidos e órgãos dos animais estudados.
Efeitos Agudos:
TAIREL M não se mostrou irritante para pele e se mostrou extremamente irritante para os olhos de coelhos. Em teste realizado, o produto demonstrou não ser sensibilizante cutâneo em cobaias.
Efeitos Crônicos:
Mancozebe: estudo de longo prazo em camundongos não revelou toxicidade sistêmica, exceto em machos e fêmeas que receberam a dose mais alta, evidenciados por sinais de queda de peso corporal e decréscimo dos níveis circulantes de T4. O produto não apresentou características mutagênicas, teratogênicas, carcinogênicas ou efeitos sobre a reprodução.
Benalaxil: o produto não apresentou características mutagênicas, teratogênicas, carcinogênicas ou efeitos sobre a reprodução.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes
deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há casos conhecidos de incompatibilidade com outros produtos. TAIREL M não é fito tóxico às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: Utilizar os equipamentos de proteção individual recomendados nos Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item "Modo de Aplicação".

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:
( ) Altamente perigoso ao meio ambiente (classe I)
(x) Muito Perigoso ao meio ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao meio ambiente (classe III)
( ) Pouco perigosos ao meio ambiente (classe IV)
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISITENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou o equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: HOKKO DO BRASIL INDUSTRIA QUÍMICA E AGRO PECUÁRIA LTDA. Telefone de emergência (0xx11) 3054-5000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em rec lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÀO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
1. ESTA EMBALAGEM NÀO PODE SER LAVADA
II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até a devolução pelo usuário deve ser feito
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória a devolução da embalagem vazia pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV. TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (embalagens padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA NAO CONTAMINADA
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

V. DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

VI. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÀO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
VII. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambientem causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

VIII. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone (0XX11)3054.5000 para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para esse
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTADUAIS DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômicos, ecológicos e
sociologicamente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas ) - Qualquer produto utilizado no controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e também manter sua performance:
- Fungicidas específicos com o mesmo modo de ação, mesma classe e com alto risco de resistência em alvos específicos, não devem ser utilizados em aplicações consecutivas no mesmo ciclo da cultura.
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou com mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas para o mesmo patógeno, no mesmo ciclo da cultura.
- Fazer a alternância de produtos de contato com produtos com modo de ação específicos (sistêmicos).
- Utilizar quando conveniente o rodízio de produtos de contato e produtos com modo de ação específico(sistêmicos).
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula (já é incluído em outras partes do rótulo e bula).
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.