Thorn
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Triflumurom; Beta-ciflutrina
Registro MAPA:
7109
Empresa Registrante:
Bayer |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Triflumurom | 288 g/L | |
| Beta-ciflutrina | 40 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Fisiológico inibidor da síntese de quitina, Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Alabama argillacea (Curuquerê) | veja aqui | veja aqui | |
| Heliothis virescens (Lagarta da maçã) | veja aqui | veja aqui |
| Milho | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | veja aqui |
| Soja | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | veja aqui |
| Tomate | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) | veja aqui | veja aqui | |
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 15 L |
INSTRUÇÕES DE USO
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O Thorn deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas encontram-se nos primeiros estágios de desenvolvimento, para o melhor efeito do Triflumurom. Normalmente e feita uma ou duas aplicações em algodão, soja e milho; caso haja necessidade, repetir o tratamento após 10 a 15 dias. No milho, o tratamento deve ser feito antes das lagartas penetrarem no cartucho. Em tomate são realizadas quatro aplicações, sendo a primeira quando for constatada a presença de mariposa e ovos na cultura, e as demais com intervalos de 7 dias entre elas.
Número máximo de aplicações:
Para algodão, soja e milho: realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Para tomate: realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado e tratorizado) e por aeronaves. As gotas devem ter de 100 a 200 micras de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm².
Quando se empregar pulverizadores de barra, deve-se usar bicos apropriados para a modalidade; pressão da bomba, 80 a 100 lb/pol²; 200 a 300 L de calda/ha. Na aplicação com aeronaves, nas culturas de algodão, milho e soja, o avião pode ser equipado com barra (bico cônico) ou micronair; altura de voo 2 a 4 m do alvo a ser atingido, pressão da bomba 30 a 50 lb/pol², vazão de 20 a 40 L/ha, largura da faixa de deposição 15 a 18 m; vento calmo ou menor que 8 km/h, temperatura inferior a 30°C e umidade relativa do ar maior que 70%.
Para outros tipos de aparelhos, recomenda-se observar um deslocamento e pressão constantes, deforma que ocorra uma distribuição uniforme da calda aplicada. Na cultura do tomate devem ser utilizados em torno de 600 a 1000 L de calda/ha.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
- Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto não e fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
A Bayer não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves remotamente pilotadas (drones).
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rotulo / bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.