O governo federal apresentará, até o fim de junho, o detalhamento do Plano Nacional de Fertilizantes, uma consolidação da proposta do Ministério da Agricultura, em conjunto com outras pastas, para a redução da dependência externa do país no setor.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, adiantou a meta de 10 anos para que o país atinja a autossuficiência.
– Está comprovado que o Brasil tem jazidas, tem depósitos suficientes para se tornar autossuficiente. O que precisamos é, em alguns casos, dimensionar melhor isso e, em outros casos, pesquisar um pouco mais, e em outras jazidas, inclusive, retomar de quem está com direito de licença, tanto de pesquisa quanto de lavra, e não as realizou – afirmou.
No detalhamento, devem estar definidas as modalidades de exploração escolhidas pelo governo e datas para licitações nos casos da entrada de empresas privadas nas explorações, além da cassação das licenças de quem não explorá-las.
Stephanes disse que algumas questões devem ser definidas em reunião com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, prevista para ocorrer em até duas semanas.
Atualmente, o país importa, em média, 73% dos fertilizantes mais usados pelos agricultores. A produção de nitrogenados é feita pela Petrobras e, conforme Stephanes, a dependência das importações pode ser resolvida em cinco anos. De acordo com o agrônomo Ali Saab, assessor de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, a Petrobras já anunciou investimento de US$ 2,2 bilhões para uma nova fábrica de ureia.
Em fósforo e potássio, que, com os nitrogenados, compõem a lista dos três principais fertilizantes usados nas lavouras, a dependência brasileira é maior, de 75% e 91%, respectivamente, e a exploração é feita por empresas privadas. Por isso, o tempo para chegar à autossuficiência deve ser maior, de seis a oito anos para o primeiro e de até 10 anos para o segundo.
No caso do potássio, o país importou 6,5 milhões de toneladas em 2008, o que representou um gasto de US$ 5 bilhões aos produtores.
O problema é maior, segundo o ministro, porque a maior parte da produção está localizada em apenas quatro países e é controlada por três empresas multinacionais, que acabam determinando o preço final do produto independentemente das mudanças na economia.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, adiantou a meta de 10 anos para que o país atinja a autossuficiência.
– Está comprovado que o Brasil tem jazidas, tem depósitos suficientes para se tornar autossuficiente. O que precisamos é, em alguns casos, dimensionar melhor isso e, em outros casos, pesquisar um pouco mais, e em outras jazidas, inclusive, retomar de quem está com direito de licença, tanto de pesquisa quanto de lavra, e não as realizou – afirmou.
No detalhamento, devem estar definidas as modalidades de exploração escolhidas pelo governo e datas para licitações nos casos da entrada de empresas privadas nas explorações, além da cassação das licenças de quem não explorá-las.
Stephanes disse que algumas questões devem ser definidas em reunião com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, prevista para ocorrer em até duas semanas.
Atualmente, o país importa, em média, 73% dos fertilizantes mais usados pelos agricultores. A produção de nitrogenados é feita pela Petrobras e, conforme Stephanes, a dependência das importações pode ser resolvida em cinco anos. De acordo com o agrônomo Ali Saab, assessor de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, a Petrobras já anunciou investimento de US$ 2,2 bilhões para uma nova fábrica de ureia.
Em fósforo e potássio, que, com os nitrogenados, compõem a lista dos três principais fertilizantes usados nas lavouras, a dependência brasileira é maior, de 75% e 91%, respectivamente, e a exploração é feita por empresas privadas. Por isso, o tempo para chegar à autossuficiência deve ser maior, de seis a oito anos para o primeiro e de até 10 anos para o segundo.
No caso do potássio, o país importou 6,5 milhões de toneladas em 2008, o que representou um gasto de US$ 5 bilhões aos produtores.
O problema é maior, segundo o ministro, porque a maior parte da produção está localizada em apenas quatro países e é controlada por três empresas multinacionais, que acabam determinando o preço final do produto independentemente das mudanças na economia.


