Bula Zura 806 SL

acessos
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D)
20816
AllierBrasil

Composição

Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem no estádio de 3 a 5 folhas
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem no estádio de 3 a 5 folhas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem no estádio de 3 a 5 folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 30 dias Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas atingirem 5 a 10 cm de altura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 30 dias Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas atingirem 5 a 10 cm de altura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 30 dias Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas atingirem 5 a 10 cm de altura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 30 dias Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas atingirem 5 a 10 cm de altura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 30 dias Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas atingirem 5 a 10 cm de altura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com no máximo 10 folhas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, até o milho atingir no máximo 4 a 5 folhas. Aplicações posteriores somente com jato dirigido
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, até o milho atingir no máximo 4 a 5 folhas. Aplicações posteriores somente com jato dirigido
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, até o milho atingir no máximo 4 a 5 folhas. Aplicações posteriores somente com jato dirigido
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, até o milho atingir no máximo 4 a 5 folhas. Aplicações posteriores somente com jato dirigido
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, até o milho atingir no máximo 4 a 5 folhas. Aplicações posteriores somente com jato dirigido
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, até o milho atingir no máximo 4 a 5 folhas. Aplicações posteriores somente com jato dirigido
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, até o milho atingir no máximo 4 a 5 folhas. Aplicações posteriores somente com jato dirigido
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar até aproximadamente 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar até aproximadamente 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar até aproximadamente 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar até aproximadamente 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado. Aplicar até aproximadamente 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma única aplicação. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, quando estas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento, com altura de, no máximo, 10 cm
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma única aplicação. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, quando estas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento, com altura de, no máximo, 10 cm
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma única aplicação. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, em área total, quando estas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento, com altura de, no máximo, 10 cm
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar 7 a 15 dias antes da semeadura, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar 7 a 15 dias antes da semeadura, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar 7 a 15 dias antes da semeadura, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar 7 a 15 dias antes da semeadura, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar 7 a 15 dias antes da semeadura, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Não determinado. Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas, após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento

Conteúdo: 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 1.000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 30.000; 45.000; 50.000; 60.000 e 65.000 litros.

INSTRUÇOES DE USO:
ZURA 806 SL é um herbicida seletivo de ação sistêmica, do grupo químico acido ariloxialcanóico, na formulação Concentrado que contem 806 g/L de 2,4-D, equivalente a 670 g/L de acido de 2,4-D, indicado para o controle, de plantas daninhas nas culturas de arroz, arroz-irrigado, cana-de-açúcar e trigo (pós-emergência da cultura e plantas daninhas); café (jato dirigido nas entrelinhas), milho (plantio direto e em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas), pastagem, soja (plantio direto) e trigo.

As doses indicadas, quando aplicadas de acordo com as recomendações da bula, controlam as plantas daninhas na fase jovem até a fase adulta. Doses menores são recomendadas para os casos de baixa infestação. As doses dependem do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e do tipo de equipamento utilizado.
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Número de aplicação: uma aplicação por ciclo da cultura.
Arroz:
Pós-emergência das plantas daninhas.
Aplicar o produto rio período após o inicio do perfilhamento e antes do emborrachamento.
Arroz-irrigado:
Pós-emergência das plantas daninhas.
Aplicar o produto com as plantas daninhas no estádio de 3 a 5 folhas. O produto deve ser aplicado com pouca ou sem água de irrigação.

