Produtores brasileiros de milho e de trigo têm acesso, a partir de agora, a um produto biológico capaz de ampliar a produtividade e reduzir a utilização de fertilizantes químicos. O primeiro inoculante comercial para o milho e para o trigo, disponível no mercado brasileiro, foi desenvolvido pela Embrapa Soja (Londrina-PR) e pela Universidade Federal do Paraná, em parceria com a iniciativa privada. “Ensaios conduzidos em cinco anos mostraram incrementos médios de 25% a 30% no rendimento do milho e de 8% a 11% no rendimento do trigo”, explica a pesquisadora Mariangela Hungria, da Embrapa Soja.
De acordo com cálculos realizados pela pesquisadora, a adoção da tecnologia de inoculação com Azospirillum, somente para a cultura do milho, pode resultar em uma economia estimada em U$1 bilhão por safra, considerando uma área cultivada de 13 milhões de ha, com um rendimento médio de 3.200 kg/ha. Mariangela explica que o novo inoculante é fruto de pesquisas realizadas, nos últimos 10 anos, que envolvem desde a seleção de várias estirpes da bactéria Azospirillum brasilense que promove crescimento em milho e trigo, até o desenvolvimento do produto. “Esta bactéria é capaz de realizar o processo de fixação biológica do nitrogênio e de promover o crescimento das plantas, pela produção de diversos hormônios vegetais que resultam em um maior crescimento das raízes e, consequentemente, em maior absorção de água e nutrientes”, explica Mariangela.
De acordo com cálculos realizados pela pesquisadora, a adoção da tecnologia de inoculação com Azospirillum, somente para a cultura do milho, pode resultar em uma economia estimada em U$1 bilhão por safra, considerando uma área cultivada de 13 milhões de ha, com um rendimento médio de 3.200 kg/ha. Mariangela explica que o novo inoculante é fruto de pesquisas realizadas, nos últimos 10 anos, que envolvem desde a seleção de várias estirpes da bactéria Azospirillum brasilense que promove crescimento em milho e trigo, até o desenvolvimento do produto. “Esta bactéria é capaz de realizar o processo de fixação biológica do nitrogênio e de promover o crescimento das plantas, pela produção de diversos hormônios vegetais que resultam em um maior crescimento das raízes e, consequentemente, em maior absorção de água e nutrientes”, explica Mariangela.



