A Bunge Brasil inaugurou nesta quarta-feira (11) sua nova planta de fertilizantes em Cruz Alta (RS), a mais moderna do estado, que produzirá misturas granuladas (NPK) das marcas Serrana, Manah e IAP, além das linhas diferenciadas Turbo Serrana, Fertiap e Fosmag Manah. A capacidade de produção anual da nova unidade, que consumiu investimentos da ordem de US$ 24 milhões, é de 300 mil toneladas anuais, com geração de 300 empregos, diretos e indiretos. A mão de obra local foi utilizada pela Bunge na construção da planta, iniciada em junho de 2009.
“A Bunge tem uma longa tradição de parceria com os agricultores do Rio Grande do Sul, como fornecedora de fertilizantes e compradora de soja, trigo e outros grãos, que remonta à década de 1920, com a antiga SAMRIG. Este novo investimento reforça nossa parceria e nosso apoio aos produtores rurais do estado, um dos líderes agrícolas do país e, particularmente à região noroeste gaúcha”, diz Pedro Parente, presidente da Bunge Brasil.
Cruz Alta, além de sua importância como centro da maior região produtora de soja, milho e trigo do Rio Grande do Sul, é também o ponto de encontro logístico do Mercosul, por sediar a principal conexão das malhas ferroviárias e rodoviárias do Brasil, Argentina e Uruguai. A unidade de Cruz Alta fica próxima ao desvio ferroviário, o que permite utilizar esse modal de transporte, aumentando a facilidade de recebimento de matérias primas e de escoamento da produção.
“A Bunge tem uma longa tradição de parceria com os agricultores do Rio Grande do Sul, como fornecedora de fertilizantes e compradora de soja, trigo e outros grãos, que remonta à década de 1920, com a antiga SAMRIG. Este novo investimento reforça nossa parceria e nosso apoio aos produtores rurais do estado, um dos líderes agrícolas do país e, particularmente à região noroeste gaúcha”, diz Pedro Parente, presidente da Bunge Brasil.
Cruz Alta, além de sua importância como centro da maior região produtora de soja, milho e trigo do Rio Grande do Sul, é também o ponto de encontro logístico do Mercosul, por sediar a principal conexão das malhas ferroviárias e rodoviárias do Brasil, Argentina e Uruguai. A unidade de Cruz Alta fica próxima ao desvio ferroviário, o que permite utilizar esse modal de transporte, aumentando a facilidade de recebimento de matérias primas e de escoamento da produção.


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