Bula Thorn

acessos
Triflumuron
7109
Bayer

Composição

Beta-cyfluthrin 40 g/L Éster piretróide
Triflumuron 288 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
50 a 100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 28 dias. Inicio das infestações
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
150 a 300 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 28 dias. Inicio da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
85 a 100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 28 dias. Inicio das infestações
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 28 dias. Inicio das Infestações
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
400 a 500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 10 dias. Iniciar na presença de mariposas e ovos na cultura
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
400 a 500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 10 dias. Iniciar na presença de mariposas e ovos na cultura

Frasco plástico ou metálico de 0,25; 0,5; 1,0 e 5,0 litros
Bombona de Polietileno de 10; 20 e 50 litros
Balde metálico de 10; 20 e 50 litros.

Instruções de uso:
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O Thom deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas encontram-se nos primeiros estágios de desenvolvimento, para o melhor efeito do Triflumurom. Normalmente é feita uma ou duas aplicações em algodão, soja e milho; caso haja necessidade, repetir o tratamento após 10 a 15 dias. No milho, o tratamento deve ser feito antes das lagartas penetrarem no cartucho. Em tomate são realizadas quatro aplicações, sendo a primeira quando for constatada a presença de mariposa e ovos na cultura, e as demais com intervalos de 7 dias entre elas.

Número máximo de aplicações: para algodão, soja e milho: realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Para tomate: realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.

Modo de Aplicação:
O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado e tratorizado) e por aeronaves. As gotas devem ter de 100 a 200 micras de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm2• Quando se empregar pulverizadores de barra, deve-se usar bicos apropriados para a modalidade; pressão da bomba, 80 a 100 Ib/poF; 200 a 300 L de calda/ha. Na aplicação com aeronaves, nas culturas de algodão, milho e soja, o avião pode ser equipado com barra (bico cônico) ou micronair; altura de vôo 2 a 4 m do alvo a ser atingido, pressão da bomba 30 a 50 Ib/poF, vazão de 20 a 40 L/ha, largura da faixa de deposição 15 a 18 m; vento calmo ou menor que 8 km/h, temperatura inferior a 30°C e umidade relativa do ar maior que 70%.

Para outros tipos de aparelhos, recomenda-se observar um deslocamento o pressão constantes, de forma que ocorra uma distribuição uniforme da calda aplicada. N cultura do tomate devem ser utilizados em tomo de 600 a 1000 L de calda/ha.
Intervalo de Segurança:
Algodão 28 dias
Milho 28 dias
Soja 28 dias
Tomate 10 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CUL RAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ¬ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIP AMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ¬ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMAIMMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem 0S equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,animais e pessoas.
PRECAUÇOES NA PREPARAÇAO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência,
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila,
Manuseie o produto em local aberto e ventilado
PRECAUÇOES DURANTE A APLlCAÇAO
Evite o máximo possível o contato. com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila.
PRECAUÇOES APOS A APLlCAÇAO
Sinalizar a área tratada com os' dizeres: 'PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual - EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual-EPI macacão
de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo m serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não ê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

