São Paulo – A continuidade do movimento de aumento nas importações chinesas de produtos básicos deverá garantir a sustentação dos preços das commodities por um bom tempo, beneficiando o agronegócio brasileiro. A previsão foi feita pelo professor da Universidade de São Paulo (USP), José Eduardo de Morais Pinto Furtado, durante o Painel “O Mercado de Fertilizantes sob o Impacto da Nova Economia Mundial”, durante o 1º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, que foi realizado nesta terça-feira (12), em São Paulo.
“Esta tendência tem fôlego para continuar por alguns anos. O crescimento da economia chinesa teve início há 32 anos e não há registro na história de um movimento tão longo sem crise”, destacou o economista, lembrando que a nova economia mundial criou um novo parâmetro. Atualmente, existe um peso crescente de economias com demografia volumosa e dinâmicas. Além disso, explica o professor, o padrão de consumo está baseado em produtos básicos. “O deslocamento de demanda é muito grande e os preços não devem retornar aos níveis iniciais, mesmo com o ajuste da oferta”, completa.
“Esta tendência tem fôlego para continuar por alguns anos. O crescimento da economia chinesa teve início há 32 anos e não há registro na história de um movimento tão longo sem crise”, destacou o economista, lembrando que a nova economia mundial criou um novo parâmetro. Atualmente, existe um peso crescente de economias com demografia volumosa e dinâmicas. Além disso, explica o professor, o padrão de consumo está baseado em produtos básicos. “O deslocamento de demanda é muito grande e os preços não devem retornar aos níveis iniciais, mesmo com o ajuste da oferta”, completa.


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