Café:
Pós-emergência das plantas daninhas.
Aplicar o produto através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, quando as plantas daninhas atingirem 5 a 10 cm de altura, em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
cana-de-açúcar:
Doses de 1 a 1.5 L/ha:
Pós-emergência das plantas daninhas.
Aplicar o produto quando as plantas daninhas estiverem em pleno crescimento vegetativo, com no máximo 10 folhas, antes da formação de colmos da cana-de-açúcar. Não aplicar o produto em períodos de estresse hídrico.
Dose de 3,5 L/ha:
Pre-emergencia: Aplicar o produto antes da germinação das plantas daninhas e da cultura quando o solo ainda estiver Úmido.
Usar o produto somente em solo media.
Após cada corte da cana, repetir a aplicação do produto em pós-emergência da cultura.
Milho:
- Pós-emergência das plantas daninhas:
Aplicar o produto em área total ate o milho atingir no máxima 4-5 folhas. Para aplicação mais tardia, esta devera ser realizada através de jato dirigido, sobre as plantas daninhas, de forma a evitar que atinja as planta de milho, quando estas estiverem com mais de 4 folhas.
Consultar a empresa fornecedora de sementes sobre a seletividade do produto em relação as diferentes cultivares sensíveis ao 2,4-D.
- Plantio direto:
Número de aplicação: uma aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto ate aproximadamente 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas.
Pastagem:
Pós-emergência das plantas daninhas.
Aplicar o produto em área total, quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento. com altura de, no máxima, 10 cm.
Soja (plantio direto):
Aplicar o produto entre 7 a 15 dias antes da semeadura, visando o controle em Pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura de no Máximo 10 cm.
Trigo:
Pós-emergência das plantas daninhas.
Aplicar o produto no período após o inicio do perfilhamento e antes do emborrachamento.
MODO DE APLICACAO:
ZURA 806 SL deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, em pulverização foliar.
Equipamentos de aplicação:
ZURA 806 SL deve ser aplicado através de pulverizadores tratorizados com barra. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.
Não aplicar o produto através de aeronaves agrícolas. pulverizador manual ou costal.
Tipo de equipamento:
Tratorizado convencional com barra.
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110. Pressão: 2,15 a 4,3 kg/cm² (30 a 60 Ib/pol). Tamanho de gotas: 200 a 300 micrometros. Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm'. Condições climáticas recomendadas: velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 70%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar ZURA 806 SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Realizar a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Após substituí-la por solução de carvão ativado na concentração de 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias. Lavar em seguida com água e detergente. Descartar a água da lavagem em pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz: não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
Pastagem: Não determinado.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio.
INTERVALO DE RE-ENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Somente utilizar as doses recomendadas.
- Não aplicar o produto quando houver a possibilidade de atingir diretamente, ou através de deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis ao 2,4-D, tais como culturas de dicotiledóneas, hortaliças, bananeira, algodão, amendoim, batata, tomate, feijão, soja, café, citros, fumo, eucalipto, mamona, frutíferas, flores, plantas ou arbustos ornamentais.
- O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
- Na cultura do milho, o produto poderá apresentar fitotoxicidade, quando a aplicação for realizada fora do período recomendado, ou em cultivos em solo arenoso. Não aplicar após o estádio de 4 a 6 folhas. Verificar junto as empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
- Na cultura do café, a aplicação do produto não devera atingir as folhas da cultura.
- Não aplicar o produto quando houver a possibilidade de atingir diretamente, ou através de deriva e/ou enxurrada espécies de plantas Úteis susceptíveis.
- O produto em contato com sementes poderá inibir a germinação destas
- Não misturar o produto com Óleo, espalhastes adesivos e adjuvantes.
- Não utilizar o equipamento de pulverização do produto para pulverização de outros produtos em plantas susceptíveis
- Não aplicar o produto através de aeronaves agrícolas, pulverizador manual ou costal.
- Não aplicar o produto em plantas daninhas sob condições de estresse hídrico, frio ou injúria mecânicas.
- Não aplicar em plantas daninhas com altura superior a 10 cm e número de folhas major que 10.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
Não utilize equipamentos de proteção (EPI's) danificados.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (MANUSEIO DO PRODUTO):
Use protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO (APLICAÇÃO DO PRODUTO):
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechada, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO:
Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
PELE: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR 2,4-D - INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: ácido ariloxialcanóico
Vias de exposição: inalatória, dérmica e oral.

Toxicocinética: 2,4-D é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre 10 minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação. A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses. Absorção de ésteres de 2,4-D é mais lenta que a das formas ácidas ou sais, entretanto, as taxas de excreção são similares. A taxa de absorção inalatória também é rápida. A absorção dérmica foi de 10% e após administração intravenosa, a absorção foi de 100%. É amplamente distribuído e não bioacumula. Estudos em humanos mostraram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D administrada oralmente segue a cinética de primeira ordem com excreção urinária de (10,2- 28,4) horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do que na exposição oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais rapidamente seguindo a rota oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética, bifásica começando 8 horas após a administração da dose com meia-vida para vários tecidos de (0,6 — 2,3) horas da primeira fase e (25,7 — 29) horas da segunda fase. Após absorvido, o 2,4-D sofre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos de 2,4-D, entre (0-27%) da dose administrada. O 2,4-D não é metabolizado a intermediários reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária, sendo secretada ativamente pelos túbulos proximais. A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose. Após administração orar de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96 horas e (87-100)%, eliminado na urina em 6 dias. A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a oral. Outra importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a perspiração. Após exposição de 2 horas, 2,4-D foi detectado na perspiração por 2 semanas e na urina por 5 dias.

