Existem muito poucas perspectivas de os preços dos fertilizantes baixarem mais nesta safra. Essa foi a informação passada por produtores de matérias primas aos cooperativistas da Fecoagro e da Coonagro que se encontram na Rússia. Em todas as visitas efetuadas aos fabricantes, a impressão transmitida foi a mesma. O que tinha que cair, já caiu e nem mesmo a uréia que é regulada pelo petróleo deverá regredir, porque está com preços abaixo do custo histórico de produção.
As três empresas produtoras de matéria prima visitadas até agora na Rússia, tem o mesmo discurso. O preço subiu demais no ano passado, mas também caiu em demasia neste ano.
A reivindicação das cooperativas de SC e PR, feita em Moscou, acompanhadas por representantes do Mistério da Agricultura Brasileiro e da Embaixada no país da Rússia, visando reduzir as intermediações nas importações de matéria prima foi recebida com simpatia e até elogio por parte dos russos, porém, não perderam a oportunidade de criticar comportamentos comercias de pequenos importadores brasileiros, citando inclusive insucesso de cooperativas em outras épocas, que segundo eles, causaram prejuízos financeiros as empresas produtoras.
Os Russos são práticos e definidos em comercializar. Querem vender para quem paga mais e que cumpre seus compromissos sem reclamações posteriores aos recebimentos das mercadorias. Justificaram as suas vendas concentradas nas quatro ou cinco principais multinacionais que dominam o mercado brasileiro, pela solidez da realização dos negócios. Afirmam que essas empresas compram volumes expressivos, pagam e assumem os riscos portuários, muito presentes nos portos brasileiros, enquanto que os pequenos importadores questionam custos que no entender dos fornecedores, não são de suas responsabilidades.
A proposta de permuta de fertilizantes por carne e soja brasileira não deve prosperar, se depender dos produtores de fertilizantes que dizem que o negocio deles e adubos e não outros produtos. Entretanto, a Embaixada Brasileira em Moscou, juntamente com o Ministério da Agricultura comprometeram-se em buscar outras empresas interessadas em coordenar eventuais compras dos dois produtos para viabilizar a proposta de negociações conjuntas. Os representantes das cooperativas catarinenses e paranaenses que estão na Rússia acompanhando a comitiva do Ministro Reinhold Stefanes ainda estiveram visitando outra empresa na área de agroquímicos. Contatos anteriores do diretor executivo da Coonagro Daniel Dias, viabilizou encontro com dirigentes da empresa August, que produz agroquímicos (herbicidas, inseticidas e outros defensivos), e que estão se instalando no Brasil. Dias propôs a August parcerias nos registros dos defensivos que estão fazendo em nosso país, a fim de proporciona r aquisição desses defensivos a preços mais compensadores aos agricultores brasileiros e assim tentar reduzir a concentração hoje exististe nas mãos de multinacionais que atuam no Brasil. A empresa mostrou boa vontade na parceria e recomendará ao seu representante no Brasil a procurar a Coonagro em Curitiba, para estudar alguma cooperação entre as entidades.
Nesta quinta feira, deverá encerrar a programação dos cooperativistas em Moscou, com encontro com mais uma empresa produtora de fertilizantes e em seguida serão recebidos pelo Embaixador do Brasil na Rússia, oportunidade em que solicitarão oficialmente apoio para viabilizar negociações mais produtivas entre as cooperativas e as empresas russas. O Ministro da Agricultura e sua comitiva seguem nesta quinta feira para San Petsburg, para um evento que começa na sexta e vai até domingo. O Ministro deverá retornar ao Brasil na segunda feira, e nós nessa sexta feira à noite.
As três empresas produtoras de matéria prima visitadas até agora na Rússia, tem o mesmo discurso. O preço subiu demais no ano passado, mas também caiu em demasia neste ano.
A reivindicação das cooperativas de SC e PR, feita em Moscou, acompanhadas por representantes do Mistério da Agricultura Brasileiro e da Embaixada no país da Rússia, visando reduzir as intermediações nas importações de matéria prima foi recebida com simpatia e até elogio por parte dos russos, porém, não perderam a oportunidade de criticar comportamentos comercias de pequenos importadores brasileiros, citando inclusive insucesso de cooperativas em outras épocas, que segundo eles, causaram prejuízos financeiros as empresas produtoras.
Os Russos são práticos e definidos em comercializar. Querem vender para quem paga mais e que cumpre seus compromissos sem reclamações posteriores aos recebimentos das mercadorias. Justificaram as suas vendas concentradas nas quatro ou cinco principais multinacionais que dominam o mercado brasileiro, pela solidez da realização dos negócios. Afirmam que essas empresas compram volumes expressivos, pagam e assumem os riscos portuários, muito presentes nos portos brasileiros, enquanto que os pequenos importadores questionam custos que no entender dos fornecedores, não são de suas responsabilidades.
A proposta de permuta de fertilizantes por carne e soja brasileira não deve prosperar, se depender dos produtores de fertilizantes que dizem que o negocio deles e adubos e não outros produtos. Entretanto, a Embaixada Brasileira em Moscou, juntamente com o Ministério da Agricultura comprometeram-se em buscar outras empresas interessadas em coordenar eventuais compras dos dois produtos para viabilizar a proposta de negociações conjuntas. Os representantes das cooperativas catarinenses e paranaenses que estão na Rússia acompanhando a comitiva do Ministro Reinhold Stefanes ainda estiveram visitando outra empresa na área de agroquímicos. Contatos anteriores do diretor executivo da Coonagro Daniel Dias, viabilizou encontro com dirigentes da empresa August, que produz agroquímicos (herbicidas, inseticidas e outros defensivos), e que estão se instalando no Brasil. Dias propôs a August parcerias nos registros dos defensivos que estão fazendo em nosso país, a fim de proporciona r aquisição desses defensivos a preços mais compensadores aos agricultores brasileiros e assim tentar reduzir a concentração hoje exististe nas mãos de multinacionais que atuam no Brasil. A empresa mostrou boa vontade na parceria e recomendará ao seu representante no Brasil a procurar a Coonagro em Curitiba, para estudar alguma cooperação entre as entidades.
Nesta quinta feira, deverá encerrar a programação dos cooperativistas em Moscou, com encontro com mais uma empresa produtora de fertilizantes e em seguida serão recebidos pelo Embaixador do Brasil na Rússia, oportunidade em que solicitarão oficialmente apoio para viabilizar negociações mais produtivas entre as cooperativas e as empresas russas. O Ministro da Agricultura e sua comitiva seguem nesta quinta feira para San Petsburg, para um evento que começa na sexta e vai até domingo. O Ministro deverá retornar ao Brasil na segunda feira, e nós nessa sexta feira à noite.