- A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR BENZOILURÉIA E PIRETRÓIDE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Triflumuron - Benzoiluréia
Beta- ciflutrina - Piretróide.
Classe toxicológica- III- Altamente tóxico.
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinetica:
Triflumuron
Absorção
1 ) Insenticidas do grupo benzoiluréia podem ser absorvidos pelos humanos, devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante a pulverização de inseticidas.
2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através do trato digestivo e, em um grau menor, através da pele.
Distribuição
1) Após 7 dias da aplicação de 5 mg/kg de 14C- triflumuron foi observado ue a maior parte dos resíduos se localizou nos rins e fígado. A variação de resíduos nos tecidos, de 0.004 ppm a 0.060 ppm.
Metabolismo:
1)Não há estudos disponíveis em humanos.
2)Os estudos em animais foram conduzidos com um outro inseticida do grupo benzoiluréia (diflubenzurom) e mostraram que a principal rota de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais não foram completamente absorvidas, mas o que fOI absorVido pareceu ser rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e hidrólise.
Excreção:
Em ensaio realizado em ratos observou-se que o Triflumuron é eliminado quase que completamente em 4 dias, sendo a maior parte excretada pelas fezes (38 a 79%).
Beta-ciflutrina:
Absorção
A) Oral
Os piretróides são prontamente e rapidamente absorvidos oralmente, com ampla distribuição por todo organismo.
B) Dérmica Geralmente os piretróides são absorvidos lentamente através da pele, o que geralmente previne a toxicidade sistêmica. Contudo, um depósito significativo de piretróide pode permanecer ligado à epiderme. Os: piretróides são altamente Iipofílicos, passando através das membranas celulares; contudo, devido ao rápido metabolismo, a magnitude da: toxicidade é amplamente diminuída.
Distribuição
Os piretróides são rapidamente absorvidos oralmente (também são. rapidamente metabolizados), com ampla distribuição por todos os órgãos do corpo, mas com baixo Abucumulo tecidual.
Metabolismo
Os piretróides são rapidamente hidrolisados no fígado ao seu ácido inativo e derivados alcoólicos, provavelmente pela carboxilesterase microssomal. Também ocorre degradação e hidroxilação do álcool da: posição 4', e a oxidação produz uma grande quantidade de metabólitos. :
Há alguma estereoespecifididade no metabolismo, com os isômeros trans sendo hidrolisados mais rapidamente do que os isômeros Cis, para os quais a oxidação é a mais Importante via metabólica. Contudo os grupos alfa-ciano reduzem a suscetibilidade da molécula ao metabolismo: hidrolítico e oxidativo grupo ciano é convertido ao aldeído: correspondente (com liberação do íon cianeto), seguido por oxidação ao ácido carboxílico, suficientemente rápido para que ocorra uma. excreção eficiente pelos mamíferos. Outras diferenças na estrutura qUlmlca dos: piretróides têm menos efeito na velocidade do metabolismo.
Estudos em animais mostram que a hidrólise de piretróides é inibida por agentes dialquilfosforiladores tais como inseticidas organofosforados .
Eliminação
Ocorre uma metabolização rápida por éster hidrólise, resultando em metabólitos inativos que são excretados principalmente na urina. Uma: proporção menor é excretada inalterada nas fezes. Os piretróides são: eliminados dos animais rápida e completamente. Em animais, a beta-ciflutrina foi ampla e rapidamente eliminada: 98% foram eliminados 48h após administração, via urina e fezes.

Mecanismos de toxicidade:
Triflumuron
Em estudos de administração oral, o triflumuron mostrou sinais transientes e não específicos. Para administração via inalatória da maior dose atingível no aerossol, somente foram evidenciados sinais de distúrbios transientes nas condições gerais dos animais além de descarga nasal. A toxicidade dérmica também foi muito baixa. :

O maior efeito tóxico do Ttiflumuron representa danos aos eritrócitos em ' estudos de doses repetidas. Processos regenerativos ou compensatórios como alta atividade da medula óssea, hematopoiese extracelular. No Baço e aparecimento freqüente de eritrócitos imaturos no sangue periférico são observados. O aumento da hematopoiese Indica que o ataque primário do triflumuron se deu no sangue periférico. Resultados de estudos de longo prazo Indicam que o produto não e hepatotóxico ou nefrotóxico
Beta-ciflutrina,
O sítio primário de ação, dos piretróides no sistema nervoso dos vertebrados é 0 canal de sódio da membrana neural. Os piretróiqes, causam prolongámento da permeabilidade da membrana ao íon sódio Idurante a fase excitatória do potencial de ação. Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminações Oriais nervosas e podendo progredir para i, uma hlperexcltaçao de todo o sistema nervoso. Os piretróides do Tipo II ( EX: Beta-ciflutrina) possuem o grupo alfa-ciano e são mais potentes e tóxicos, podendo produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do, potencial de ação e colapso na condução axonal.
A interação com os. canais de sódio são é o único mecanismo de ação proposto para os piretroides. Os efeitos causados no SNC levaram a : sugestão de ações via antagonismo do ácido gama-aminobutírito, (GABA) mediado por inibição, modulação da transmissão nicotínico-colinérgica, aumento na liberação de noradrenalina ou ações nos íons cálcio mas é improvável que. Um desses efeitos represente o mecanismo primário de ação dos piretroídes.
Sintomas e sinais clínicos
Triflumuron:
1) Em humanos, saudáveis os inseticidas do grupo benzoiluréia, não parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em humanos sao mUIto limitados. A maioria dos casos de exposição é por via dérmica ou inalatória. A exposição oral também pode ocorrer, mas não há dados relatados de ingestão acidental ou exposição intencional destes agrotóxicos.
2) Alguns estudos em animais mostraram que a exposição a inseticidas benzoiluréicos pode causar metemoglobinemia.
Ocular
Alguns compostos do grupo das benzoiluréias podem causar irritação ocular.
Respiratório
Espirros, irritação e congestão nasal, rigidez peitoral, dificuldade respiratoria, tosse prejuízo da runção pulmonar foram relatados, mas estão provavelmente relacionados à adição de outros ingredientes ao produto.
Gastrintestinal
Podem ocorrer náuseas e vômito após a ingestão destes pesticidas.
Hematológico
Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com animais de laboratório.
Beta-Ciflutrina
Baseado nos sinais de toxicidade em mamíferos e invertebrados, os. piretróides podem ser classificados em dois tipos: Tipo I e Tipo II (alfa- i ciano piretróides).
Os piretróides do tipo II (ex: Beta-ciflutrina) têm mostrado produzir uma típica síndrome tóxica com ataxia, convulsões, hiperatividade, coreoatetose e salivação profusa.

