Dados divulgados recentemente pela ANDA apontam que houve aumento de 5,6% na produção brasileira. Porém, cadeia é prejudicada por problemas de infraestrutura e de custo do frete
Segundo relatórios da FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação –, a produção agrícola internacional continua em linha com as estimativas anteriores para atender o aumento de 70% na produção mundial de alimentos, necessários para suprir a demanda do mercado aos níveis de população estimada para 2050. O Brasil, de acordo com o mesmo relatório divulgado pela Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA), durante o 1º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, realizado em julho, continua sendo o país com a maior expressão produtiva.
Tendo como referência o período de 2007 a 2009, os produtores brasileiros devem atingir um crescimento estimado de 40%, até 2019; com grande margem de diferença quando comparado aos outros países: Ucrânia (29%), Rússia (26%), China (26%), Índia (21%), Austrália (17%), Estados Unidos e Canadá (10 a 15%). Para que esta estimativa de crescimento da produção agrícola mundial se concretize, é o sistema de insumos agrícolas, considerado o pilar essencial da produtividade agrícola, precisa estar cada vez mais sólido e estruturado para continuar enfrentando e superando o desafio.
De janeiro a junho deste ano, destacou o diretor-executivo da Anda, David Roquetti Filho, a produção brasileira de fertilizantes cresceu 5,6%, quando comparado com o mesmo período do ano passado. O número foi apresentado aos diretores do Ministério da Agricultura na 55ª Reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, que reiteraram a necessidade do governo auxiliar no aumento da produção, barateando o insumo para o produtor. “O cenário favorável de demanda e preços das commodities agrícolas favoreceu a venda de fertilizantes. Contudo, a produção precisa ser ampliada para que a dependência do fertilizante importado seja reduzida”, argumentou, apontando que as expectativas para o futuro também são bastante positivas. “As entregas de fertilizantes ao consumidor final no Brasil devem fechar o ano de 2011 com a comercialização de cerca de 26,5 milhões de toneladas, o que representa um percentual de 8,1% acima do valor alcançado no ano passado, que foi de 24,5 milhões de toneladas”, frisou, explicando as projeções divulgadas por uma empresa de consultoria agrícola.
Sustentabilidade produtiva
Segundo relatórios da FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação –, a produção agrícola internacional continua em linha com as estimativas anteriores para atender o aumento de 70% na produção mundial de alimentos, necessários para suprir a demanda do mercado aos níveis de população estimada para 2050. O Brasil, de acordo com o mesmo relatório divulgado pela Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA), durante o 1º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, realizado em julho, continua sendo o país com a maior expressão produtiva.
Tendo como referência o período de 2007 a 2009, os produtores brasileiros devem atingir um crescimento estimado de 40%, até 2019; com grande margem de diferença quando comparado aos outros países: Ucrânia (29%), Rússia (26%), China (26%), Índia (21%), Austrália (17%), Estados Unidos e Canadá (10 a 15%). Para que esta estimativa de crescimento da produção agrícola mundial se concretize, é o sistema de insumos agrícolas, considerado o pilar essencial da produtividade agrícola, precisa estar cada vez mais sólido e estruturado para continuar enfrentando e superando o desafio.
De janeiro a junho deste ano, destacou o diretor-executivo da Anda, David Roquetti Filho, a produção brasileira de fertilizantes cresceu 5,6%, quando comparado com o mesmo período do ano passado. O número foi apresentado aos diretores do Ministério da Agricultura na 55ª Reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, que reiteraram a necessidade do governo auxiliar no aumento da produção, barateando o insumo para o produtor. “O cenário favorável de demanda e preços das commodities agrícolas favoreceu a venda de fertilizantes. Contudo, a produção precisa ser ampliada para que a dependência do fertilizante importado seja reduzida”, argumentou, apontando que as expectativas para o futuro também são bastante positivas. “As entregas de fertilizantes ao consumidor final no Brasil devem fechar o ano de 2011 com a comercialização de cerca de 26,5 milhões de toneladas, o que representa um percentual de 8,1% acima do valor alcançado no ano passado, que foi de 24,5 milhões de toneladas”, frisou, explicando as projeções divulgadas por uma empresa de consultoria agrícola.
Sustentabilidade produtiva


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