De acordo com Reinaldo Brito, técnico da CPRM, o estado é um parceiro antigo do governo federal na ação de pesquisa geológica e projetos de mapeamento. "Quando começamos o projeto nacional Mato Grosso já estava sendo visto como área prioritária por conta do consumo elevado e potência. O estado tem uma balança negativa com relação a outras unidades da federação. Além disso, está longe dos grandes centros, possui estradas em condições ruins de trafegabilidade e o custo do transporte pesa muito no preço final do fertilizante".
Brito acredita que a divulgação deste potencial atrairá indústrias exploradoras. Segundo ele, as pesquisas de reconhecimento e detalhamento requerem um tempo maior pois analisam a viabilidade econômica da possível jazida descoberta. Feita a primeira análise os técnicos realizam estudos mais específicos para auxiliar os empresários quanto a melhor forma de extrair o minério. "A segunda fase de pesquisas dura cerca de três a quatro anos. Acreditamos que após esses estudos o estado possa ter sua produção de fosfato".
A possibilidade de encontrar jazidas no Estado deixam empresários otimistas devido a importância do minério na economia mato-grossense e, especialmente na produção de grãos. João Broggi Júnior, geólogo e pesquisador da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão e da Associação dos Produtores de Soja, acredita que os estudos beneficiarão as empresas agrícolas, principalmente nos custos.
MT é grande consumidor de fosfato e tem grande potencial
A possibilidade de encontrar jazidas no Estado deixam empresários otimistas devido a importância do minério na economia mato-grossense
Por MAM
18/09/2009 10h47 · Fonte: Gazeta Digital


