A comercialização de fertilizantes no Brasil, em 2009, registra queda de 27,2% até maio e de 29,8% só no último mês. No entanto, a indústria acredita que as vendas do setor devem encerrar o ano em torno de 22 milhões de toneladas, o mesmo patamar verificado em 2008. Nos primeiros cinco meses do ano, as vendas somaram 6,61 milhões de toneladas, ante 9,09 milhões no mesmo período no ano anterior. Em maio, a mesma comparação revela uma queda de 1,97 milhão de toneladas, para 1,38 milhão. “Devemos fechar o semestre em torno de 8 milhões de toneladas, a julgar pela carteira de pedidos”, disse Eduardo Daher, diretor executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda).
Mesmo com 80% da compra de fertilizantes efetuada na região do Mato-Grosso, segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a Anda aposta no retorno da sazonalidade que, tradicionalmente, concentra cerca de 70% das aquisições desse insumo no segundo semestre. “O primeiro semestre deve registrar um terço das vendas, o que caracteriza um cenário anterior a 2008, que foi um ano atípico. Assim o volume negociado esse ano deve ser de 22 milhões de toneladas, empatando com 2008”, avalia Daher.
Mesmo com 80% da compra de fertilizantes efetuada na região do Mato-Grosso, segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a Anda aposta no retorno da sazonalidade que, tradicionalmente, concentra cerca de 70% das aquisições desse insumo no segundo semestre. “O primeiro semestre deve registrar um terço das vendas, o que caracteriza um cenário anterior a 2008, que foi um ano atípico. Assim o volume negociado esse ano deve ser de 22 milhões de toneladas, empatando com 2008”, avalia Daher.


