INFELIZMENTE, e como num cartel, o custo e a confiabilidade de nossa energia elétrica – urbana, periurbana e até rural - estão cada vez piores. ASSIM, TORNA-SE URGENTE IDENTIFICAR FONTES COMPLEMENTARES OU ALTERNATIVAS PARA BAIXAR AS CONTAS E/OU PRODUZIR OFERTA CONFIÁVEL E SEGURA.
Além dos crescentes usos das energias solares FOTOVOLTAICAS (algumas até baratas e até eficientes, desde que com boas baterias ao pé e suficientes para no mínimo 3 dias de ESTOCAGENS reais, vez que a captação solar real máxima no Brasil é apenas de 5 horas/dia não nublados ou não empoeirados) mais por CALHAS SOLARES PTC para aquecimentos/gerações ou por PANQUECAS SOLARES (estas mais para aquecimentos, isto é, para reduzir custos com eletricidades) e o retorno/ampliação dos usos dos biodigestores de fezes animais/humanas e de sobras de alimentos (em especial na produção e na agroindustrializacão local da pecuária leiteira e/ou de frutas e/ou de legumes e/ou de extrativismos e/ou de orgânicos/produtos “fair trade”, onde também atuam como excelente limpador e viabilizador ambiental), A INDÚSTRIA NACIONAL JÁ OFERECE MUITAS OUTRAS BOAS FORMAS E FONTES, ISOLADAS OU HIBRIDAS, PARA PRODUÇÕES ELÉTRICAS/AQUECIMENTOS - PRÓXIMAS, PRÓPRIAS E MUITO MAIS BARATAS, EM BONS NIVEIS E CONFIÁVEIS - PARA USOS RURAIS E PERIURBANOS, COMO SE PODERÁ VER NOS FILMETES E INFORMES AO FINAL.
NESTE MOMENTO CRUCIAL DA INTENSIFICAÇÃO DA COVID-19, JÁ SE PERCEBE QUE A SALVAÇÃO DO NOSSO PAIS E NOSSOS EMPREGOS/RENDAS RURAIS PASSARÁ, NECESSARIAMENTE, PELA BEM MAIOR E MELHOR PRODUÇÃO DE ALIMENTOS E DA BEM MAIOR/MELHOR AGROINDUSTRIALIZAÇÕES/OFERTAS LOCAIS/MAIORES CONSUMOS/MAIS EXPORTAÇÕES/MAIS ARRECADAÇÕES LOCAIS FUNDAMENTAIS (não apenas pela pequena e INCOMPLETA e tão propagada ALV - Agregação Local de Valor) DA AGRICULTURA INTERIORANA, LOCAL E MICRO REGIONAL. Tudo isto também será fundamental na bem maior geração e manutenção dos empregos e maiores rendas dos familiares nos locais interioranos e periurbanos para recompor e até ampliar os consumos dos bens industriais a serem fabricados nas cidades maiores (NÃO APENAS DO AGRONEGÓCIO MICRO REGIONAL TOTAL, POIS A MAIORIA DESTE – EM ESPECIAL DAS MUITAS MULTIS E TRADINGS atuantes - POUCO TRANSFERE DA RECEITA REAL OBTIDA NO ATACADO/VAREJO/EXPORTAÇÃO FINAL PARA SEUS AGRICULTORES INICIAIS. EM ALGUNS SISTEMAS – EM ESPECIAL NA INTEGRAÇÃO RURAL POR GRANDES EMPRESAS NACIONAIS E ATÉ COOPERATIVAS, EMBORA AINDA FUNDAMENTAIS – QUASE SE OS ESCRAVIZAM (mão-de-obra barata), EMBORA POUCOS TENHAM A CORAGEM DE DENUNCIAR ISTO (nem suas Entidades) e MUITOS ATÉ OS DEFENDEM, mas sabe-se que precisamos recriar um modelo 100% nacional, bem mais adequado as nossas realidades e não apenas copiados dos modelos norte-americanos ou de outros paises, onde já há e bem funcionam há muitos anos os famosos, tranquilizadores e muitos justos Seguros de Renda, Seguros Catástrofes, Seguros de Créditos, de Investimentos, de Parcerias etc.. (“completions bonds”, “surety bond”, operações Barter, seguros de renda e anti-ciclicos da “RMA – Risk Management Agency” dos EUA etc..).
A COVID no Brasil está sendo tão cruel na área urbana que até já se prevê certo êxodo urbano continuado (é isto mesmo e ao contrario do Rural) e por muitos anos no Brasil e na América do Sul (como ocorreu rápido na Europa no pós-guerra e com destinos às pequenas cidades vizinhas em até 100 km das grandes, mas com muitas facilidades de transportes rápidos e estratégicos, que foram a prioridade publica no pos-guerra), algo raro, vez que já cerca de 70% das pessoas no Brasil moram, até em favelas, mas em até 300 km das beiras das praias, segundo diversos diagnósticos e por diversas razões. Pior é que recente, também por diversas razões em especial pela falta de apoio e de incentivos reais (no Brasil, infelizmente, ainda há muitos programas teóricos, eleitoreiros/marqueteiros pessoais/organizacionais e apenas de blábláblá etc..), muitos agricultores, em especial familiares, tiveram – novamente por diversos motivos, erros e até efeitos rebanhos/Maria-vai-com as outras - quase que expulsarem seus filhos (AQUI, como nos EUA, Europa e Japão, “filhos de ricos” são as prioridades estudantis, preparatórias/empregatícias na área urbana –, vez que o bom/ótimo preparo/realmente competitivo é muito caro e seus pais urbanos não somente podem, como apostam muito nisto sem esperar pelos Governos - e muitas famílias rurais e periurbanas pobres quase que se negam a entender isto e ainda que somente no interior seus “filhos de pobres” são muito, ou um pouco mais, competitivos, além de não se contaminarem pelo meio urbano – atraídos pelo efeito chamado de brilho da “luz urbana” ou “efeito-shopping”) e outros parentes e seus idosos para as áreas urbanas, mas que agora até perecem ou estão sofrendo muito com a COVID.


