“Solar FV on-grid ou off-grid no Brasil custam 1/3 dos EUA”
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“Solar FV on-grid ou off-grid no Brasil custam 1/3 dos EUA”

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“Solar FV on-grid ou off-grid no Brasil custam 1/3 dos EUA”

BRASIL x EUA – “COMPARATIVOS ENTRE SISTEMAS SOLARES FOTOVOLTAICOS ATUAIS, 100% “ON-GRID” (LIGADOS A REDE) MAIS DE SUAS EFETIVIDADES, CUSTOS REAIS, PAY-BACK E FINANCIAMENTOS PARA RESIDÊNCIAS SEMELHANTES, TAMBÉM COM A NOSSA PROPOSTA DE UM SISTEMA 100% “OFF-GRID” (FORA DA REDE) NO BRASIL E COM BATERIAS DE 900 AMPERES PARA ESTOCAGENS POR 3 DIAS SEGUIDOS E SOMENTE DESCARREGANDO 50% DAS CARGAS, CONFORME RECOMENDAM SEUS MELHORES FABRICANTES” -

Primeiramente - também para melhor esclarecer e nivelar os conhecimentos - analisemos os consumos médios mensais residenciais mais os diários e horários (demandas elétricas), sendo que você também poderá fazer uma estimativa de consumo até horário aí na tua residência, bastando ter o tempo de funcionamento (em horas/dia ou em minutos/dia) e o consumo em watts/hora (ou watts/minuto) de cada máquina ou aparelho elétrico utilizado (muitos sites tem esta informação).

Embora você pague a conta mensal na forma de R$ /Kw consumidos, na pratica, o consumo é horário (somado/acumulado) e flutua muito a cada hora, conforme as iluminações, as demandas necessárias e as maquinas e os aparelhos utilizados em cada hora, sobretudo para banhos e/ou aquecimentos e/ou refrigerações etc. Assim, o consumo elétrico PARECE MAIS COMO UMA TORNEIRA DE ÁGUA SEMPRE ABERTA, COM FLUXO CONTROLÁVEL, SEMPRE VAZANDO DA CAIXA E QUE, RARAMENTE, É FECHADA INTEGRALMENTE. A este consumo ELÉTRICO chamamos de watts/hora, alguns em watts/minuto, e varia muito conforme o local, os costumes e as classes de rendas das pessoas e das famílias que os usam, isto influenciado diretamente pelas maquinas e pelos equipamentos acima citados. ISTO VALE PARA TODOS OS PAÍSES DO GLOBO, OBVIAMENTE, COM O CONSUMO SENDO BEM MAIOR NOS PAÍSES MAIS GELADOS OU COM PODER DE COMPRA MAIOR.

Num exemplo bem simples e prático para teu bom entendimento, faças-te a seguinte PERGUNTA: Quando uma fatura de energia elétrica indica consumo de 103 KWh/mês, quanto seu pagador/consumidor consumiu em kilowatts/hora ou watts/hora durante esse mesmo mês? RESPOSTA:  Se um mês tem, em média, 720 horas (30 DIAS X 24 HORAS/DIA, MESMO COM O CONSUMO MÁXIMO SE DANDO EM 16 HORAS/DIA), essa residência que consumiu 103 KWh/mês, fez uso de 0,143 KW de potência por hora, IGUAIS A APENAS 143 WATTS/HORA, como se pode ver pelo cálculo a seguir: Energia = Potência x Tempo; 103 kWh; = Potência x 720 h; 103 kWh/720 h = Potência; Potência = 0,143 KW ou 143 w/hora. Quanto mais tal residência consegue economizar de consumo, principalmente nos horários da chamada demanda-pico das 18:00 às 21.00 h (em que os preços de vendas pelas empresas vendedoras são bem maiores), menos o consumidor pagará de energia elétrica mensal.

Também tal residência pode produzir para autos-consumos (ou vendas compensadas) até o total de tal consumo. Há até umas 7 fontes locais ou vizinhas mais recomendadas, isoladas e até possíveis de hibridizar/somar, bem mais baratas do que comprar da Rede, destacando-se as solares, mini eólicas, biomassas para singás, pequenas PCH por vórtices desviados ou quedas, minis PCH por correntezas, biogás de fezes animais. Tais captações e gerações elétricas locais, ou por vizinhos/condomínios/vilas/mini e pequenas agroindústrias etc. podem ser para usos imediatos, oscilantes e por até 24 horas/dia (transportes em CA = Corrente Alternada de 110v a 220v e 60 hertz no Brasil, mas com maiores perdas) ou para usos imediatos ou posteriores e até noturnos (devidamente estocados em bancos de baterias especiais em CC = Corrente Continua agora em 12v a 24v, que tem bem menos perdas, mas que exigem equipamentos específicos para tais consumos em CC, o que é raro ofertar no Brasil. Esta é a forma de estocagens elétricas, quase que obrigatórias, das captações fotovoltaicas/térmicas solares mais também das minis eólicas (não são entregues em CA, mas sempre em CC) e que são convertidas para usos finais dos consumidores já em corrente CA por aparelhos chamados de “inversores” em onda pura mais por alguns controladores de fluxos.

