A Galvani, grupo nacional que atua em toda a cadeia de fertilizantes fosfatados no Brasil, investe continuamente em melhorias no seu Complexo Industrial de Paulínia (CIP), inclusive em ações que minimizam os impactos ambientais da produção de fertilizantes.
Nos últimos três anos, a empresa aplicou mais de R$ 4,6 milhões em melhorias ambientais, como a implantação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), automação dos sistemas de controle das plantas industriais, construção de depósitos de efluentes líquidos impermeabilizados, controle de poeiras fugitivas, além da instalação da mais moderna tecnologia em lavagem de gases do Brasil.
A companhia cumpre hoje todos os parâmetros da legislação, operando com emissões atmosféricas 40% abaixo do exigido pela lei, e em alguns momentos até 70% abaixo.
“Mesmo atendendo a legislação, trabalhamos também para um convívio harmonioso com a comunidade, buscando sempre a melhoria contínua de forma consistente”, enfatiza o Gerente Geral da Unidade de Paulínia, Pedro Marques. Outro destaque é a relação transparente com a comunidade, baseada no diálogo e na busca por soluções para as questões que envolvem o interesse de todos que vivem no entorno.
A criação da Linha Verde exemplifica essa relação. O programa disponibiliza um número telefônico, que funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano, para dar atendimento e encaminhamento às reclamações, sugestões e comentários a respeito das questões ambientais da unidade. Mais do que um canal de relacionamento com os públicos interno e externo, o programa tem como finalidade a atuação preventiva.
PARQUE LINEAR
A Galvani também reflorestou, em seu terreno, uma área de 23 mil m² com cerca de 3 mil mudas de espécies nativas de árvores como peroba rosa, cedro, jacarandá-do-campo, jequitibá vermelho, entre outros, por meio do Parque Linear.
O parque é parte de um amplo projeto ambiental que tem como objetivo garantir a preservação dos recursos hídricos na área da fábrica e seus arredores. Esse projeto recebeu investimentos de R$ 2,5 milhões, envolveu a construção de depósitos para efluentes líquidos e águas pluviais, barreiras hidráulicas, além do reordenamento do Córrego Fazenda do Deserto e a implantação do Parque Linear.
Com essa ação já foi constatado um aumento na população de animais: a visita de capivaras, ouriços e diversas espécies de pássaros é frequente na área do Parque Linear.
Nos últimos três anos, a empresa aplicou mais de R$ 4,6 milhões em melhorias ambientais, como a implantação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), automação dos sistemas de controle das plantas industriais, construção de depósitos de efluentes líquidos impermeabilizados, controle de poeiras fugitivas, além da instalação da mais moderna tecnologia em lavagem de gases do Brasil.
A companhia cumpre hoje todos os parâmetros da legislação, operando com emissões atmosféricas 40% abaixo do exigido pela lei, e em alguns momentos até 70% abaixo.
“Mesmo atendendo a legislação, trabalhamos também para um convívio harmonioso com a comunidade, buscando sempre a melhoria contínua de forma consistente”, enfatiza o Gerente Geral da Unidade de Paulínia, Pedro Marques. Outro destaque é a relação transparente com a comunidade, baseada no diálogo e na busca por soluções para as questões que envolvem o interesse de todos que vivem no entorno.
A criação da Linha Verde exemplifica essa relação. O programa disponibiliza um número telefônico, que funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano, para dar atendimento e encaminhamento às reclamações, sugestões e comentários a respeito das questões ambientais da unidade. Mais do que um canal de relacionamento com os públicos interno e externo, o programa tem como finalidade a atuação preventiva.
PARQUE LINEAR
A Galvani também reflorestou, em seu terreno, uma área de 23 mil m² com cerca de 3 mil mudas de espécies nativas de árvores como peroba rosa, cedro, jacarandá-do-campo, jequitibá vermelho, entre outros, por meio do Parque Linear.
O parque é parte de um amplo projeto ambiental que tem como objetivo garantir a preservação dos recursos hídricos na área da fábrica e seus arredores. Esse projeto recebeu investimentos de R$ 2,5 milhões, envolveu a construção de depósitos para efluentes líquidos e águas pluviais, barreiras hidráulicas, além do reordenamento do Córrego Fazenda do Deserto e a implantação do Parque Linear.
Com essa ação já foi constatado um aumento na população de animais: a visita de capivaras, ouriços e diversas espécies de pássaros é frequente na área do Parque Linear.


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