Os preços das commodities subiram um pouco com o potencial risco inflacionário que se desenha para o futuro e com a desvalorização acentuada do dólar americano, o que é, obviamente, muito importante para o Brasil.
Dólar fraco, petróleo e ações em alta empurraram as commodities para cima e com elas o açúcar (uma variação de 152 pontos ou pouco acima de 33 dólares por tonelada) e o café, que também aproveitou a maré alta e valorizou 5.49% em NY e 4.96% em São Paulo.
"Em açúcar, o volume de negócios em NY cresceu extraordinariamente. Estima-se que a posição em aberto tenha crescido 40.000 contratos, ou seja, dois milhões de toneladas somente na semana passada", analisa Arnaldo Corrêa, da Archer Consulting.


