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Nafta quer reduzir perda com "vaca louca"


Estados Unidos, Canadá e México - países que formam a Acordo para o Livre Comércio da América do Norte (Nafta) - querem fixar novas diretrizes internacionais para reduzir as conseqüências da doença da "vaca louca", a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) para o comércio, segundo noticiou o jornal "The Wall Street Journal", citando algumas autoridades norte-americanas e também européias.

Os países do Nafta apresentarão esta proposta na Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE) em setembro, segundo informou o jornal norte-americano, citando Alex Thiermann, especialista em Encefalopatia Espongiforme Bovina do grupo.

Os Estados Unidos e outros países proibiram a importação de carne bovina do Canadá depois que foi noticiado um único caso da doença, e representantes dos norte-americanos estão preocupados com as amplas restrições ao comércio que o Canadá sofreu em conseqüência disso, segundo noticiou o jornal americano.

O Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) continua trabalhando nesta proposta, segundo informou o jornal, citando representantes do Serviço de Inspeção Fitossanitária e Animal do departamento.

Prejuízos

Os problemas com a "vaca louca" prejudicaram de maneira expressiva a Europa e sobretudo o Reino Unido quando em meados dos anos 90 o governo britânico admitiu a possibilidade de ligação entre a doença nos bovinos e seu equivalente no ser humano, o Mal de Creutzfeldt-Jakob.

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