Assim, aqui o conceito temporal necessário de estocagens diárias pode ser reduzido nos bons projetos para necessárias 16 horas de captação ou geração por dia somente para estocagens nos bancos de baterias e não de 24 horas/dia, vez que há gerações e captações simultâneas, sejam para usos imediatos e/ou para estocagens. 

Vejamos alguns dados comparativos elétricos de demandas, de preços mundiais e de inovações solares em andamentos, tudo antes de compararmos as captações e os custos solares nos EUA e no Brasil.

Segundo reportagem/diagnostico recente da poderosa Consultoria Mundial “Bloomberg New Energy Finance”, até 2040, as energias eólicas e solar representarão 34,0% da geração de eletricidade no Planeta, sendo que atualmente esse percentual, mesmo que já bem dinamizado, somente chega a 5,0% de toda energia gerada.

Futuramente, aposta-se que as diversas formas de captura diurna de energia solar (fotovoltaica direta ou difusa por 5 a 7 horas/dia basicamente capturando radiações IV e UV e/ou heliotérmica direta, difusa ou reflexiva térmica dos albedos concentradores/reflexivos vizinhos/próximos, por até 20 horas/dia, vindas boa parte – dos 5 tipos de raios térmicos, sendo 3 UV não-ionizantes + 01 IV + uns 4 ionizantes como Alfa, Beta, Gama e até Raios X) podem se fundir/hibridizar até com outras fontes termo-solares próximas, ou não, e até para produzir hidrogênio veicular ou combustível direto. Recente, em tese pela USP-ESALQ, comprovou-se a captação térmica solar reflexiva e estocada em albedo asfáltico de rua até às 20:30 h.

Certamente, captar ou gerar energia solar apenas para ELETROLISAR ÁGUA e, assim, produzir hidrogênio e com ele gerar energia elétrica INTERNA E COM ELA CINÉTICA no veículo elétrico, via células de hidrogênio, seria UM GRANDE CONTRASSENSO e caro e com muitas perdas.  

Contudo, inversamente, e numa descoberta maravilhosa pelo seu possível alcance e gigante futuro ambiental e energético mundial, em 2019, cientista belgas da Universidade Católica de Leuven (KU Leuven), ligados a Toyota, criam um novo tipo de painel solar – não fotovoltaico nem para reaquecer fluido térmico circulante -, MAS JÁ PARA A PRODUÇÃO DIRETA DE HIDROGÊNIO VEICULAR ELÉTRICO (para usos futuros em células de h2) OU PARA AQUECIMENTOS, E TUDO PARA USAR OU ESTOCAR, FACILMENTE, POR 24 HORAS/DIA, o que resolveria o grande problema atual e futuro da solar fotovoltaica e, praticamente, pode dispensar as suas muitas baterias solares medias, grandes a gigantes necessarias). Na pratica, segundo eles, com apenas 40 destes painéis FV solares com 1,5 m2 cada (60 m2 totais) seria possível captar e fabricar 500 litros de h2 por ano, um recorde mundial e suficiente para eletrificar uma casa grande mais um automóvel 100% eletrico por 01 ano. Em breve, a TOYOTA lançará algo acerca. Vide em inglês em: https://ciclovivo.com.br/inovacao/tecnologia/cientistas-belgas-painel-solar-produz-hidrogenio/

Em termos de demanda elétrica media apenas residencial no Mundo, o Canadá – pelo inverno rigoroso – é o País que mais consome eletricidade nas residências entre os paises maiores consumidores, chegando à média de 990 KWh/mês, iguais a cerca de elevadíssimos 1.375 watts/hora, considerando 720 horas/mês (cálculo simples e por 24 horas de consumo médios, não considerando a maior concentração do consumo na chamada demanda-pico, que muda muito por Pais e por hora). A seguir vem os EUA com média de 975 KWh/mês, iguais a cerca de elevadíssimos 1.354 watts/hora (pelo altíssimo poder de compra); a Australia com 600 KWh/mês (= 833 watts/hora); o Japão com 460 KWh/mês (= 639 watts/hora); o Reino Unido com 300 KWh/mês (= 417 watts/hora); a Alemanha com 277 KWh/mês (= 385 watts/hora); a Itália com 220 KWh/mês (= 306 watts/hora) e o México com 150 KWh/mês (= 208 watts/hora). Vide também em https://www.electricrate.com/data-center/electricity-prices-by-country/  

Obviamente, sem poder comparar muito as rendas” per capita” e as familiares nas compras elétricas na moeda local (vide a seguir poder de compra em % do salário médio diário na moeda local e convertido para Us$ ), comparemos os preços médios pagos pela energia elétrica nos países mais afins ao Brasil.