Mecanismos de toxicidade: 2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervosa central. Com muitas poucas exceções, a toxicidade relativa das sais e formas ester de 2,4-D são bastante similares as da forma ácida. 2,4-D usa sistemas de transporte ativo para entrar nos' tecidos e cruzar a barreira hematoencefalica. Apesar de penetrar pouco no sistema nervosa, o 2,4-D atinge níveis tóxicos. A altas doses, o sistema de transporte responsável pelo efluxo de 2,4-D do cérebro é inibido. Além disso, dano vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas doses de 2,4-D, o qual pode facilitar o influxo devido ao comprometimento da barreira hematoencefalica. Saturação da união à proteína plasmática também pode contribuir.


A exposição ocular pode causar irritação severa com injuria da córnea.
Exposição Aguda: Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão: Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
Patofisiológia: Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular: Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório: Ingestão de grande quantidade pode causar bradipneia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Neurológico: Exposição a baixas doses: podem ocorrer dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
Exposições a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda da consciência.
Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrointestinal: Foram relatadas náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrointestinal.
Hepático: Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário: Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida a rabdomiólise tambem é passivel.
Hidro-eletrolítico: A ingestão de 2,4-D pode levar a hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico: A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico: O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético: Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino: Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.

Diagnostico: População de risco: indivíduos portadores de doença hepática, renal,
cardiovascular, dermatológica, convulsões e neuropatias.
Exposição Aguda: após intoxicação por 2,4-D em humanos pode ocorrer:
Sinais e sintomas:
Dérmica: Irritação, exantema; não é sensibilizante.
Ocular: Extremamente e irritante ácido e sais
Inalatória: Leve irritação
Oral: náusea, vômito, diarréia e enterocolite hemorrágica, sintomas sistêmicos.
Sistêmica: Fatiga, astenia, anorexia, sudorese profusa, sensação queimação na língua, faringe, tórax e abdômen, febre e:
a) Sintomas neurológicos- a baixas doses: vertigem, dor cabeça, mal-estar, alteração da marcha, dismetria anestesia e parestesias; a doses elevadas: alteração regulação da temperatura corporal (hipotermia, e ambientes frios e febre em ambientes quente contrações musculares, espasmos, fasciculações, fraqueza profunda, hiporeflexia polineurite, paralise
flácida, convulsões com ou sem opistótono, hipotonia hipertonia, relaxamento de esfínteres, nistagmo midriase, hipotensão e choque, letargia, coma; reações idiossincráticas: neuropatias periféricas com ou sem d intensa.
b) taquicardia, bradicardia, anormalidades eletrocardiograma, assistolia, outras disritmia, hipotensão, miocardite tóxica; bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação, edema pulmonar pneumonia.; albuminúria e porfiria; insuficiência rei devida à rabdomiólise, impotência sexual (por semana e meses); hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia
alterações ácido-base (acidose metabólico trombocitopenia, leucopenia; espasmos muscular rigidez muscular, elevação da CPK e rabdomiólise
hipoglicemia.
c) Óbito: Pode decorrer de parada cardiorespiratória
devido a arritmias ou pneumonia.

Efeitos crônicos: exposição crônica pode levar a alterações do sistema nervoso central no controle da função motora, dermatite de contato, hepatotoxicidade e cirrose, astenia, tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovasculares, hipersialorréia, incremento da sensibilidade auditiva e gosto doce na boca. Baseados em estudos que mostraram efeitos na tireóide e nas gônadas seguindo exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma preocupação em relação ao potencial de desregulação endócrina necessários novos estudos. É suspeito de causar efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não foi genotóxico nem
mutagênico, entretanto, devido a preocupação com a carcinogenicidade do produto com bases em estudos epidemiológicos antigos realizados em humanos, novos estudos prospectivos de coorte foram realizados sobre associação entre 2,4-D e sarcoma de tecido mole e linfoma nao-Hodgkin, com resultados conflitantes. Os estudos epidemiológicos mais antigos descreviam a associação com esses tumores; os mais recentes, conforme revisão da IARCIWHO, apontam que a carcinogenicidade seja devida a presença de contaminantes do produto, especialmente a dioxina. IARC/WHO classifica atualmente o 2,4-D como possível carcinogenico (grupo 2B).

- Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

- O use continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas resistentes a estes herbicidas. - Utilizar a rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o herbicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rotulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle cultural, biológico, etc.), rotação de culturas, dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.