O gerente nacional de barter da Bayer, Paulo Soares, afirma que a multinacional considera essa modalidade de financiamento (através de permuta) extremamente importante. A fornecedora de insumos entende que essa é uma forma de fidelizar os clientes, agregando “sustentabilidade ao negócio do produtor, que passa a não se preocupar tanto com dinheiro, mas com o que ele realmente precisa para produzir”.
“Nossa ideia é de que o agricultor precisa se dedicar ao que ele sabe fazer melhor. Temos investido muito nesse tipo de negócio, e obtivemos um crescimento de quatro vezes entre a safra 2014/2015 e a 2015/2016. Para a próxima safra 2016/17, a perspectiva é de que haja aumento de duas a três vezes”, projeta o executivo.