O custo médio (preço médio) mais elevado da eletricidade residencial no Mundo, agora em outubro/2021, foi o da Alemanha com US$ 0,372/KWh (cerca de R$ 2,00/KWh pelo nosso elevado câmbio atual) e o das Bermudas de US$ 0,360/KWh. Portugal tem a sexta conta elétrica mais cara do Mundo com US$ 0,279/KWh. Na Austrália também ficava caro com US$ 0,225/KWh, mas, nos EUA, o preço médio reduzia para US$ 0,150/KWh (cerca de R$ 0,80/KWh) e no Chile era de US$ 0,170/KWh. No Brasil o valor médio pago foi de US$ 0,124/KWh (cerca de R$ 0,70/KWh) e somos o 74º país mais barato do Mundo, mesmo sendo o segundo mais caro do grupo BRICS (na África do Sul foi de US$ 0,147/KWh; na China de US$ 0,086/KWh; na Índia de US$ 0,077 e na Rússia de US$ 0,066/KWh), mas no Paraguai e na Argentina reduziu para iguais US$ 0,058/KWh. Na vizinha e socialista Venezuela, o custo era US$ 0,00/KWh e no Sudão foi de US$ 0,02/KWh.  Vide em outros países em inglês em https://www.electricrate.com/data-center/electricity-prices-by-country/ e ainda em https://www.globalpetrolprices.com/electricity_prices/  

O melhor poder de compra de eletricidade – medido em % do salário médio diário gasto para pagar o consumo elétrico também diário – era o da Noruega com 0,93% e o pior o de Portugal com 8,84%. No Canadá era de 1,00%; nos EUA de 1,24%; na Australia de 2,27% e na Alemanha de 4,89%. O Brasil não foi listado. Vide em inglês em https://www.electricrate.com/data-center/elecitricity-prices-by-country/

Vamos adiante e voltando ao tema principal.

Nos EUA, o mais interessante, até controversos, é que os dados a seguir demonstram os elevadíssimos preços dos equipamentos solares em vendas e instalações também de solares FV – sendo 59% dos dispêndios totais com painéis, baterias apenas de fluxos/baixas estocagens e demais itens fundamentais na maioria  importados da Asia, mesmo com sobretaxa compensatória de 30% se da China - e também dos seus elevados custos com suas mão-de-obra. Agora em outubro de 2021, nos EUA (cidade de Salt Lake City – UT e com custo comparado de Us$ 1.400/mês do aluguel de apto mobiliado e com 83 m2), um sistema completo para bem eletrificar uma residência classe média com 278 m2 (3.000 pés/quadrados) e para habitar até 4 pessoas, também já ligada a rede (“on grid”) ficava por até 2,5 vezes mais caro do que no Brasil hoje, considerando que o consumo médio de lá chega a elevados 1.500 watts/hora neste tipo de residência de tamanho comum nos EUA (aqui com consumo médio de 1.100 w/horas).

O valor somente dos painéis solares FV necessários em tal residência “on-grid” acima descrita nos EUA ficava entre US$ 15,0 mil e US$ 25,0 mil, conforme o local e seus custos, fretes, mão-de-obra, durabilidade, renovações programadas, seguros, encargos financeiros dos bancos etc. (entre R$ 75,0 mil e R$ 125 mil pelo nosso elevadíssimo câmbio atual, e com média de R$ 100,0 mil/conjunto de painéis “on-grid”). Vide “How to finance solar panels and evaluate their tax benefits and energy savings” em:  https://www.washingtonpost.com/home/2021/10/04/financing-solar-panels/  .

Já se nos EUA for numa residência do mesmo tamanho, mas fora da rede (“off grid”) - como propomos a seguir no Brasil para reduzir rápido, e de forma real (não apenas compensatória), os elevadíssimos custos elétricos entre 85% e 95% cfe. acima - será necessário acrescentar-se mais entre Us$ 10,0 mil e Us$ 15,0 mil do banco das baterias fundamentais. Com isto, agora o valor total de um projeto 100% off-grid nos EUA fica, hoje, entre Us$ 25,0 mil (R$ 125 mil pelo câmbio de R$ 5,00=Us$ 1,00) e Us$ 40,0 mil (R$ 200 mil) – média de US$ 33 mil -, conforme acima descrito (por favor, compares com nossos valores propostos ao final para o 100% “off-grid” no Brasil).

