Por Ândreo Zschornack,
Débora Aliende e João Manuel Dias
Passado o ano que será lembrado pela crise que assolou o setor econômico e político brasileiro e, diante das incertezas que os seus reflexos causarão ao final, começamos 2016 à procura de novas estratégias capazes de driblar esse momento de adversidade, em busca da prosperidade tão desejada.
Vemos com bons olhos as perspectivas que se criam em relação ao setor do agronegócio brasileiro que, mesmo em meio a um cenário interno econômico nada favorável, vem alcançando lugar de destaque e influenciando positivamente os resultados da nossa balança comercial.
No mês de junho de 2015, o Brasil exportou a valorosa quantia de US$ 9,13 bilhões, totalizando ao final do ano a importância de US$ 88,2 bilhões em operações, sendo que o setor do agronegócio contribuiu com 46,2% do resultado total.
Indicadores do Ministério da Agricultura demonstraram que as exportações do setor cresceram 1,4% em dezembro de 2015, em relação ao mesmo período do ano de 2014. Esses resultados trazem consigo benefícios macroeconômicos extremamente relevantes e refletem diretamente no crescimento do Produto Interno Brasileiro (PIB).
O cenário das exportações se torna ainda mais atrativo se considerarmos os incentivos oferecidos pelo Governo, como por exemplo, a isenção de impostos, que tende a tornar o produto produzido no Brasil ainda mais competitivo lá fora.
O agronegócio que é o responsável por números e estatísticas cada ano mais favoráveis, volta os seus olhos aos grandes países consumidores dos nossos produtos, como China, Arábia Saudita, Estados Unidos e Rússia, despontando rumo à conquista desses novos mercados.