O sucesso do projeto da Potássio do Brasil irá representar o acesso a um novo grande fornecedor de potássio para os agricultores brasileiros
Potássio do Brasil. (“PBL” ou a “Empresa”) tem a satisfação em anunciar a descoberta de mineralização de potássio no seu Projeto de Pesquisa na Bacia do Amazonas, no Estado do Amazonas. O projeto está localizado nas proximidades das jazidas de Fazendinha e Arari da Petrobrás, próximo às cidades de Nova Olinda e Autazes naquele Estado.
A empresa iniciou a exploração de potássio na Bacia do Amazonas em 2007, quando Helio Diniz, Diretor Executivo de Operações no Brasil, estabeleceu uma equipe técnica de alto nível baseada em Belo Horizonte, MG.
Em 2009, para atingir os objetivos da empresa, foi concluída a captação US$ 25 milhões junto a investidores brasileiros e internacionais, a serem investidos no projeto de pesquisa. Na fase inicial do projeto, a empresa adquiriu dados sísmicos e de furos de sondagem disponíveis ao público através da ANP (Agencia Nacional de Petróleo), que foram reprocessados e interpretados, resultando na definição de alvos de pesquisa promissores para novas descobertas de potássio. Além disso, outros dados geofísicos foram também analisados para um melhor entendimento dos elementos estruturais contidos na bacia. Dessa forma, a Empresa adquiriu um conhecimento sólido da provável distribuição da mineralização de potássio contido na bacia sedimentar que serviu de base para o programa de sondagens atuais.
No início de 2010, a Empresa mobilizou duas sondas para iniciar os trabalhos de pesquisa nos alvos identificados no estudo acima, conforme divulgado anteriormente [em anúncios públicos de 15 de janeiro de 2010 para o alvo em Autazes (AM) e 09 de fevereiro, deste ano, para o alvo em Itapiranga (AM)].
O furo PB-AT-10-02, localizado a aproximadamente 13 km da Jazida de Fazendinha (Petrobras), interceptou silvinita (minério de potássio) com 1.86 metros de espessura, a uma profundidade de 841.78 metros. Esta camada mineralizada apresenta um teor médio de 32.59% KCl (20,59%K2O) e contém ainda um intervalo com espessura de 1.46 metros, onde o teor médio chega a 40.02 KCl. Abaixo da camada mineralizada em potássio, ocorrem aproximadamente 48 metros de halita e anidrita. O furo foi concluído a uma profundidade de 889,25 metros. Os resultados obtidos no furo PB-AT-10-02 estão condizentes com as expectativas da Empresa, baseadas nos estudos dos dados geológicos da Bacia do Amazonas.
Potássio do Brasil. (“PBL” ou a “Empresa”) tem a satisfação em anunciar a descoberta de mineralização de potássio no seu Projeto de Pesquisa na Bacia do Amazonas, no Estado do Amazonas. O projeto está localizado nas proximidades das jazidas de Fazendinha e Arari da Petrobrás, próximo às cidades de Nova Olinda e Autazes naquele Estado.
A empresa iniciou a exploração de potássio na Bacia do Amazonas em 2007, quando Helio Diniz, Diretor Executivo de Operações no Brasil, estabeleceu uma equipe técnica de alto nível baseada em Belo Horizonte, MG.
Em 2009, para atingir os objetivos da empresa, foi concluída a captação US$ 25 milhões junto a investidores brasileiros e internacionais, a serem investidos no projeto de pesquisa. Na fase inicial do projeto, a empresa adquiriu dados sísmicos e de furos de sondagem disponíveis ao público através da ANP (Agencia Nacional de Petróleo), que foram reprocessados e interpretados, resultando na definição de alvos de pesquisa promissores para novas descobertas de potássio. Além disso, outros dados geofísicos foram também analisados para um melhor entendimento dos elementos estruturais contidos na bacia. Dessa forma, a Empresa adquiriu um conhecimento sólido da provável distribuição da mineralização de potássio contido na bacia sedimentar que serviu de base para o programa de sondagens atuais.
No início de 2010, a Empresa mobilizou duas sondas para iniciar os trabalhos de pesquisa nos alvos identificados no estudo acima, conforme divulgado anteriormente [em anúncios públicos de 15 de janeiro de 2010 para o alvo em Autazes (AM) e 09 de fevereiro, deste ano, para o alvo em Itapiranga (AM)].
O furo PB-AT-10-02, localizado a aproximadamente 13 km da Jazida de Fazendinha (Petrobras), interceptou silvinita (minério de potássio) com 1.86 metros de espessura, a uma profundidade de 841.78 metros. Esta camada mineralizada apresenta um teor médio de 32.59% KCl (20,59%K2O) e contém ainda um intervalo com espessura de 1.46 metros, onde o teor médio chega a 40.02 KCl. Abaixo da camada mineralizada em potássio, ocorrem aproximadamente 48 metros de halita e anidrita. O furo foi concluído a uma profundidade de 889,25 metros. Os resultados obtidos no furo PB-AT-10-02 estão condizentes com as expectativas da Empresa, baseadas nos estudos dos dados geológicos da Bacia do Amazonas.


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