Os produtores de soja devem aproveitar a boa cotação atual para vender seus grãos e se capitalizar para adquirir os insumos da próxima safra, que estão com preços mais baixos e devem sofrer alta nos próximos meses. Atualmente, o bushel da oleaginosa está sendo negociado entre US$ 11,50 e US$ 12 nos negócios futuros próximos, mas a comercialização para setembro indica uma precificação ao redor de US$ 10. "Mesmo assim, historicamente é um preço alto, tanto para a soja como para o milho, que está cotado ao redor de US$ 4", avalia o professor de economia agrícola da Fundação Getulio Vargas Alexandre Mendonça de Barros. Nesse contexto, o custo de produção da soja para o produtor brasileiro deverá ter uma redução de 20% na próxima safra.
A economia será impulsionada principalmente pela diminuição dos preços dos fertilizantes. "As margens de lucro serão boas", sinaliza o professor da FGV, que nesta quinta-feira participou do 24º Seminário Cooplantio, em Gramado. Segundo Barros, os produtores estão retardando a aquisição das sementes e insumos para a próxima safra, aguardando sinalizações mais concretas a respeito da demanda e sobre o crédito que estará disponível. Por isso, acredita que possa ocorrer um excesso de procura por fertilizantes até setembro, período limite para a implantação das lavouras, elevando os preços que estão significativamente mais baixos do que os praticados na safra anterior. Os adubos à base de nitrogênio e fósforo são os que registraram as maiores quedas, enquanto que o potássio apresentou as menores reduções.
A economia será impulsionada principalmente pela diminuição dos preços dos fertilizantes. "As margens de lucro serão boas", sinaliza o professor da FGV, que nesta quinta-feira participou do 24º Seminário Cooplantio, em Gramado. Segundo Barros, os produtores estão retardando a aquisição das sementes e insumos para a próxima safra, aguardando sinalizações mais concretas a respeito da demanda e sobre o crédito que estará disponível. Por isso, acredita que possa ocorrer um excesso de procura por fertilizantes até setembro, período limite para a implantação das lavouras, elevando os preços que estão significativamente mais baixos do que os praticados na safra anterior. Os adubos à base de nitrogênio e fósforo são os que registraram as maiores quedas, enquanto que o potássio apresentou as menores reduções.


