Quanto a promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres, o RS revela bons resultados no que tange à razão entre homens e mulheres alfabetizados no ensino fundamental e médio. Já no ensino superior não está havendo avanço. Por sua vez, no mercado de trabalho e na participação política igualmente os resultados não são bons neste quesito. Preocupa também os resultados sobre a redução da mortalidade infantil e de melhoria da saúde materna. A meta de reduzir em dois terços a mortalidade de crianças menores de cinco anos não será alcançada. A situação é ainda mais difícil no que diz respeito à mortalidade materna, com tendência a piorar. Os resultados também não são animadores quanto ao objetivo de combater a AIDS, a tuberculose e outras doenças. As metas não deverão ser atingidas até 2015. Houve, inclusive, aumento da AIDS em mulheres entre 15 e 24 anos. Já o objetivo de garantir a sustentabilidade ambiental mostra resultados satisfatórios. O acesso à água está melhorando, devendo atingir à meta. O mesmo não se pode dizer quanto ao acesso à rede de esgotos. Em síntese, das 18 metas existentes, o RS possui 7 nas categorias entre alcançadas e a caminho. Importante se faz salientar que o Estado, em 2006, possuía 10,87 milhões de pessoas, sendo 84,9% nas áreas urbanas e 15,1% nas áreas rurais. No mesmo ano, o Estado gaúcho possuía 5,32 milhões de homens e 5,55 milhões de mulheres. Em 1991, a população total do RS era de 9,02 milhões de pessoas, sendo que 3,5% estavam na faixa etária de 70 anos e mais. Para 2015, a projeção indica um total de 11,75 milhões de habitantes, sendo 5,8% na faixa de 70 anos e mais. A população na faixa etária de 60 anos para cima, passará de 8,7% do total em 1991 para 14,2% em 2015. Ou seja, a população gaúcha está vivendo mais!