Contrariando a maioria das previsões para o final do trimestre de 2009, o preço dos fertilizantes voltaram a cair. Depois de um indicativo de alta no mês de julho dos preços de fertilizantes, verificou-se queda dos preços mais uma vez. Os preços oscilaram em decorrência, principalmente, da queda de preço do Cloreto de Potássio e de outras matérias-primas no mercado internacional. O que se observa é que as grandes misturadoras e importadoras estão ainda com grandes estoques oriundos do início do ano e final de 2008, com isso querem se “desfazer” rapidamente desses estoques “caros”.
Os preços desses insumos, grandemente utilizados nas lavouras, apresentaram o pico de alta de preços no mês de março desse ano, e o vilão foi exatamente o cloreto de potássio, que agora está em baixa no mercado internacional e é o grande responsável por essa oscilação para baixo e de igual forma proporcionando variações para baixo nos formulados mais concentrados nesse tipo de produto.
As revendas e misturadoras de pequeno e médio porte estão agora buscando a todo custo o restante do mercado ainda existente, o chamado “picadão”, já que se acredita que os grandes compradores, principalmente produtores de soja, anteciparam suas comprar e crê-se que 95% do mercado para esse tipo de produto já andou. O crédito melhorou um pouco, apesar da grande maioria já ter adquirido os produtos. Por conseqüência dessa venda “picadão” os produtores estão enfrentando dificuldades para receber os produtos adquiridos em decorrência da fila que se forma nas fábricas, a chamada venda FOB.
As usinas sucroenergéticas do Estado continuam adquirindo produto para renovação dos canaviais, visto o bom momento do setor com os bons preços dos produtos derivados da cana, principalmente no mercado internacional como é o caso do açúcar e a recuperação dos preços do álcool no mercado interno.
A Associação Nacional para Difusão dos Adubos (Anda), ainda não publicou as estatísticas referentes ao período de janeiro a setembro. Até julho deste ano, as importações de matéria-prima caíram 57,1%, valor menor que no período de janeiro a junho quando acumulou uma queda de 61,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações que ano passado nesse período estava em mais de 10 milhões de toneladas, em 2009 não passou de pouco mais de 4,5 milhões de toneladas, isso evidencia os altos estoques das empresas do setor.
A quantidade de fertilizantes entregue ao consumidor, no período de janeiro a julho, segundo a Anda, despencou 22,4%. O petróleo, que atingiu a casa dos US$ 75 o barril no mês de agosto, começa a variar para baixo, fato esse que pode ter recebido influência da descoberta de novas reservas no mundo, como foi o caso do próprio Brasil. Apesar disso, temos visto uma leve alta de nitrogenados nos terminais internacionais. Segundo informações a Anda deve “rever” os seus números e por isso ainda não publicou as dados referentes a setembro de 2009.
O cloreto de potássio (KCl), que custava em torno de US$ 496 (preço médio) no mercado internacional mês passado, teve mais uma pequena retração no mês de setembro atingindo US$ 489 a tonelada sendo o responsável por segurar os preços dos formulados, principalmente os mais concentrados em potássio. No mercado local o produto teve queda de quase 11%.
Na média geral os fertilizantes caíram 7% no mês de setembro e no comparativo geral, tomando como base o mês de janeiro, a queda nos preços de fertilizantes foi de 29,5 pontos percentuais para matérias primas e de 35,2 pontos para os formulados. Comparando-se os preços atuais com os praticados em setembro de 2008, a queda chega a 47,17% para formulados e 51,4% para matéria-prima.
Acredita-se que os preços de agora em diante poderão se manter, mas, como acontece com as previsões climáticas, surpresas podem acontecer e os preços podem subir ou baixar ainda mais. Os preços internacionais tendem a permanecer como estão, baixa no potássio e pequena alta nos nitrogenados.
A comercialização dos insumos para a safra de verão este ano foi bem distribuída. As incertezas do mercado obrigaram o produtor a analisar mais antes de fazerem aquisições e isso é um ótimo sinal.
Os preços desses insumos, grandemente utilizados nas lavouras, apresentaram o pico de alta de preços no mês de março desse ano, e o vilão foi exatamente o cloreto de potássio, que agora está em baixa no mercado internacional e é o grande responsável por essa oscilação para baixo e de igual forma proporcionando variações para baixo nos formulados mais concentrados nesse tipo de produto.
As revendas e misturadoras de pequeno e médio porte estão agora buscando a todo custo o restante do mercado ainda existente, o chamado “picadão”, já que se acredita que os grandes compradores, principalmente produtores de soja, anteciparam suas comprar e crê-se que 95% do mercado para esse tipo de produto já andou. O crédito melhorou um pouco, apesar da grande maioria já ter adquirido os produtos. Por conseqüência dessa venda “picadão” os produtores estão enfrentando dificuldades para receber os produtos adquiridos em decorrência da fila que se forma nas fábricas, a chamada venda FOB.
As usinas sucroenergéticas do Estado continuam adquirindo produto para renovação dos canaviais, visto o bom momento do setor com os bons preços dos produtos derivados da cana, principalmente no mercado internacional como é o caso do açúcar e a recuperação dos preços do álcool no mercado interno.
A Associação Nacional para Difusão dos Adubos (Anda), ainda não publicou as estatísticas referentes ao período de janeiro a setembro. Até julho deste ano, as importações de matéria-prima caíram 57,1%, valor menor que no período de janeiro a junho quando acumulou uma queda de 61,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações que ano passado nesse período estava em mais de 10 milhões de toneladas, em 2009 não passou de pouco mais de 4,5 milhões de toneladas, isso evidencia os altos estoques das empresas do setor.
A quantidade de fertilizantes entregue ao consumidor, no período de janeiro a julho, segundo a Anda, despencou 22,4%. O petróleo, que atingiu a casa dos US$ 75 o barril no mês de agosto, começa a variar para baixo, fato esse que pode ter recebido influência da descoberta de novas reservas no mundo, como foi o caso do próprio Brasil. Apesar disso, temos visto uma leve alta de nitrogenados nos terminais internacionais. Segundo informações a Anda deve “rever” os seus números e por isso ainda não publicou as dados referentes a setembro de 2009.
O cloreto de potássio (KCl), que custava em torno de US$ 496 (preço médio) no mercado internacional mês passado, teve mais uma pequena retração no mês de setembro atingindo US$ 489 a tonelada sendo o responsável por segurar os preços dos formulados, principalmente os mais concentrados em potássio. No mercado local o produto teve queda de quase 11%.
Na média geral os fertilizantes caíram 7% no mês de setembro e no comparativo geral, tomando como base o mês de janeiro, a queda nos preços de fertilizantes foi de 29,5 pontos percentuais para matérias primas e de 35,2 pontos para os formulados. Comparando-se os preços atuais com os praticados em setembro de 2008, a queda chega a 47,17% para formulados e 51,4% para matéria-prima.
Acredita-se que os preços de agora em diante poderão se manter, mas, como acontece com as previsões climáticas, surpresas podem acontecer e os preços podem subir ou baixar ainda mais. Os preços internacionais tendem a permanecer como estão, baixa no potássio e pequena alta nos nitrogenados.
A comercialização dos insumos para a safra de verão este ano foi bem distribuída. As incertezas do mercado obrigaram o produtor a analisar mais antes de fazerem aquisições e isso é um ótimo sinal.





