SÃO PAULO (Reuters) - A safra de soja 2010/11 do Brasil foi estimada em 68,3 milhões de toneladas, previu nesta segunda-feira a consultoria AgraFNP, que elevou em 300 mil toneladas a sua previsão em relação ao levantamento de dezembro.
O aumento decorre de chuvas favoráveis nos Estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste, de acordo com a AgraFNP.
"Consideramos uma maior produção principalmente no Mapitoba (Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), a nova fronteira agrícola", disse o analista Aedson Pereira, em entrevista à Reuters.
"Estamos prospectando que, por mais que o Rio Grande do Sul tenha alguns probleminhas em relação ao clima, o Mapitoba e até a região Centro-Oeste podem compensar essas perdas (no RS)", afirmou Pereira.
O extremo sul do Rio Grande do Sul tem sofrido com a falta de chuvas, assim como a vizinha Argentina. Mas a maior parte da produção gaúcha vem de outras áreas do Estado, em melhores condições.
Algumas partes do Rio Grande do Sul estão sob o efeito do fenômeno climático La Niña.
A AgraFNP não vê grandes problemas até agora para a produtividade no Paraná, outro importante produtor. Diferentemente do esperado, o Estado sulista não vem sendo atingido pelos efeitos do La Niña.
Mesmo assim, a consultoria adota uma postura cautelosa.
"Janeiro é um mês decisivo. Começou bem, a torcida é que continue bem", disse Pereira. "A safra saiu de um patamar de preocupação excessiva (com o La Niña), e voltou a um otimismo cauteloso...", acrescentou ele.
O aumento decorre de chuvas favoráveis nos Estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste, de acordo com a AgraFNP.
"Consideramos uma maior produção principalmente no Mapitoba (Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), a nova fronteira agrícola", disse o analista Aedson Pereira, em entrevista à Reuters.
"Estamos prospectando que, por mais que o Rio Grande do Sul tenha alguns probleminhas em relação ao clima, o Mapitoba e até a região Centro-Oeste podem compensar essas perdas (no RS)", afirmou Pereira.
O extremo sul do Rio Grande do Sul tem sofrido com a falta de chuvas, assim como a vizinha Argentina. Mas a maior parte da produção gaúcha vem de outras áreas do Estado, em melhores condições.
Algumas partes do Rio Grande do Sul estão sob o efeito do fenômeno climático La Niña.
A AgraFNP não vê grandes problemas até agora para a produtividade no Paraná, outro importante produtor. Diferentemente do esperado, o Estado sulista não vem sendo atingido pelos efeitos do La Niña.
Mesmo assim, a consultoria adota uma postura cautelosa.
"Janeiro é um mês decisivo. Começou bem, a torcida é que continue bem", disse Pereira. "A safra saiu de um patamar de preocupação excessiva (com o La Niña), e voltou a um otimismo cauteloso...", acrescentou ele.


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