AG Trimmon Pro CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
44925
Empresa Registrante:
Binova
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma harzianum IB 19-17 (5 x 10⁸ conídios viáveis/ml p.c.) 930 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 5 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 1 L

INSTRUÇÕES DE USO:

agTrimmon Pro (Trichoderma harzianum, isolado IB19/17) é um fungicida microbiológico que pode ser utilizado em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico, Sclerotinia sclerotiorum (mofobranco), de acordo com a especificação de referência nº 47 da PORTARIA Nº 861, DE 25 DE JULHO DE 2023.

MODO DE APLICAÇÃO:

Utilizar volume de calda de 200L/ha ou acordo com a cultura de ocorrência da praga e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura da parte aérea das plantas, evitando o escorrimento excessivo da calda, após a aplicação. Na cultura da soja realizar a primeira aplicação no estádio V3 (segundo trifólio aberto) e a segunda aplicação no estádio R1 (início do florescimento). Na cultura do feijão realizar a aplicação no estádio V3 (primeira folha trifoliada aberta) e a segunda aplicação no estádio R5 (pré-florescimento). As aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao fim da tarde e em dias nublados.

RECOMENDAÇÕES DE USO:

• Realizar a limpeza do pulverizador quando este estiver com algum resíduo de defensivos agrícolas.
• Aplicação deve ser realizada logo após o preparo da calda.
• Recomenda-se que as aplicações sejam realizadas de preferência no final da tarde, nas horas mais frescas (umidade relativa ~ 70% e temperatura máxima de 30ºC).
• Não armazenar o produto em locais com temperatura acima de 27±2ºC.
• Aplicar com adjuvante siliconado

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Em pulverização recomenda-se a aplicação nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde ou no início da noite, escolhendo os locais com alta população do inseto. Nessas condições, a exposição dos conídios do fungo à radiação ultravioleta do sol é menor. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. Não aplicar em período de chuvas intensas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência fungicidas, incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Químico, Cultural, Biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado, quando disponíveis e apropriado.

O fungo Trichoderma harzianum tem modo de ação complexo, que envolve micoparasitismo e antibiose, oferecendo baixo risco de desenvolvimento de resistência ao ingrediente ativo pelo patógeno. No entanto, boas práticas de manejo de resistência devem ser sempre seguidas para manter a eficácia e a longevidade do AgTrimmon Pro como uma ferramenta útil no manejo de pragas. O AgTrimmon Pro deve ser usado como parte de uma estratégia de manejo de resistência de doenças que inclua a rotação de produtos eficientes e com diferentes modos de ação. Sempre que disponíveis e eficazes, devem-se integrar múltiplos métodos de controle de (ex.: químico, biológico, cultural) dentro de programas de Manejo Integrado de Doenças. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas-FRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas, visando prolongar a vida útil dos mesmos:
• Utilizar somente as doses recomendadas e utilizar fungicidas com diferentes modos de ação.
• Consultar um Engenheiro Agrônomo para orientações mais detalhadas sobre o Manejo de Resistência a fungicidas.
• Visitar o site do FRAC (www.frac-br.org) para obter mais informações sobre o manejo de resistência de doenças a fungicidas.

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