RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente da Vale, Roger Agnelli, disse nesta sexta-feira (06) que vai propor a criação da Vale Fertilizantes, uma empresa que deverá ter ações listadas em bolsa, segundo ele.
A Vale Fertilizantes nasceria da união dos ativos comprados da Bunge no Brasil com a Fosfertil.
Em maio deste ano, a Vale concluiu a compra do controle da Fosfertil, após adquirir fatias que pertenciam à Bunge, Yara, Heringer e Fertipar. Num lance simultâneo, a mineradora comprou ainda ativos da Bunge Fertilizantes. Os investimentos totais somaram 4,7 bilhões de dólares.
"É um desejo antigo de todos os acionistas, uma planta é do lado da outra, uma mina é próxima da outra. Há muitas sinergias entre as duas empresas e é positivo para todos", afirmou o presidente da Vale a jornalistas, antes de palestra no Rio de Janeiro.
A empresa, maior produtora mundial de minério de ferro, também tem ativos no setor de siderurgia, como por exemplo participação na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA).
A Vale tem buscado ampliar sua atuação no setor de fertilizantes, avaliado como estratégico devido às perspectivas de aumento da demanda global por alimentos nos próximos anos. O movimento da mineradora também ocorre em meio a um plano do governo de reduzir a dependência do Brasil, uma potência agrícola, do insumo importado.
O Brasil importa aproximadamente 70 por cento do seu consumo de fertilizantes, segundo dados da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda).
A Vale Fertilizantes teria uma capacidade de produção de 6 a 7 milhões de toneladas de fosfato no Brasil, segundo o executivo.
A Vale Fertilizantes nasceria da união dos ativos comprados da Bunge no Brasil com a Fosfertil.
Em maio deste ano, a Vale concluiu a compra do controle da Fosfertil, após adquirir fatias que pertenciam à Bunge, Yara, Heringer e Fertipar. Num lance simultâneo, a mineradora comprou ainda ativos da Bunge Fertilizantes. Os investimentos totais somaram 4,7 bilhões de dólares.
"É um desejo antigo de todos os acionistas, uma planta é do lado da outra, uma mina é próxima da outra. Há muitas sinergias entre as duas empresas e é positivo para todos", afirmou o presidente da Vale a jornalistas, antes de palestra no Rio de Janeiro.
A empresa, maior produtora mundial de minério de ferro, também tem ativos no setor de siderurgia, como por exemplo participação na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA).
A Vale tem buscado ampliar sua atuação no setor de fertilizantes, avaliado como estratégico devido às perspectivas de aumento da demanda global por alimentos nos próximos anos. O movimento da mineradora também ocorre em meio a um plano do governo de reduzir a dependência do Brasil, uma potência agrícola, do insumo importado.
O Brasil importa aproximadamente 70 por cento do seu consumo de fertilizantes, segundo dados da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda).
A Vale Fertilizantes teria uma capacidade de produção de 6 a 7 milhões de toneladas de fosfato no Brasil, segundo o executivo.


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