
Esta doença pode ser considerada a mais importante para culturas de inverno.
Sintomas
As plantas infectadas apresentam descoloração inicial dos tecidos, e, com o progresso da doença, surgem frutificações (pústulas), ovais a alongadas, isoladas ou agrupadas, sobre colmo, bainhas e lâminas foliares, inicialmente de coloração amarelada, que escurecem com o tempo. As pústulas podem romper a epiderme do tecido e liberar os esporos (uredósporos). Os esporos do fungo são disseminados, principalmente pelo vento, e sobrevivem em plantas voluntárias. O fungo ataca todas as partes verdes das plantas. Nas folhas, hastes e colmo, provoca manchas puntiformes de coloração amarelada. As folhas apresentam uma saliência a medida que a doença progride, o tamanho fica maior e alongam-se no sentido das nervuras, causando pústulas que se rompem e expõe os uredósporos. A coloração dos uredósporos é amarelada, e quando observados em conjunto parecem pardo-ferruginosa. Quando a planta começa a senescer, surge então um novo tipo de frutificação, de forma alongada e de coloração preta. Em condições ideais para o desenvolvimento da doença, as perdas podem ficar entre 50% a 70%. Para controle desta doença, a eliminação de plantas voluntárias, o uso de cultivares resistentes e o controle químico são os procedimentos mais indicados.


