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Seca prejudica citros, canaviais e cafezais


A semana foi marcada por uma grande variação nas condições do tempo, afetando principalmente a temperatura. Na segunda-feira passada, uma massa de ar frio manteve baixa a temperatura em todo o Estado. A massa de ar aqueceu-se e, no sábado, a máxima passou de 32 graus. A chegada de nova frente fria na madrugada da segunda-feira trouxe chuvas fracas para todas as regiões.

As condições críticas de umidade do solo prevalecem na maior parte do Estado. Até mesmo no oeste, em Adamantina e Presidente Prudente, e também no sul, próximo de Tatuí, o armazenamento de água no solo está abaixo dos 25% da capacidade máxima de retenção, prejudicando as culturas em desenvolvimento e as pastagens.

Citros - Em Bebedouro, Jaú, Limeira, Mococa, Pindamonhangaba, Pindorama e Votuporanga o armazenamento de água no solo varia entre 6% e 8% da capacidade máxima de retenção, prejudicando pomares de laranja, tangerina e limão, canaviais e cafezais. Nas culturas irrigadas, como pomares de uva e goiaba e lavouras de tomate e batata, a freqüência de aplicação de água tem aumentado nas últimas semanas por causa das altas taxas de evapotranspiração, aumentando os custos de produção.

O clima continua favorável à colheita, com redução de perdas, principalmente da laranja em Itápolis e Matão, da cana em Jaú e Ribeirão Preto, do café em Mococa, Garça e Franca, e das frutas, especialmente do morango, em Monte Alegre do Sul, Jarinu e Atibaia. Algumas culturas têm sido atacadas por pragas e doenças, favorecidas pelas altas temperaturas e pela falta de chuvas, caso das lavouras de eucalipto em Mogi-Guaçu e Botucatu.

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