SÃO PAULO (Reuters) - As chuvas contínuas em Mato Grosso deixam a colheita de soja ainda mais atrasada, e a situação para o produtor pode piorar nos próximos dias se as precipitações continuarem, disseram nesta sexta-feira (21) representantes de agricultores e analistas.
O atraso na colheita de soja em Mato Grosso, após um plantio tardio da safra 2010/11, já era esperado. Mas a situação começa a preocupar os produtores, especialmente porque o fenômeno climático La Niña, que fez as chuvas demorarem a chegar na época da semeadura, agora provoca precipitações diárias, de acordo com a Somar Meteorologia.
"Está um pouco mais lento que o esperado. Era esperado um atraso, mas com a chuva fica bem difícil de colher, o atraso talvez tenha ficado acima da expectativa", afirmou o superintendente do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), Otávio Celidonio.
O Imea, órgão ligado aos produtores do Estado que é maior produtor de soja do Brasil, informou nesta sexta-feira que a colheita avançou para 1,3 por cento da área, contra 0,7 por cento na semana passada e ante 6,5 por cento registrados na mesma época da safra anterior, quando o plantio teve uma área semelhante.
O Estado plantou, segundo o Imea, pouco mais de 6 milhões de hectares e espera colher 18,6 milhões de toneladas, volume que representa 27 por cento da safra esperada para o Brasil.
"São chuvas constantes", ressaltou Celidonio.
Normalmente, durante o verão, as chuvas são fortes em Mato Grosso, mas em geral ocorrem no período da tarde, permitindo que os produtores realizem os trabalhos na outra parte do dia.
Este ano, com a influência do La Niña, tem ocorrido o que produtores chamam de invernada, disse o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, que esteve em Mato Grosso esta semana.
O atraso na colheita de soja em Mato Grosso, após um plantio tardio da safra 2010/11, já era esperado. Mas a situação começa a preocupar os produtores, especialmente porque o fenômeno climático La Niña, que fez as chuvas demorarem a chegar na época da semeadura, agora provoca precipitações diárias, de acordo com a Somar Meteorologia.
"Está um pouco mais lento que o esperado. Era esperado um atraso, mas com a chuva fica bem difícil de colher, o atraso talvez tenha ficado acima da expectativa", afirmou o superintendente do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), Otávio Celidonio.
O Imea, órgão ligado aos produtores do Estado que é maior produtor de soja do Brasil, informou nesta sexta-feira que a colheita avançou para 1,3 por cento da área, contra 0,7 por cento na semana passada e ante 6,5 por cento registrados na mesma época da safra anterior, quando o plantio teve uma área semelhante.
O Estado plantou, segundo o Imea, pouco mais de 6 milhões de hectares e espera colher 18,6 milhões de toneladas, volume que representa 27 por cento da safra esperada para o Brasil.
"São chuvas constantes", ressaltou Celidonio.
Normalmente, durante o verão, as chuvas são fortes em Mato Grosso, mas em geral ocorrem no período da tarde, permitindo que os produtores realizem os trabalhos na outra parte do dia.
Este ano, com a influência do La Niña, tem ocorrido o que produtores chamam de invernada, disse o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, que esteve em Mato Grosso esta semana.