Intoxicação aguda:
Exposição Dérrnica Os sintomas mais comuns são: formigamento, prurido, eritema e queimação na face ou em outras áreas expostas. Esses compostos não são, em princípio irritantes, contudo o efeito principal da exposição é ai dermatite. A lesão usual é uma dermatite eritematosa moderada com
vesículas, pápulas nas áreas úmidas e Intenso prurido.
Exposição Ocular
Pode ocorrer irritação ocular com lacrimação e conjuntivite transitória, dano moderado ou severo da córnea, decréscimo da acuidade visual e Iedema periorbital.
Inalação
A inalação é a principal via de exposição, sendo a irritação das vias respiratórias o efeito tóxico primário. Após inalação, é comum ocorrer,
tosse, dispnela moderada, rinorréia e sensação de garganta arranhada., Podem ser observadas reações de hipersenbilidade incluindo respiração , ofegante, espirros e brocoespasmo.
Ingestão
Pode causar náusea, vômit0 e dor abdominal.
Toxicidade Sistêmica
Sintomas sistêmicos podem ser desenvolvidos após exposição de: extensa superfície dérmica, inalação ou ingestão prolongada. Os sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e hipersalivação. A intoxicação severa não é comum e geralmente sucede ingestão considerável e causa comprometimento da consciência, fasciculações musculares, convulsões e,raramente, edema pulmonar não cardiogênico.
Cardiovascular
Podem ocorrer hipotenção e taquicardia associadas à anafilaxia
Respiratória
Podem ocorrer reações de hipersensibilidade caracterizadas por pneumonia, tosse, dispnéia, dificuldade respiratória, dor no peito e: broncoespasmo. Foram relatados casos raros de parada respiratória e cardiopulmonar. .

Neurológica
Parestesias, dores de cabeça e vertigens são comuns. Exposição: substancial pode resultar em hiperexcitabilidade e convulsões, mas é raro.
Gastrointestinal
Geralmente ocorre náusea, vômito e dor abdominal dentro de 10 a 60 minutos após a ingestão.

Dermatológica
Podem ocorrer irritação é dermatite de contato. Após exposiçao: prolongada, também foi observado eritema semelhante àquele produzido por queimadura solar.
Imunológica
Após inalação, foi relatado broncoespamo membranas mucosas da cavidade oral e anafiláticas.
Podem ser observadas: pneumonia por hipersensibilidade caracterizada 1 por tosse, alterações respiratórias, dor no peito e broncoespasmo.
Diagnostico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento
Não há antídoto específico para nenhum dos ativos, o tratamento deve , ser sintomático e de suporte.
A irritação cutânea causados pela beta-ciflutrina pode ser dolorosa e
requerer aplicação de analgésicos e anestésicos locais. Da mesma maneira o uso de colírio anestésico pode ser necessária em caso de exposição ocular.
Em caso de ingestões volumosas, as funções respiratórias e cardíacas devem ser monitoradas.
Em caso de convulsão, uso de diazepam deve ser considerado como, tratamento de escolha. O tratamento para quadros de convulsão deve ser seguido de uso de benzodiazepínicos e oxigenação extra e caso ainda insuficiente, administração de fenobarbital pode ser necessária em casos tipo epiléticos. Sugestão de regime de infusão começa com 10 a 30 mg diazepam IV de acordo com peso corpóreo, sendo repetida a cada 10 a 30 minutos dependendo da resposta de cada paciente. Se houver salivação muito abundante, uma dose única de atropina pode ajudar. 0,6 a 1,2 mg para adultos e 0,02mg/kg peso corpóreo para crianças deve ser a dose de escolha.

Contra-indicações
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos
Não conhecidos ou existentes
Atenção
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso: e obter informaçõEs especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. .
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIA T - ANVISAlMS
Notifique ao sisten1a de inforlmação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefone de Emergência da empresa: (xx21)27614023 e 0800 7010450

Precauções relativas à proteção do meio ambiente:
Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( Classe II)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁ VEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de capitação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação municipal e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Bayer S.A. - Telefone de emergência: 0800-
243334.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima .
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS V AZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1\4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagens SECUNDÁRIAS ( NÃO CONTAMINADAS):
Esta embalagem não pode ser lavada.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO OU DO DISTRITO FEDERAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:

- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo I bula.

- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.