Cerca de 80% das residências dos norte-americanos financiam seus sistemas solares tipicamente por até 25 anos e com taxa de juros de 2,99% ao ano, daí também tais custos dos equipamentos serem elevados, pois também têm que se considerar as desvalorizações mais os valores necessários para as modernizações e substituições no elevado período. Contudo, pelo lado bom, lá o Governo, com dinheiro sobrando e com teto de gastos gigante e sempre em liberação/ampliação (dividas muito superiores ao PIB), banca (subsidia) até US$ 7,8 mil dos financiamentos de painéis solares mais de suas baterias fundamentais, mas se for de até US $ 30,0 mil.

No Brasil (com consumo anual crescente), segundo dados de consumo elétrico no verão de 2014 pela ONS, a carga média total diária (demanda) ampliou para entre 70.000 MW e 75.000 MW desde as 9:00 h até as 23:00 h. Já entre 4:00 h e 5:00 h ela reduziu para a média de 55.000 MW. Já no inverno de 2014, ela ficou entre 60.000 MW e 65.000 MW desde as 9:00 h até as 23:00 h. Já entre 4:00 h e 5:00 h, ela caiu para a média de 50.000 MW. O consumo industrial, desde 1995 até 2013, representou, em média, 45% do total e o residencial cerca de 25%. Vide na figura 01 em https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-251/topico-311/DEA%2001%20-%20Gera%C3%A7%C3%A3o%20Distribu%C3%ADda%20no%20Hor%C3%A1rio%20de%20Ponta%5B1%5D.pdf .

Na prática diária, conforme dados da ANEEL, uma residência normal e média no Brasil (5 pessoas) - sem ar condicionado, sem aquecedor inverno e sem fogão elétrico etc. - CONSOME, em média, 330 watts/hora por dia (nos EUA chega-se a 1.800 watts/hora). Assim, na teoria, seria fácil ofertar esta demanda por qualquer fonte sustentável acima, se não fosse a terrível e chamada demanda-pico no Brasil (consumo  durante cerca de 3 horas/dia, a maior parte entre 18:00 h e 21:00 h). Nestas horas de maior demanda ou se tem um socorro imediato da concessionária (“on grid” ou “grid in”) ou se tem uma boa e confiável oferta auxiliar imediata ou, se possível, já estocada em bom banco de baterias (melhor se com cargas provindas da energia hibrida e já fora da rede, ou seja, “off-grid”, como propomos abaixo para baixar os custos elétricos reais entre 85% e 95% - apenas para pequenos custos operacionais locais e de algumas manutenções -, não por entregas “on-grid” apenas compensáveis). VIDE AO FINAL UM BOM ADENDO SOBRE ESTOCAGENS COMPARADAS DE ENERGIAS SOLARES.

Ainda em 2016, no Brasil, segundo estudos da FIRJAN, o custo médio da energia elétrica para as indústrias no Brasil já aumentara de R$ 340,10/MWh em 2013 para R$ 504,00/MWh em 2016, um pouco menor do que em 2015 de R$ 564,34/MWh. Do custo de 2016, 59,2% era com a geração “em si” + 27,0 com tributos somados + 7,3% com perdas + 4,8% com outros encargos (como juros, multas etc.) + 1,7% com as margens das bandeiras de vendas finais.  Vide em: https://repositorio.ufscar.br/bitstream/handle/ufscar/13654/TG%20Carla%20Val%C3%A9rio%20Il%C3%A1rio%20-%20Final.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Já em termos de remuneração pela geração inicial (custos geradores) vejamos que, em 2016, para um valor final médio atual, empurrado goela-abaixo do consumidor final de R$ 758/MWh, o valor médio que o produtor de energia elétrica recebia por sua geração era de R$ 448,74/MWh, conforme a fonte, ou seja, cerca de 59,2% cfe. diagnostico acima da FIRJAN, mas já recebeu muito menos, conforme outros comparativos.

É claro que o valor pago pelos consumidores nas horas da demanda-pico é o mais elevado do dia e idem o recebido pelas fornecedoras ou geradoras, sendo que muitas até retêm ou estocam – quando possível - suas energias para as vendas bem maiores e melhores nestes horários. No meio da tarde (das 15:00 as 17:00 h) mais no meio da madrugada (das 0:30 as 4:00 h), quase sempre, as demandas e os preços são bem menores.

No caso da Enel São Paulo, por exemplo, em 2020, o horário de ponta vai das 17h30 às 20h30, o intermediário de 16h30 às 17h30 e de 20h30 às 21h30. Nos finais de semana e nos feriados, a tarifa vigente da Enel é a mais barata em todos os horários. Já a  a CPFL Paulista cobrou os os seguintes valores, conforme os horários: horário-de-ponta das 18h00 às 21h00 com elevadíssimos R$ 0,903/KWh; horário fora-de-ponta: 22h00 às 16h00 do dia seguinte = R$ 0,435/Kwh, sendo o valor convencional em qualquer hora de  R$ 0,523/KWh.

