O gerente de Marketing da Ihara, Clayton Emanuel da Veiga, destaca qual a mudança mais perceptível no mercado de defesa vegetal nos últimos anos. “O produtor brasileiro tem se tornado mais exigente. Os técnicos, independente da área a que pertencem, têm sido demandados e eu diria até selecionados por sua capacidade técnica e de resolver problemas/levar soluções para seu cliente”, aponta.



O executivo critica a lentidão no registro de novos produtos. Para ele, “temos o sistema de avaliação de defensivos agrícolas mais restritivo do mundo. Todas inovações passam por rigorosos critérios de avaliação que mensuram a interação e resultados sob os mais diversos aspectos, sempre buscando preservar a segurança do consumidor. Isso é louvável. Por outro lado, não há como não dizer sobre o tempo que as agências têm levado para desempenhar este papel, com inúmeros casos de prazos superiores a 5 anos para aprovação. Na prática, este longo tempo tem privado os produtores brasileiros de melhores resultados em prazos menores”.