Apenas um presente e como colaboração, pois, raramente, se acha algo escrito acerca no Brasil, pois quase ninguém quer dividir o muito pouco que sabe acerca. Mesmo algumas escolas e professores, infelizmente, ainda têm poucos acessos a tais informações estratégicas. Estas são resumidas, incompletas e parciais, mas já são um inicio. Façam bons usos e procurem sempre repartir os conhecimentos, pois, eles, atualmente, envelhecem a cada 3 a 5 anos, segundo o emérito professor e pensador, Peter Drucker, cujas citações iniciaram meus 14 livros publicados sobre cadeias agronegócios entre 2002 e 2006 - e.books)
1) IDE diretos EM BOLSAS (ações, debêntures, IPO, underwriting etc..); Altos riscos, possíveis altos lucros, mas muito demorados; sem exigir projetos mas precisa-se conhecer muito bem o mercado, as empresas e confiar nos agentes; Alta liquidez e facilidade de saídas; Aqui o que o investidor quer são ALTOS LUCROS se possível com segurança e mesmo que em médio prazo (valorização da ação mais bons dividendos anuais);
2) IDE diretos EM SUBSDIÁRIAS (filiais) ou EM NOVAS PARCERIAS COM EMPRESAS NACIONAIS PEQUENAS - em sua maioria FAMILIARES – desde que com bons mercados definidos e em ampliações externas ou internas; Médios riscos, mas exigem dificeis re-estruturações nas direções familiares; POSSÍVEIS ALTOS LUCROS tanto no mercado interno como nas exportações; parceria muito demandadas, mas com mercado nacional escasso (alta resistência dos proprietários e/ou de seus familiares e/ou dirigentes); liquidez média e certa dificuldade de saída; exigem projetos simples, bem elaborados mas baratos (business plan) e bons conhecimentos dos mercados, setores e grande confiança nos agentes intermediários (prospectadores e administradores);