No momento, DIANTE DAS FORTES ELEVAÇÕES RECENTES DAS CONTAS ENERGÉTICA ELÉTRICA E DE AQUECIMENTOS NOS ÚLTIMOS MESES DESDE MARÇO 2021 (com o residencial subindo para R$ 758/MWh), atualmente, todos procuram e devem implementar sistemas, urgentes, para reduzirem bastante suas contas elétricas e, se sobrar e for possível, venderem para os demais e/ou gerarem/captarem de forma compartilhada. Com isto, também estão mudando rapidamente as fontes futuras de fornecimentos, inclusive procurando, não somente, as bem maiores sustentabilidades, como também bem maiores eficiências e, principalmente, bem menores custos geradores/captadores solar.

No Brasil, atualmente, a maioria dos projetos da Energia Solar FV prometem economias entre 50% e 90% - média ponderada pela frequência de projetos e demandas de 65% - nas contas mensais de luz (na verdade não ocorrem vendas, mas compensações pelas Redes em futuros consumos/compras, tudo a encerrar/compensar suas cessões para as Redes com usos posteriores na mesma Rede em até 60 meses após cada fato, seja para “si” naquela residência e/ou em outros locais, se com o mesmo CPF/CNPJ.

Também, muitos prometem/enganam muito (sem necessidades disto,  pois a internet contem hoje, fáceis, todos estes dados e valores, o que prejudicará o presente e o futuro de tais empresas que ainda faltam com as verdades; sendo que “boa parte sequer sabem que estão sendo mau usadas/divulgadas”), afirmando que o retorno (pay-back) ocorre no máximo entre 3 anos até 5 anos = máximo em 60 meses. Na verdade, o setor hoje parece que já está muito canibalizado e possivelmente já com muitos leigos e até enganadores, com certeza, até mau selecionados/mal treinados, com talvez muitos atuando e somente pensando em vender e em faturar, mesmo que por apenas algumas vezes e até matando os nomes e marcas dos fabricantes e de seus distribuidores, muitos com renomes internacionais e seriedades  externas gigantes.

Ora, num cálculo rápido e simples do retorno de um sistema “on-grid” e de pequeno porte para uma residência classe média – as que mais instalam - com 120 m2, para até 5 pessoas, com consumo elevado de até 1000 watts/hora e com conta mensal de cerca de R$ 500,00, os custos/investimentos em tais Projetos (com apenas 01 a 02 baterias pequenas apenas para controles e usos dos inversores de corrente) ficam, hoje, entre R$ 30 mil e R$ 50 mil (média ponderada de R$ 40 mil).  Então, se a economia media alegada e ponderada e a somente compensar, vez que não há vendas reais, for de 65% (possível economia esperada de R$ 325,00/mês na conta acima, mais comum/moda, de R$ 500,00/mês), ainda pagando-se 35% por mês (iguais a R$ 175,00/mês), a economia total anual será de R$ 3.900,00/ano e o pay-back mínimo necessário (sem ter que renovar o sistema e trocar as baterias a cada 5 anos, como recomendado vez que esta é a sua máxima garantia) ficará entre 10,3 anos = 125 meses (considerando tal investimento médio ponderado de R$ 40 mil e apenas se não financiado diretamente ou por cartão, pois com tais juros elevados no Brasil, o valor final a pagar até triplicará, ou poderá ser bem maior, no período) ou de 12,8 anos = 154 meses  (se com custo/investimento máximo total estimado de R$ 50 mil).

Em 2020, reportagem de TV no link a seguir, informava que os investimentos necessários para implantar energia solar, mínima, numa residência já ligada a rede no interior de Minas Gerais (“on-grid” ou “grid-in”) ficavam entre R$ 15,0 mil e R$ 50,0 mil, conforme os consumos. Vide em: https://www.youtube.com/watch?v=6x1FlUsOTgs

Recente, a reportagem resumida a seguir, publica e disponível na internet, para divulgação de vendas Solares FV pela LSE Soluções estimou em vídeo que para uma residência de classe média com cinco cômodos (na verdade de classe pobre, com tal tamanho) será preciso um investimento que hoje (outubro/2021) varia entre R$ 23 mil e R$ 27 mil. Acrescentou que se o investimento for feito à vista, ele será recuperado com a economia em no máximo três anos. Um dos bancos financiadores é o Santander, que tem linha de financiamento em até 91 parcelas. Vide em:  https://www.jornalterceiravia.com.br/2021/09/05/setor-de-energia-solar-cresce-no-municipio-como-alternativa-a-crise/

