Danielle Azevedo – Pesquisadora da Embrapa Meio-Norte ([email protected])
Arnaud Azevedo Alves – DZO/CCA/Universidade Federal do Piauí ([email protected])
Daugerlândia Soares Lima – Mestranda em Ciência Animal/CCA/UFPI
Parnaíba, 18 de setembro de 2008. A utilização de animais em pesquisas tem sido bastante contestada nos últimos anos. O surgimento da Bioética e dos movimentos de liberação animal, liderados por Peter Singer, a partir de 1975, com a publicação de seu polêmico livro Animal Liberation, iniciaram as reflexões sobre o tema.
No entanto, mesmo hoje, mais de 30 anos depois, poucas pessoas envolvidas em pesquisa com animais têm entendimento sobre os termos bioética e “bem-estar animal”. Também é verdade que poucas, dentre as que conhecem estas terminologias, têm demonstrado interesse em aprofundar seus conhecimentos nestas áreas e modificar seus protocolos de pesquisa de modo a infringir menos desconforto aos animais. Neste contexto, algumas ciências, relativamente novas, como a Etologia e a Bioética vêm ao encontro da ansiedade dos interessados em maiores esclarecimentos sobre o tema bem-estar animal.

