Na atual briga intensa por novos modais e portos muito mais baratos e eficientes, os Governadores e Prefeitos precisam ficar muito atentos, pro-ativos e muito bem assessorados, sobretudo agora com possíveis investidores da China, Rússia, Alemanha e outros.
Lembro-me do caso de Vitoria da Conquista (BA) e Região que perderam o traçado previsto da FIOL para Jequié (BA), embora Vitoria fique na linha direta entre Ilheus (BA) e, a agora, Uruaçu (GO).
O mesmo pode acontecer com Paranã (TO) e Figueirópolis (TO), cujos Governos (Estados e Municipios) parecem-me que já aceitaram o desvio da rota anterior da FIOL, agora marcada a partir de Luiz Eduardo Magalhães (BA) para Uruaçu/Campinorte (GO). Consta que na Região de Paranã há minas gigantes de ferro e de outros minerais, inclusive estratégicos.
Idem, quanto a prevista Ferrovia curta de Lucas do Rio Verde (MT) até Santarém (PA), passando por Itaibuba/Miritituba (PA) e em briga direta com a rota da possível futura ferrovia privada, também curta, a partir de Vila Rica e região (MT) mais Redenção (PA) até o futuro super porto profundo de Colares (PA) e ambas também brigando com a FNS com a futura ferrovia de Açailandia (MA) até os portos gigantes e muito mai profundos de Barcarena/Vila do Conde e de Espadarte/Curuçá, todos no PA.
MUITAS REGIÕES E PESSOAS PODEM SAIR MUITO PREJUDICADAS COM TAIS DISPUTAS E VENCERÁ QUEM BERRAR MAIS OU MOSTRAR MAIS VANTAGENS COMPARATIVAS (sobretudo proximidades com grandes e duradouras jazidas minerais, pois diversos estudos já provaram que ferrovias modernas não se sustentam apenas com grãos e outros produtos industrializados).