Recente, o Diretor Operacional e CEO da empresa solar fotovoltaica Holu Energia Solar, importante fabricante, vendedora e montadora no Brasil, declarou que projetos fotovoltaicos residenciais on-grid (com baterias mínimas e não confiáveis, pois têm que descarregar tudo em dias nublados e sua vida util se torna curtíssima)  têm custo médio de R$ 30,0 mil, exatamente como citamos antes e exercitaremos a seguir e que se pagam entre 2 e 5 anos, no que discordo e até possivelmente reprovo conforme analiso acima (os menores custam R$ 9,0 mil). Já os projetos fotovoltaicos empresariais on-grid têm os elevadíssimos valores de R$ 300,0 mil a R$ 400,0 mil. Vide em: https://www.seudinheiro.com/2021/economia/quanto-custa-adotar-energia-solar-em-casa-fizemos-as-contas-para-voce/

Já, para a ABRASOL, no mesmo link, o valor de um projeto apenas para aquecimento solar heliotérmico ainda com os caríssimos tubos evacuados = “pipe tubes” (a maioria para chuveiros ou pequenas piscinas) tem custos totais entre apenas R$ 7,0 mil e R$ 8,0 mil (projeto para família com 5 pessoas e aquecendo 500 litros/dia AINDA SOMENTE DE AGUA QUENTE E NÃO DE FLUIDO TERMICO CIRCULANTE), mas somente captam e esquentam tudo por 5 horas/dia (somente nas áreas centrais do Centro-Sul do País) a 7 horas/dia (somente nas áreas centrais do Nordeste) e somente se forem dias não nublado ou não chuvosos, portanto, são sistemas pouco ou nada operantes, nem solucionadores reais e honestos. VIDE MAIS ACERCA E COM DADOS RECENTES DE GRANDES PROJETOS MUNDIAIS SOLARES HELIOTERMICOS, VIA CORRETOS REAQUECIMENTOS MAIS ESTOCAGENS DE FLUIDO TERMICO CIRCULANTE, NO ADENDO AO FINAL.

Notem que com apenas 3 acessos rápidos pela internet, já claramente comprovei boa parte do que descrevi acima e que são dados estratégicos para as tomadas de decisões pelas pessoas, famílias e investidores e que deveriam ser também para os entes públicos, PROCON, ANEEL, FEBRABAN etc. Também se comprovam a seguir que as possiveis margens-de-lucros (“mark up”) praticadas nas INTERMEDIAÇÕES, importações e instalações no Brasil são altíssimas. Muitas empresas, infelizmente, só pensam em lucrar muito no primeiro ano e depois fecharem tudo; não mais prestarem assistências técnicas; nunca mais atenderem os PROCON, RECLAME AQUI, CONSUMIDOR.GOV etc. e não mais pagarem seus investidores e bancos e, DEPOIS e em até 3 anos, se mandarem daquele local, curiosamente, abrindo outra empresa com os mesmos objetivos, donos e técnicos em outro local em outro Estado ou até vizinhos. Infelizmente, parece que até algumas Leis e alguns jurídicos/advogados do Brasil muito favorecem e até participam disto, bem diferente de muitos países.

Por outro lado, vejam abaixo (comparando com os preços do off-grid nos EUA acima), que NÃO SAI CARO nossa sugestão para um TEMIDO sistema/planta solar FV COMPLETA, IDEAL E HONESTA, MAS 100% OFF-GRID = FORA DA REDE. Objetiva-se, realmente, reduzir o valor da conta mensal de luz entre 85% e 95%, como descrito acima, TUDO MUITO POSSÍVEL, pois somente pagando por pequenas despesas operacionais locais mais por algumas manutenções/alguns reparos e melhorias constantes (não apenas para adiar ou compensar no local ou fora ou em até 60 meses, como nos sistemas “on-grid”, isto é, já acoplados a rede para socorros e/ou entregas compensáveis).

Tudo também foi bem calculado e estimado para eletrificar de forma eficiente e sem quedas, mesmo sendo solar ainda como FV (portanto sujeito a regime anual de 50% dos dias com chuvas ou nublados, comuns no Brasil tropical e agrícola, mais de captações horarias máximas por 5 a 7 horas/dia, as reais e honestamente possíveis nos dias bem ensolarados do interior/faixa central interna e bem longe da costa do Centro-Sul ou do Nordeste, respectivamente) de uma residência classe média com 120 m2 no Brasil (05 pessoas), também com tal consumo médio de até 1.000 w/hora.

