Os agricultores de Mato Grosso anteciparam a compra de fertilizantes. Muitos conseguiram pagar menos pelo produto, que está mais caro
Do Globo Rural - Os agricultores de Mato Grosso anteciparam a compra de fertilizantes para o cultivo da safra de verão. Com isso, muitos conseguiram pagar um pouco menos pelo produto, que está a cada mês, mais caro.
Todo adubo que será usado para o cultivo de 1.600 hectares de soja e algodão em uma fazenda de Campo Verde, a 130 quilômetros de Cuiabá, já está guardado no galpão. “Uma parte do meu adubo eu paguei a vista, 50% ou 60%, o resto eu fiz uma troca no que restou”, diz João Rigo, agricultor.
Em algumas áreas, o agricultor já fez a aplicação de fósforo, nutriente essencial para o desenvolvimento das plantas.
João Rigo começou a comprar os fertilizantes da próxima safra há oito meses antes. A soja foi aumentando de preço e ele percebeu que poderia influenciar no valor do adubo.
De cada dez produtores rurais de Mato Grosso, oito fizeram a compra antecipada de fertilizantes, que tiveram altas sucessivas nos últimos meses. A tonelada da formulação mais usada para a soja, que no início do ano custava R$ 690, hoje está por R$ 930.
“Infelizmente o produtor vai ficar com este custo, porque não tem da onde tirar, apesar de estamos vivendo com bons preços da commodity, ela não subiu na mesma proporção”, afirma Roberto Rosa, diretor da distribuidora de adubos.
Mato Grosso é o maior consumidor de fertilizantes do país. Nos cinco primeiros meses deste anos, os agricultores do estado usaram quase 1,8 milhão de toneladas de adubo, 15% a mais que no mesmo período de 2010.
A soja é a cultura que mais consome adubo no brasil. Em seguida vem o milho, a cana, o café, o algodão e o trigo.
Do Globo Rural - Os agricultores de Mato Grosso anteciparam a compra de fertilizantes para o cultivo da safra de verão. Com isso, muitos conseguiram pagar um pouco menos pelo produto, que está a cada mês, mais caro.
Todo adubo que será usado para o cultivo de 1.600 hectares de soja e algodão em uma fazenda de Campo Verde, a 130 quilômetros de Cuiabá, já está guardado no galpão. “Uma parte do meu adubo eu paguei a vista, 50% ou 60%, o resto eu fiz uma troca no que restou”, diz João Rigo, agricultor.
Em algumas áreas, o agricultor já fez a aplicação de fósforo, nutriente essencial para o desenvolvimento das plantas.
João Rigo começou a comprar os fertilizantes da próxima safra há oito meses antes. A soja foi aumentando de preço e ele percebeu que poderia influenciar no valor do adubo.
De cada dez produtores rurais de Mato Grosso, oito fizeram a compra antecipada de fertilizantes, que tiveram altas sucessivas nos últimos meses. A tonelada da formulação mais usada para a soja, que no início do ano custava R$ 690, hoje está por R$ 930.
“Infelizmente o produtor vai ficar com este custo, porque não tem da onde tirar, apesar de estamos vivendo com bons preços da commodity, ela não subiu na mesma proporção”, afirma Roberto Rosa, diretor da distribuidora de adubos.
Mato Grosso é o maior consumidor de fertilizantes do país. Nos cinco primeiros meses deste anos, os agricultores do estado usaram quase 1,8 milhão de toneladas de adubo, 15% a mais que no mesmo período de 2010.
A soja é a cultura que mais consome adubo no brasil. Em seguida vem o milho, a cana, o café, o algodão e o trigo.


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