Uma tecnologia que permite ao agricultor conhecer palmo a palmo de sua propriedade. Isso é o que promete o projeto Fertialfa, lançado por uma cooperativa durante o Campo Demonstrativo Alfa.
De acordo com o engenheiro agrônomo Fernando Brustolin, da Cooperativa Regional Alfa, o objetivo é implantar uma agricultura de precisão. As propriedades serão mapeadas por equipamentos GPS (Sistema de Posicionamento Global), com marcações para coletas de solo mais numerosas que permitirão uma aplicação melhor de fertilizantes como fósforo e calcário.
Brustolin disse que hoje o agricultor recebe uma análise que orienta a aplicar quatro toneladas de calcário por hectare. Só que na propriedade há pontos em que a necessidade é de oito toneladas e, em outros, é zero. Além de gastar mais, o agricultor perde em produtividade.
O agrônomo afirma que, num solo bem corrigido, as raízes das plantas são mais profundas, o que melhora a absorção dos nutrientes.
Ele citou uma propriedade em que o mapeamento permitiu uma redução de 256 para 141 toneladas de calcário. Como a tonelada custa R$ 60, a economia foi de R$ 6,9 mil.
O responsável pelo setor de agropecuária da Cooperativa Regional Alfa, Claudiney Turmina, disse que um projeto piloto é realizado há dois anos em mil hectares em Canoinhas. Agora está aberto aos associados. Os interessados devem procurar a unidade mais próxima da cooperativa, que dá assistência técnica. O produtor paga a análise e o mapa. A meta é ampliar para cinco mil hectares.
De acordo com o engenheiro agrônomo Fernando Brustolin, da Cooperativa Regional Alfa, o objetivo é implantar uma agricultura de precisão. As propriedades serão mapeadas por equipamentos GPS (Sistema de Posicionamento Global), com marcações para coletas de solo mais numerosas que permitirão uma aplicação melhor de fertilizantes como fósforo e calcário.
Brustolin disse que hoje o agricultor recebe uma análise que orienta a aplicar quatro toneladas de calcário por hectare. Só que na propriedade há pontos em que a necessidade é de oito toneladas e, em outros, é zero. Além de gastar mais, o agricultor perde em produtividade.
O agrônomo afirma que, num solo bem corrigido, as raízes das plantas são mais profundas, o que melhora a absorção dos nutrientes.
Ele citou uma propriedade em que o mapeamento permitiu uma redução de 256 para 141 toneladas de calcário. Como a tonelada custa R$ 60, a economia foi de R$ 6,9 mil.
O responsável pelo setor de agropecuária da Cooperativa Regional Alfa, Claudiney Turmina, disse que um projeto piloto é realizado há dois anos em mil hectares em Canoinhas. Agora está aberto aos associados. Os interessados devem procurar a unidade mais próxima da cooperativa, que dá assistência técnica. O produtor paga a análise e o mapa. A meta é ampliar para cinco mil hectares.


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