Com isto, os valores totais a investir chegam, atualmente, no máximo ao valor de R$ 56,0 mil (CERCA DE APENAS US$ 10 MIL TOTAIS pelo nosso elevadíssimo câmbio atual, ANTE ENTRE US$ 25 MIL E US$ 40,0 MIL TOTAIS, COM MEDIA DE US$ 33 MIL, NO OFF-GRID COMPLETO DOS EUA - VIDE ACIMA), incluindo R$ 18,0 mil de 02 baterias, a recarregar CONTINUADAMENTE por 18 painéis de 450 w/cada e no valor total de R$ 38,0 mil/conjunto, e para tais baterias estocarem, no mínimo, 900 amperes e para atender de forma emergencial por até 3 dias e somente descarregando no máximo 50% das suas cargas estocadas (ambas situações preventivas e operacionais muito recomendadas pelos maiores e mais sérios fabricantes mundiais), sendo que todos os componentes serão a bem negociar e a importar da China ou de outros da Asia e não do Canadá e países europeus etc.., onde são bem mais caras.

ASSIM, OS CUSTOS DOS SISTEMA SOLAR FOTOVOLTAICO 100% OFF-GRID COMPLETO, COM BOM BANCO DE BATERIAS, NO BRASIL (US$ 10,0 MIL NO TOTAL) PODE FICAR 1/3 DO VALOR EM US$ DO MESMO SISTEMA OFF-GRID COMPLETO NOS EUA (CUSTO/INVESTIMENTO MÉDIO DE US$ 33 MIL COMPLETO -VIDE NO INICIO) E PARA O MESMO TIPO DE IMÓVEIS RESIDENCIAL PARA 4 A 5 PESSOAS, EMBORA COM TAMANHOS, E, SOBRETUDO, RENDAS FAMILIARES BASTANTES DIFERENTES.

VIDE E ANALISES E BEM CRITIQUES AS ESPECIFICAÇÕES E OS PREÇOS CORRENTES EM:

  1. Conjunto com 10 painéis solares fotovoltaicos para 450 w cada da ULICA + micro inversores hoymiles + cabos etc. em oferta no mercado livre por R$ 20,7 mil + cerca de R$ 4,3 mil do frete até Anápolis - GO, sempre a nossa base de internalização = R$ 25,0 mil/12 painéis  – vide em: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1795681498-gerador-solar-54kwp-mi-1500w-modulos-12x450w-_JM#Ver%20custos%20de%20envio ;
  1. Bateria para estocar 600 amperes/cada, somente se for em 60 hertz, em corrente já alternada (já convertida/invertida) em 110 volts e com fator de potência de 80%. Valor final estimado de R$ 12,5 mil de cada bateria para estocar 582 ap/ah, já posta no Brasil, inclusive impostos e fretes. Vide em: https://www.aliexpress.com/item/1005002569967788.html?spm=a2g0o.detail.0.0.6910210cIhHagE&gps-id=pcDetailBottomMoreThisSeller&scm=1007.13339.169870.0&scm_id=1007.13339.169870.0&scm-url=1007.13339.169870.0&pvid=6c579ab7-5254-47dc-a7f8-25a8db3e0782&_t=gps-id:pcDetailBottomMoreThisSeller,scm-url:1007.13339.169870.0,pvid:6c579ab7-5254-47dc-a7f8-25a8db3e0782,tpp_buckets:668%232846%238108%231977&&pdp_ext_f=%7B%22sceneId%22:%223339%22,%22sku_id%22:%2212000021198121457%22%7D ;
  1. Bateria solar brasileira OPCIONAL da marca Áudio Power para estocar 450 amperes em 12 volts por R$ 1.500,00 cada/inclusive frete. Vide em https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1965195044-bateria-estacionaria-audio-power-450ah-energia-solar-off-_JM#Ver%20custos%20de%20envio

ADENDO SOBRE ESTOCAGENS DE ENERGIAS SOLARES -

O maior desafio ATUAL da energia solar mundial é sobre como armazenar as captações fotovoltaicas ou térmicas apenas diurnas, seja via bancos de baterias solares de nova geração (solar FV =  fotovoltaica) ou via fluidos térmicos de nova geração que se aquecem em 5-10 minutos nas calhas solares em até 500º C e/ou em outros equipamentos como singaseificadores, fornalhas/incineradores especiais e até nas partes internos e nas bocas dos fogões e fornos caseiros a lenha ou pó-de-serra ou maravalhas (como se fazia antigamente, mas com agua). A diferença maior é que agora há óleos especiais que são aquecidos em até 950º C (HTF – Heat Transfer Fluids, a maioria derivados dos adubos, como os “molten salt”, o LANX 500 e o Therminol VP II, mas até o óleo de soja pode ser usado em pequenos projetos caseiros) e que depois ficam por 4 a 12 horas mantendo as termias por muito tempo se parados ou perdendo de 50º C a 100º C/hora quando operacionalmente (vide ao final por até 12 horas e em até 393º C e provindos da fonte solar PTC). Eles somente precisam ser bem estocados em caros tanques de concreto ou em aço especial -, mas produzindo muito vapor industrial e/ou vapor rankine e/ou aquecimentos locais etc. até esfriarem e precisarem, somente então, reentrarem entre 35º C e 110º C nos sistemas acima, inclusive de possíveis 2 a 5 fontes térmicas hibridas no mesmo local ou vizinhos, para serem reaquecidos prontamente, voltando ao ciclo.

