Com forte apetite no setor de fertilizantes, a Vale estuda a separação desses ativos e a abertura de capital do negócio, admitiu o presidente da mineradora, Roger Agnelli. Do programa de investimentos para 2011, o ingresso firme da empresa num ramo de gigantes é a grande novidade. Serão reservados R$ 2,5 bilhões para inversões no segmento. “É uma ideia (a divisão de ativos) que estamos estudando para manter um veículo aberto a grandes investidores”, afirmou Agnelli, ao confirmar a intenção de que a empresa chegue à segunda ou terceira posição no ranking mundial de fornecedores.
Os planos da companhia são de elevar a produção rocha fosfática de 6,4 milhões de toneladas em 2011 para 12,7 milhões de toneladas em 2015. Roger Agnelli afirmou que a área de fertilizantes é uma das que mais promete bons negócios ante o crescimento do agronegócio no Brasil e no mundo e a larga perspectiva de uso de fertilizantes. “As áreas agricultáveis estão diminuindo no mundo e isso obriga os produtores a serem mais eficientes em produtividade por área plantada”, disse o presidente da Vale.
Uma das principais iniciativas da companhia é a expansão dos ativos de fosfato em Minas, o chamado projeto Salitre no município de Patrocínio, no Alto Paranaíba. Trata-se da abertura de uma mina de rocha fosfática, para produção de 2 milhões de toneladas por ano, e um complexo industrial para fabricação de 1,26 milhão de toneladas anuais de fertilizantes fosfatados. Segundo o diretor da área de fertilizantes da Vale, Mário Barbosa, o projeto deverá ser submetido até dezembro à aprovação do Conselho de Administração da mineradora. Recursos de US$ 345 milhões, entretanto, já estão destinados para inversões no ano que vem. Uma vez aprovado, a expectativa, de acordo com Barbosa, é de que o complexo entre em operação dentro de dois anos.
A Vale Fertilizantes foi criada neste ano, a partir da aquisição de ativos como o antiga Fosfértil, em Minas. O Brasil importa cerca de 70% do seu consumo de fertilizantes. A mineradora concluiu em maio a compra de 60% das participações acionárias na Fosfertil que pertenciam à Bunge, Yara, Heringer e Fertipar e também comprou operações no país que pertenciam à Bunge.
Os planos da companhia são de elevar a produção rocha fosfática de 6,4 milhões de toneladas em 2011 para 12,7 milhões de toneladas em 2015. Roger Agnelli afirmou que a área de fertilizantes é uma das que mais promete bons negócios ante o crescimento do agronegócio no Brasil e no mundo e a larga perspectiva de uso de fertilizantes. “As áreas agricultáveis estão diminuindo no mundo e isso obriga os produtores a serem mais eficientes em produtividade por área plantada”, disse o presidente da Vale.
Uma das principais iniciativas da companhia é a expansão dos ativos de fosfato em Minas, o chamado projeto Salitre no município de Patrocínio, no Alto Paranaíba. Trata-se da abertura de uma mina de rocha fosfática, para produção de 2 milhões de toneladas por ano, e um complexo industrial para fabricação de 1,26 milhão de toneladas anuais de fertilizantes fosfatados. Segundo o diretor da área de fertilizantes da Vale, Mário Barbosa, o projeto deverá ser submetido até dezembro à aprovação do Conselho de Administração da mineradora. Recursos de US$ 345 milhões, entretanto, já estão destinados para inversões no ano que vem. Uma vez aprovado, a expectativa, de acordo com Barbosa, é de que o complexo entre em operação dentro de dois anos.
A Vale Fertilizantes foi criada neste ano, a partir da aquisição de ativos como o antiga Fosfértil, em Minas. O Brasil importa cerca de 70% do seu consumo de fertilizantes. A mineradora concluiu em maio a compra de 60% das participações acionárias na Fosfertil que pertenciam à Bunge, Yara, Heringer e Fertipar e também comprou operações no país que pertenciam à Bunge.


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