No mês de maio o dólar chegou a ser cotado a R$ 5,80 e segue acima dos R$ 5,20. Isso impacta diretamente no preço dos fertilizantes agrícolas e, consequentemente nos custos de produção.
Segundo dados do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG), se compararmos maio deste ano com o mesmo período de 2019, o valor da tonelada da ureia e do super simples (fertilizante com base em fósforo) valorizaram 10% e 5%, respectivamente. O impacto pode ser sentido nos custos de produção. Na cultura da soja, por exemplo, os fertilizantes e corretivos representam 31% do custo operacional efetivo (COE), no milho safrinha, 24%, e no feijão irrigado 25%.


