Conforme diversos pesquisadores/cientistas de renome internacional mais Consultorias e Empresas mundiais especializadas em gerações elétricas/aquecimentos, as fontes de energia renováveis certamente já desempenham um papel fundamental na geração de energia futura, devido ao rápido esgotamento e, possíveis/já em ocorrências, novos encarecimentos progressivos aos consumidores e em Us$/MWh das fontes convencionais de energia.
Contudo, dentre as muitas possíveis fontes de energias, ditas como renováveis, nem todas são sustentáveis em longos prazos, mesmo que em médios, quando exploradas de formas independentes/isoladas (não híbridas), além do que não são totalmente confiáveis, devido à sua natureza imprevisível. Já a sua utilização como sistemas híbridos de energia já se mostra muito mais confiável e econômica, devido à natureza complementar desses muitos recursos e a sua grande oferta no local ou próxima e para usos de forma individual, grupal ou coletiva (considerado viável até 40 km no entorno de possíveis plantas híbridas, situação comum, até ideal e plenamente existente em quase todo o Brasil, um País tropical e com muito sol, ventos e rios/córregos/quedas d’agua em seu relevo, a maior parte amorrado ou semi-inclinado). Assim, podem-se instalar e bem gerir - até de forma fácil, muito mais simples e mais barata - milhares de sistemas geradores coletivos duplas fontes, isolados/vizinhos/próximos/associativos/cooperativos etc.., plenamente confiáveis e multi geradores/aquecedores somados/hibridizados (até 10 fontes enumeradas/analisadas ao final), inclusive com implantação e/ou gestão por empresas próximas (quase que autogeração) e/ou mais sistemas estatais ou privados ou PPP já fornecedores de energias elétricas, mas com muitas falhas, elevados custos/preços finais e altas perdas até triplas.
O Brasil tem, incrivelmente, cerca de 5,1 milhões de imóveis rurais (Censo IBGE 2017) em 5.570 municípios e um total de 312 mil indústrias em 2013 (IBGE), sendo cerca de 250 mil agroindústrias rurais, periurbanas ou urbanas E TODOS GRANDES PRODUTORES DE LIXOS, BIOMASSAS, CASCAS, PALHAS, DETRITOS, SOBRAS DE ALIMENTOS, FEZES HUMANAS E ANIMAIS, RESÍDUOS DE CHÃO DE FÁBRICAS ETC.. (em 2050, estima-se que apenas 30% de nossa população habitará a zona rural, residindo 70% nas cidades e demandando muito mais energias). Por outro lado, como grandes demandantes - mesmo que também grandes produtores de matérias-primas sujas a processar/beneficiar/limpar ambientalmente e gerar eletricidades -, cerca de 70% da população brasileira mora a apenas 300 km do mar, o que torna nosso interior - imenso gerador elétrico e idem produtor de alimentos, etanol, biodiesel, madeiras e outros itens - muito distante e com altíssimos custos e grandes perdas de geração e de transmissão elétricas de médios e grandes portes. Assim, expandir a oferta elétrica de forma barata, segura, constante e necessária se torna cada vez mais cara e mais difícil.
Só de recursos hídricos para diversos usos, o Brasil tem a maior reserva de água doce do Planeta, isto em suas 12 bacias hidrográficas gigantes. Há milhares de rios no Brasil, segundos alguns diagnósticos estatísticos ainda pouco levantados/comprovados, e que drenam aproximadamente 20% da superfície continental, sendo a maioria de córregos ainda estreitos (cerca de 20 mil, segundo diagnostico de 2013 pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz - BA), mas com pequena/média vazões plenamente aproveitáveis hidroeletricamente por PCH e/ou miniturbinas fixas ou ancoradas. Há também centenas de rios de planalto com médias e grandes vazões, mas em altitudes médias, e que descerão de forma lenta ou rápida (cachoeiras) pelas centenas/talvez milhares de serras até as planícies e o mar, o que é ótimo para hibridismos. Cerca de 70% da carga de sedimentos que chegam ao mar, ainda segundo a UESC, provêm dos pequenos córregos e seus rios somadores.
Nosso relevo, composto de planaltos, planícies e depressões muito favorece os hibridismos, sobretudo hídricos, eólicos e de biomassas/lixos/fezes animais, vez que nossa insolação real e média não é considerada tão boa ante outros países mais elevados, mais próximos do equador e/ou com grandes desertos (aqui, pelo menos cerca de 50% dos dias são nublados ou chuvosos, daí o nosso imenso sucesso agrícola no Mundo).


