RESUMO: “Bases técnico-econômicas/ambientais para pequena produção de bons aquecimentos/refrigerações reversas-absorvidas ou gerações elétricas grupais/condominiais/prediais por sistema hibrido no mesmo local ou vizinhos pela captação solar fotovoltaica diurna + singaseificação vespertina mais noturna, ou por 24 horas, de matérias-primas sujas locais”
Obviamente, de forma técnica-econômica e ambiental plenamente possíveis e até recomendáveis, em alguns pequenos ou médios projetos locais com necessárias fontes hibridas, pode-se e até deve-se captar energia fotovoltaica em painéis locais (embora nem tão eficientes, como pelas minhas PTC com pedidos anteriores de patentes ou mesmo por esta minha mini ou pequena “calha-estufa” – com 2,00 m comprimento x 0,40 m largura x 0,25 m altura -, também PTC com reflexões e concentrações apenas internas e próximas em 8 tubos coletores com 5/8 pol. a 1,0 pol. para produção de água quente ou de fluido térmico). Isto pode ou precisa ocorrer em diversas situações, como: a) Locais isolados e distantes; b) Grupos sem ou com poucos recursos financeiros; c) Locais com muitas quedas de energias da rede; d) Plantas fundamentais socioeconômico-ambientalmente, mas cujo espaço oferecido ou disponível não comporte usinas geradoras a partir de turbinas a vapor mais um pequeno singaseificador para fluido térmico; e) Grupos ou locais com baixa produção diária das aqui chamadas de “matérias-primas sujas” (lixos, fezes animais e humanas, detritos, biomassas, sobras alimentos, resíduos processamentos, esgotos etc..). Também, invés de plantas geradoras, pode-se ter plantas residenciais/grupais, industriais aquecedoras e/ou refrigeradoras reversas por absorção, bastando trocar os painéis captadores solares PV por placas captadoras térmicas solares, também alterando o destino do singas dos singaseificadores locais, neste caso, abolindo a necessidade de moto-geradores ao pé, o que barateia muito estes projetos específicos.
Por exemplo, no sistema hibrido e barato de painéis captadores PV mais singaseificador, a seguir pormenorizado, é perfeitamente possível gerar - de forma mínima, real, liquida e hibrida – cerca de 8 KWh (8.000 Watts/hora), suficientes para abastecer até 25 residências vizinhas por 24 horas/dia (todas já ligadas à rede, ou seja, “grid-in” ou “grid-tied”) com cada residência consumindo em média 330 W/hora (no Brasil, o consumo médio varia de 70 W/h a 950 W/hora, conforme a renda familiar e o local). Quando e se houver geração noturna excessiva, em vez de se entregar as cargas em excesso no “grid-in” à empresa fornecedora elétrica local por preços baratos, pode-se adicionar 01 a 03 baterias, também para 150ah cada, ao Sistema, sendo todas para fornecimentos complementares/emergenciais diurnos e próprios, tornando-se quase um sistema “grid-off” (100% isolado, independente, mesmo que longínquo ou fora da rede intencionalmente).