Assim, mesmo com o forte e fundamental elevado crescimento com as sequentes quedas dos preços da solar fotovoltaica nos últimos anos (quase como aprendizado/melhoramento), a concentração de energia solar térmica (“CSP - Concentrated Solar Power”) - A TECNOLOGIA SOLAR TÉRMICA MAIS MADURA E A DE MENOR CUSTO ATUAL ENTRE TAIS TIPOS - está mais uma vez ganhando força. Também os fluidos HTF reaquecidos continuadamente podem fornecer calor diretamente para processos industriais de fabricação de aço, cimento e produtos químicos - todos setores que consomem muita energia e são difíceis de limpar, sobretudo agora com os EUA e muitos outros países adotando medidas REAIS, E PENALIDADES, para reduzirem as emissões de gases de efeito estufa, agora "pode ??ser o momento certo para CSP se tornar mais amplamente aplicável". As primeiras usinas térmicas solares em escala de utilidade foram construídas na década de 1980. Hoje, cerca de 120 projetos operam em todo o mundo, e a Espanha afirma ter mais de 1/3 da capacidade instalada mundial total.

Vide mais dados em inglês e fotos dos projetos em https://spectrum.ieee.org/solar-thermal/particle-7 , inclusive de um gigante e ainda em construção da Noor Energy para ser O MAIOR DO MUNDO e gerar até 600 MWh em Dubai (US$ 4,4 bilhões) e com 2.120 calhas solares PTC alinhadas no deserto (as PTC também são nossa especialidade e de que já tenho 5 pedidos de patentes melhoradoras/somadoras/recriadoras em andamentos no Brasil para pequenos projetos, sendo 01 já em fase de prototipagem e para reaquecimento continuado, via HTF circulante ou via óleo de soja em “heat transfer”, de agua superquente pressionada/aprisionada em até 300º C, e por até 15 horas/dia de piscinas de pequeno e médio porte).

Futuramente, aposta-se que as diversas formas de captura diurna de energia solar (fotovoltaica direta ou difusa por 5 a 7 horas/dia basicamente capturando radiações IV e UV e/ou heliotérmica direta, difusa ou reflexiva térmica dos albedos concentradores/reflexivos vizinhos/próximos, por até 20 horas/dia, vindas boa parte – dos 5 tipos de raios térmicos, sendo 3 UV não-ionizantes + 01 IV + uns 4 ionizantes como Alfa, Beta, Gama e até Raios X) podem se fundir/hibridizar até com outras fontes termo-solares próximas, ou não, e até para produzir hidrogênio veicular ou combustível direto. Recente, em tese pela USP-ESALQ, comprovou-se a captação térmica solar reflexiva e estocada em albedo asfáltico de rua até às 20:30 h.

Certamente, captar ou gerar energia solar apenas para ELETROLISAR ÁGUA e, assim, produzir hidrogênio e com ele gerar energia elétrica INTERNA E COM ELA CINÉTICA no veículo elétrico, via células de hidrogênio, seria UM GRANDE CONTRASSENSO e caro e com muitas perdas.  

Contudo, inversamente, e numa descoberta maravilhosa pelo seu possível alcance e gigante futuro ambiental e energético mundial, em 2019, cientista belgas da Universidade Católica de Leuven (KU Leuven), ligados a Toyota, criam um novo tipo de painel solar – não fotovoltaico nem para reaquecer fluido térmico circulante -, MAS JÁ PARA A PRODUÇÃO DIRETA DE HIDROGÊNIO VEICULAR ELÉTRICO (para usos futuros em células de h2) OU PARA AQUECIMENTOS, E TUDO PARA USAR OU ESTOCAR, FACILMENTE, POR 24 HORAS/DIA, o que resolveria o grande problema atual e futuro da solar fotovoltaica e, praticamente, pode dispensar as suas muitas baterias solares medias, grandes a gigantes necessarias). Na pratica, segundo eles, com apenas 40 destes painéis FV solares com 1,5 m2 cada (60 m2 totais) seria possível captar e fabricar 500 litros de h2 por ano, um recorde mundial e suficiente para eletrificar uma casa grande mais um automóvel 100% eletrico por 01 ano. Em breve, a TOYOTA lançará algo acerca. Vide em inglês em: https://ciclovivo.com.br/inovacao/tecnologia/cientistas-belgas-painel-solar-produz-hidrogenio/

Se preciso e para mais detalhes contate-me pelo e-mail: climaco23@gmail.com


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