Estudo do Imea revela crescimento de 105% na produção
Em uma década Mato Grosso deve colher até 36% do milho produzido no Brasil em ciclo de segunda safra. O estado é o principal produtor da cultura em 'safrinha' e atualmente sua participação chega a 23% (share previsto para 2012/13). A maior no share será conquistada graças ao aumento em patamares duas vezes superior ao volume retirado do campo. Entre os anos agrícolas 2012/13 e 2021/22 a unidade federada alavancará de 13,9 milhões de toneladas para 28,6 milhões de toneladas sua produção. É o que projeta o AgroMT 2022 Outlook, estudo inédito divulgado na sexta-feira (21) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
O levantamento da entidade vinculada ao setor produtivo é o primeiro a traçar os rumos da agropecuária estadual em um período de dez anos. As projeções revelam o crescimento praticamente em todas as cadeias (grãos e carnes) e uma mudança no perfil produtivo. Áreas de pastagem serão utilizadas com fins agrícolas, dando um empurrão à atividade no estado.
O percentual projetado para incremento na produção é o maior verificado dentre as cadeias pesquisadas (soja, milho e algodão). "O milho ganhará destaque com uma produção considerada o dobro da atual. Para os grãos o estado terá maior representatividade frente ao Brasil", afirmou o superintendente do Imea, Otávio Celidônio, durante apresentação do estudo.
Em uma década Mato Grosso deve colher até 36% do milho produzido no Brasil em ciclo de segunda safra. O estado é o principal produtor da cultura em 'safrinha' e atualmente sua participação chega a 23% (share previsto para 2012/13). A maior no share será conquistada graças ao aumento em patamares duas vezes superior ao volume retirado do campo. Entre os anos agrícolas 2012/13 e 2021/22 a unidade federada alavancará de 13,9 milhões de toneladas para 28,6 milhões de toneladas sua produção. É o que projeta o AgroMT 2022 Outlook, estudo inédito divulgado na sexta-feira (21) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
O levantamento da entidade vinculada ao setor produtivo é o primeiro a traçar os rumos da agropecuária estadual em um período de dez anos. As projeções revelam o crescimento praticamente em todas as cadeias (grãos e carnes) e uma mudança no perfil produtivo. Áreas de pastagem serão utilizadas com fins agrícolas, dando um empurrão à atividade no estado.
O percentual projetado para incremento na produção é o maior verificado dentre as cadeias pesquisadas (soja, milho e algodão). "O milho ganhará destaque com uma produção considerada o dobro da atual. Para os grãos o estado terá maior representatividade frente ao Brasil", afirmou o superintendente do Imea, Otávio Celidônio, durante apresentação do estudo.


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