Três personalidades do setor agropecuário brasileiro abriram os debates do Agrogestão2010. O ministro da agricultura, pecuária e abastecimento, Reinold Stephanes, ex-ministro da agricultura e diretor da Fiesp e FGV, Roberto Rodrigues, e o ex-ministro de Estado do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, participaram do painel Tendências “Cenários Mundiais do Agronegócio e o futuro do Brasil, que foi mediado pelo jornalista, editor chefe e apresentador da Globo News, Guto Abranches.
Stephanes enfatizou a necessidade de organização e mobilização de todos os envolvidos com o agronegócio no Brasil e a maior participação do setor agrícola no processo de discussões e decisões nacionais. Para o ministro, é necessário criar uma agenda que apresente as principais bandeiras e propostas do agronegócio, inclusive para buscar o comprometimento das lideranças políticas, a exemplo de outras classes e entidades que se organizam em busca de um interesse comum. “A agricultura brasileira é um setor extremamente forte e dinâmico, alimenta a população brasileira inteira, exporta para mais de 180 países, hoje detém, praticamente, um quarto do mercado mundial, em termos de exportações, mas por outro lado é um setor que tem pouca organização e pouca participação no processo de debate e decisão das grandes questões nacionais”, afirmou o ministro.
Stephanes enfatizou a necessidade de organização e mobilização de todos os envolvidos com o agronegócio no Brasil e a maior participação do setor agrícola no processo de discussões e decisões nacionais. Para o ministro, é necessário criar uma agenda que apresente as principais bandeiras e propostas do agronegócio, inclusive para buscar o comprometimento das lideranças políticas, a exemplo de outras classes e entidades que se organizam em busca de um interesse comum. “A agricultura brasileira é um setor extremamente forte e dinâmico, alimenta a população brasileira inteira, exporta para mais de 180 países, hoje detém, praticamente, um quarto do mercado mundial, em termos de exportações, mas por outro lado é um setor que tem pouca organização e pouca participação no processo de debate e decisão das grandes questões nacionais”, afirmou o ministro.


