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Potássio do Brasil confirma potencial de jazida na Bacia Amazônica

Projeto tem potencial para se tornar a maior fonte doméstica


Projeto tem potencial para se tornar a maior fonte doméstica de potássio para os agricultores Brasileiros

A Potássio do Brasil tem a satisfação de anunciar os resultados do Furo PB-AT-11-09, confirmando a visão da empresa de que a Bacia Amazônica pode conter jazidas de potássio de classe mundial. O Projeto está localizado na Bacia Amazônica, Estado do Amazonas, Brasil, próximo às jazidas de Fazendinha e Arari da Petrobrás (veja figuras 1 e 2 abaixo).

Dando sequência aos resultados anunciados anteriormente (em 8 de Setembro de 2010) referentes ao furo PB-AT-10-02, que intersectou silvinita (minério de potássio) com 1,86 metros de espessura, a uma profundidade de 841.78 metros, apresentando um teor médio de 32.59 % KCl, o furo PB-AT-11-09 interceptou 1.82 metros de silvinita a uma profundidade de 843.08 m, com teor de 39.94 % KCl.

O Furo PB-AT-11-09 está localizado a aproximadamente 1.8 km a sudoeste do furo PB-AT-10-02. Ambos os furos, estão localizados no município de Autazes, no Estado do Amazonas, a cerca de 10 km a norte da jazida de Potássio de Fazendinha.

Hélio Diniz, Diretor Executivo do Potássio do Brasil, comenta que “A equipe técnica da empresa que tem sede em Belo Horizonte, opera sistematicamente na Bacia Amazônica desde 2007. Os trabalhos até agora concluídos sugerem um grande potencial para a descoberta de múltiplas jazidas de potássio na região. No inicio de 2010, a empresa começou um programa de sondagens para testar as alvos identificados nos trabalhos de interpretação geológica efetuados pela sua equipe técnica. Os excelentes resultados do furo PB-AT-11-09 confirmam as expectativas anteriores do furo PB-AT-10-02, validando, dessa forma, o modelo geológico e o enorme potencial para novas descobertas de ocorrências de potássio na bacia do Amazonas.”

O Furo PB-AT-11-09, localizado a aproximadamente 10 Km a norte do depósito de Fazendinha, intersectou silvinita em uma camada com 1.82 metros de espessura, com teor médio de 39.94 % KCl a uma profundidade de 843.08 metros. Essa interseção inclui um intervalo mais rico com 1.59 metros de espessura e teor médio de 44.52 % KCl. Imediatamente abaixo do intervalo mineralizado em potássio ocorrem halita (NaCl) e anidrita intercaladas, com aproximadamente 47 metros de espessura total. O furo foi concluído a uma profundidade de 892.45 metros (veja Figura 3). Os resultados do furo PB-AT-11-09 confirmam as expectativas da Empresa baseadas em análises e interpretações anteriores da bacia Amazônica.

André Costa, P.Geo., Gerente de Projeto declara que, “Em meio a essas grandes bacias sedimentares, a mineralização de potássio ocorre em sub-bacias com dimensões significativas, onde é alcançado a máxima salinidade que resulta na formação da Silvinita . Claramente entendemos que as condições alcançadas são similares às encontradas nas bacias de Saskatchewan e Ural, onde várias sub-bacias desenvolvem-se simultaneamente em posições estratigráficas especificas. A Potássio do Brasil está atualmente no processo de quantificar os recursos minerais de algumas dessas áreas promissoras que foram definidas com base nos estudos e interpretações dos dados geológicos e geofísicos de furos exploratórios para petróleo na Bacia. Estamos confiantes de que outras sub-bacias com mineralização de silvinita serão identificadas nos seus 400 Km de extensão.”

Figura 1. Mapa mostra localização da área atualmente em sondagem
 
De acordo com Hélio Diniz, “Temos agora dois furos mineralizados com teores de potássio substancialmente maiores do que aqueles obtidos nos 16 furos de sondagem históricos da Petrobrás os quais delinearam recursos minerais superiores a 500 milhões de toneladas de minério de potássio na Jazida de Fazendinha. Além disso, as interseções de potássio nos furos executados pela Potássio do Brasil, PB-AT-02 e PB-AT-11-09, estão situados a uma profundidade de 260 metros mais próximos da superfície do que a profundidade média do deposito de Fazendinha (1,100 metros de profundidade).”

A Potássio do Brasil atualmente utiliza duas empresas brasileiras de sondagem e pretende aumentar o numero de sondas no projeto para acelerar a definição dos recursos minerais de potássio na Bacia Amazônica.
 
Figura 2. Mapa de localização dos furos de Sondagens – área de Autazes. A distância entre os furos PBAT-11-09 e PBAT-11-02 é de aproximadamente 1.8 quilômetros. Veja a localização do depósito de Fazendinha na parte inferior direita da figura
 

A empresa continuará a sondagem até que os recursos minerais de potássio sejam quantificados e possibilitem o avanço dos estudos técnicos e econômicos para definir a viabilidade do projeto e a consequente instalação de unidade de produção, caso os resultados desses estudos sejam positivos. A empresa estima que, com um investimento total da ordem de US$3.5-4.0 Bilhões, seria possível produzir anualmente 4 Milhões de toneladas de Cloreto de Potássio (KCl). A intenção da Potássio do Brasil é de captar os recursos financeiros para os investimentos futuros, tanto junto aos seus acionistas, como por meio de abertura de capital (IPO) na Bolsa de Valores de São Paulo ( BOBESPA) até o final de 2012.

Helio Diniz comenta: “O Brasil é hoje altamente dependente da importação de potássio para suprir as suas necessidades domésticas de fertilizantes. O desenvolvimento de operações nesta região poderá mudar o status do Brasil, de importador de potássio, para exportador do produto. O fornecimento de potássio para os agricultores Brasileiros por meio deste projeto será alcançado, em parte, através de acordos comerciais já firmados entre a Empresa e duas das maiores cooperativas Agrícolas Brasileiras, a CCAB e a Coonagro.”
Todas as licenças ambientais e acordos de acesso às áreas estão em vigor. A empresa emprega uma política de alto padrão de respeito as questões ambientais e cada praça de sondagem é progressivamente recuperada após o término da sondagem.

Figura 3. Seção de sondagem do furo PBAT-11-09
 
 

Testemunhos de Sondagens do Furo PB-AT-11-09

Todas as atividades de pesquisa e sondagem efetuadas pela Empresa são supervisionadas pelo Diretor Executivo da Potássio do Brasil, Hélio Diniz. O Sr. André Costa P.Geo., Gerente do Projeto é um profissional qualificado de acordo com as norma NI 43-101 da Bolsa do Canadá , tendo o mesmo revisado e aprovado as informações cientificas e técnicas contidas neste informativo.

As informações são da Potássio do Brasil Ltda.
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