Os preços dos fertilizantes continuaram subindo no mês de novembro em Goiás, confirmando a tendência anterior. A variação média de preços entre outubro e novembro foi de 2,7%, abaixo da variação verificada entre setembro e outubro que foi de 5,4%. Quando comparamos os preços verificados atualmente e o mesmo período do ano passado (novembro), notamos uma diferença ainda mais elevada. Os fertilizantes comprados nessa mesma época do ano passado estavam 43,6% mais baratos que agora. Na média de novembro de 2009 o preço da tonelada do fertilizante custava R$ 724,94, agora em novembro de 2010 o preço médio fechou em R$ 1041,25. Em contra partida os preços médios dos fertilizantes, incluindo matéria-prima e formulados, estão, até agora, mais baratos que no ano passado. Enquanto que no mesmo período de 2009 os preços fecharam em R$ 951,40, em 2010 os preços estão fechando em R$ 906,09 a tonelada, ou seja, 5% mais baratos que na safra anterior.
As matérias-primas que tiveram o maior pique de aumento de preços em outubro agora começa a dar sinal de retroação, apesar da contínua elevação. Em outubro os preços no mercado internacional subiram 9,7% na média geral, em novembro o aumento foi de 2,85% e agora em dezembro estão próximos de 0,5% em relação a novembro, sinais evidentes de que a curva de preços perde força e com tendência de queda, da mesma forma tem acontecido no mercado local.
Os preços que subiram em média 9,7% em relação a setembro tiveram como grandes responsáveis por esta variação os fosfatados. MAP e enxofre voltaram a disparar nos preços. O primeiro, que teve cotação média de US$ 507,88 a tonelada em setembro, em novembro a cotação fechou em US$ 585,00 (+15,18%) e em dezembro os preços continuam subindo chegando próximo a US$ 600,00 a tonelada. O enxofre teve variação de 17,6% e fechou a US$ 139,83 em novembro (o produto custava US$ 48,17 no mesmo período de 2009) e não impacta tanto os preços dos formulados por ser mais um elemento coadjuvante, porém exerce influência sobre as outras matérias-primas a base desse elemento. Em relação a novembro de 2009 os preços médios das matérias-primas estão 41,8% mais caros este ano.
O mercado local tem acompanhado de forma bastante simétrica a curva de preços do mercado internacional, por isso esse é um importante balizador de preços futuros nas principais revendas. As variações tão bruscas que tem ocorrido neste ano são em decorrência de preços históricos diferenciados em 2009 onde os preços foram mais altos no 1º semestre e mais baixos no 2º semestre. Em Goiás os preços dos formulados ficaram em média R$ 958,00 a tonelada enquanto que as matérias-primas fecharam em média R$ 1.124,29.
Das matérias-primas no mercado local somente o cloreto de potássio teve variação pequena com relação a novembro/09 (+1,45%) tendo em vista que foi o único produto que alcançou. Na média geral os formulados subiram 3,03% e as matérias-primas 2,3% em relação a outubro.
Mercado
Em cálculo estimado Goiás registra no momento 95% do mercado já concluído com um consumo se pelo menos 1.790.000 toneladas. O chamado mercado “picadão” (menores quantidades) continua causando muita dor de cabeça e nesse momento algumas empresas estão inclusive com vendas suspensas, pois a atenção é voltada para a entrega da carteira nas fábricas.
Nos dados de troca de fertilizantes por produtos no mês de novembro, os destaques foram para o feijão, desta vez com variação para cima em decorrência da queda de preços do produto (+53%) onde foram necessárias 8 sacas de produto para se adquirir uma tonelada de fertilizante, em outubro essa quantidade foi de 5 sacas.
O milho e o arroz tiveram variação positiva na relação de troca, ou seja, mais produtos foram necessários para se comprar uma tonelada de fertilizantes. O algodão e a soja tiveram variação negativa na relação de troca, 13 e 24 sacas respectivamente (variação de -13,5% e -11,8% respectivamente em relação a outubro) isso pelos bons preços dos produtos em novembro.
A elevação dos preços dos insumos provocou um aumento médio de 2,2% nos custos de produção das principais culturas, variação um pouco menor do que o verificado em outubro (3,4%). Em relação a outubro de 2009 os custos se elevaram em 15,8% na média geral. Os preços recebidos pelos produtores tiveram leve variação negativa (-0,7%) causado pela grande baixa dos preços do feijão.
A previsão é de continuidade na elevação dos preços no mercado local visto o comportamento no mercado internacional no mês de dezembro, porém, de forma mais amena e a tendência para o próximo ano é de queda nos preços. Em decorrência dos problemas climáticos este ano, o que provocou um plantio tardio, a safrinha será prejudicada por isso se espera uma demanda menor de fertilizantes o que pode ocasionar baixa nos preços.
As matérias-primas que tiveram o maior pique de aumento de preços em outubro agora começa a dar sinal de retroação, apesar da contínua elevação. Em outubro os preços no mercado internacional subiram 9,7% na média geral, em novembro o aumento foi de 2,85% e agora em dezembro estão próximos de 0,5% em relação a novembro, sinais evidentes de que a curva de preços perde força e com tendência de queda, da mesma forma tem acontecido no mercado local.
Os preços que subiram em média 9,7% em relação a setembro tiveram como grandes responsáveis por esta variação os fosfatados. MAP e enxofre voltaram a disparar nos preços. O primeiro, que teve cotação média de US$ 507,88 a tonelada em setembro, em novembro a cotação fechou em US$ 585,00 (+15,18%) e em dezembro os preços continuam subindo chegando próximo a US$ 600,00 a tonelada. O enxofre teve variação de 17,6% e fechou a US$ 139,83 em novembro (o produto custava US$ 48,17 no mesmo período de 2009) e não impacta tanto os preços dos formulados por ser mais um elemento coadjuvante, porém exerce influência sobre as outras matérias-primas a base desse elemento. Em relação a novembro de 2009 os preços médios das matérias-primas estão 41,8% mais caros este ano.
O mercado local tem acompanhado de forma bastante simétrica a curva de preços do mercado internacional, por isso esse é um importante balizador de preços futuros nas principais revendas. As variações tão bruscas que tem ocorrido neste ano são em decorrência de preços históricos diferenciados em 2009 onde os preços foram mais altos no 1º semestre e mais baixos no 2º semestre. Em Goiás os preços dos formulados ficaram em média R$ 958,00 a tonelada enquanto que as matérias-primas fecharam em média R$ 1.124,29.
Das matérias-primas no mercado local somente o cloreto de potássio teve variação pequena com relação a novembro/09 (+1,45%) tendo em vista que foi o único produto que alcançou. Na média geral os formulados subiram 3,03% e as matérias-primas 2,3% em relação a outubro.
Mercado
Em cálculo estimado Goiás registra no momento 95% do mercado já concluído com um consumo se pelo menos 1.790.000 toneladas. O chamado mercado “picadão” (menores quantidades) continua causando muita dor de cabeça e nesse momento algumas empresas estão inclusive com vendas suspensas, pois a atenção é voltada para a entrega da carteira nas fábricas.
Nos dados de troca de fertilizantes por produtos no mês de novembro, os destaques foram para o feijão, desta vez com variação para cima em decorrência da queda de preços do produto (+53%) onde foram necessárias 8 sacas de produto para se adquirir uma tonelada de fertilizante, em outubro essa quantidade foi de 5 sacas.
O milho e o arroz tiveram variação positiva na relação de troca, ou seja, mais produtos foram necessários para se comprar uma tonelada de fertilizantes. O algodão e a soja tiveram variação negativa na relação de troca, 13 e 24 sacas respectivamente (variação de -13,5% e -11,8% respectivamente em relação a outubro) isso pelos bons preços dos produtos em novembro.
A elevação dos preços dos insumos provocou um aumento médio de 2,2% nos custos de produção das principais culturas, variação um pouco menor do que o verificado em outubro (3,4%). Em relação a outubro de 2009 os custos se elevaram em 15,8% na média geral. Os preços recebidos pelos produtores tiveram leve variação negativa (-0,7%) causado pela grande baixa dos preços do feijão.
A previsão é de continuidade na elevação dos preços no mercado local visto o comportamento no mercado internacional no mês de dezembro, porém, de forma mais amena e a tendência para o próximo ano é de queda nos preços. Em decorrência dos problemas climáticos este ano, o que provocou um plantio tardio, a safrinha será prejudicada por isso se espera uma demanda menor de fertilizantes o que pode ocasionar baixa nos preços.


_858x483.jpg&w=3840&q=75)